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Tomás
Becket em um manuscrito da obra Collectio Epistolarum Sancti Thome
Cantuariensis c. 1180 |
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Nascimento |
c. 21 de dezembro de 1128 |
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Morte |
29
de dezembro de 1170 (42 anos) |
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21 de
fevereiro de 1173 |
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Principal templo |
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Espada,
martírio, roupas de chanceler e corrente ao pescoço |
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clero
secular, Universidade de Exeter, Oxford, Portsmouth, Diocese de Camaçari |
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Tomás Becket (em inglês: Thomas Becket), também conhecido como Tomás de
Cantuária e Tomás de Londres (Londres, 21
de dezembro de 1128 – Cantuária, 29
de dezembro de 1170),[1] foi arcebispo de Cantuária entre 1162 e
1170. É venerado como santo e mártir pela Igreja Católica e pela Igreja
Anglicana. Envolvido num conflito com o rei Henrique II de Inglaterra pelos
direitos e privilégios da Igreja, foi assassinado por seguidores do rei
na Catedral de Cantuária. Também é conhecido
como Thomas à Becket, apesar de este nome poder ter-lhe sido
atribuído posteriormente, possivelmente com a intenção de o ligar à memória
de Tomás de Kempis (Thomas à Kempis).
Educação
Tomás Becket
nasceu, provavelmente, em 21 de dezembro de 1118, no bairro de Cheapside, Londres, em uma
família da classe média-alta da Normandia,
filho de Gilberto de Thierceville e Rosea ou Matilda de Caen.
Richer de
L'aigle, amigo de Gilberto de Thierceville, interessado nas irmãs de Tomás,
convidava regularmente Tomás para a sua propriedade em Sussex. Foi lá que
Tomás aprendeu a cavalgar, a caçar, etiqueta, e a
participar de desportos populares como as justas, ou torneios. Desde os 10 anos
de idade, Becket recebeu uma excelente educação em lei
canónica civil no Priorado de Merton, na Inglaterra,
e depois em Paris, Bolonha e Auxerre.
Ao regressar à
Inglaterra, por se tratar de um jovem com educação, entrou para o serviço
de Teobaldo de Bec, arcebispo de Cantuária, que confiou-lhe
várias missões importantes a Roma e por fim recompensou-o com o arquidiaconado de Cantuária e
a reitoria da
escola de Beverley. Distinguiu-se de tal modo pelo seu zelo e eficiência, que
Teobaldo o recomendou ao rei Henrique II de Inglaterra para
o importante cargo de chanceler, que manteve durante sete anos.
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