domingo, 20 de maio de 2018

Apolônio de Carvalho

VIVER COM UMA CONSCIÊNCIA RETA

Mil coisas poderiam ser ditas a esse respeito. Mas, se nos concentrarmos na "regra de ouro", conseguiremos dizer tudo em uma só frase: "Fazer aos outros o que gostaríamos que fosse feito a nós." Ou o contrário: "Não fazer aos outros o que não gostaríamos que fosse feito a nós." Essa frase é a chamada Regra de Ouro contida nos livros sagrados de grandes religiões como o cristianismo, o islamismo, o hebraísmo, o hinduísmo e o budismo. Em outras palavras significa viver o amor ao próximo. Quem ama é honesto e justo; é amigo da verdade; é leal; age com amabilidade diante de qualquer situação; é manso e humilde; sabe usar as palavras sem ofender aos outros; sabe escutar e respeitar as opiniões. Uma consciência reta é transparente diante de Deus e diante dos homens, pois o seu Sim é Sim e o seu Não é Não.

Apolonio Carvalho

Bom domingo, dia do Senhor!

sábado, 19 de maio de 2018

Apolônio de Carvalho

Apolônio de Carvalho

Apolônio de Carvalho

TER MISERICÓRDIA PARA CONOSCO E PARA COM OS OUTROS

Devemos reconhecer a nossa fragilidade e ao mesmo tempo acreditar que somos capazes de mudar; devemos confessar nosso pecado sabendo que Deus é misericórdia infinita. Se Ele não nos condena, não nos condenemos a nós mesmos, pois o amor cobre uma multidão de pecados. Não condenemos tampouco o outro por sua fraqueza, pois é na fraqueza que Deus revela a sua força. O tempo que se emprega em culpar-se a si próprio e aos outros faz perder a ocasião de recomeçar juntos. Eu perdoo o outro porque sei perdoar a mim mesmo. Eu perdoo a mim mesmo porque acredito no amor misericordioso de Deus. Por esse amor vale a pena viver, amando-nos e perdoando-nos mutuamente.

Apolonio Carvalho 

Bom dia. Feliz sábado!!!

sexta-feira, 18 de maio de 2018

TRATAR O OUTRO COMO UM IRMÃO - APOLONIO CARVALHO


18/05/18 05:33 - ‪+55 16 98165-8301‬: ​TRATAR O OUTRO COMO UM IRMÃO

Tratar​ o outro​ como​ um​ irmão deveria ser um requisito gravado em nosso coração antes de qualquer contato com ​as pessoas, com qualquer pessoa, sobretudo ​com ​aquela que está diante de nós no momento presente. ​Em todas as religiões a fraternidade é um aspecto importante e sempre presente.. Entende-se que sem ele não se consegue ter um relacionamento autêntico com o próprio Deus. As leis humanas, por ​sua vez​, reforçam esse ensinamento criando leis que favorecem o convívio. A diferença está em fazê-lo por amor: amar o irmão para amar a Deus; amar a Deus através do irmão.​ ​Assim, tratamos cada próximo como um irmão. ​

Apolonio Carvalho 

Bom dia!!!

quinta-feira, 17 de maio de 2018

COLOCAR-SE A SERVIÇO DOS OUTROS - APOLONIO CARVALHO


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COLOCAR-SE A SERVIÇO DOS OUTROS

"Quem quiser ser o primeiro entre vós seja o servo de todos​.​"​ ​(Mt 20,27) A primazia do amor é a primazia do serviço. A humildade será rainha no céu se for rainha na terra. Poderia listar uma infinidade de alusões feitas por Jesus sobre a grandeza de quem se coloca a serviço dos demais. Na história muitos tornaram-se gigantes da fé ​sendo​ heróis da caridade, lembrados mesmo depois de muitos séculos, como é o caso de Francisco, o pobre de Assis.

Apolonio Carvalho

Bom dia! Abençoada quinta...
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Mensagem do Papa Francisco

Mensagem do Papa Francisco

COMENTANDO A PALAVRA DE DEUS SOLENIDADE DE PENTECOSTES - PADRE GILBERTO KASPER


COMENTANDO A PALAVRA DE DEUS
SOLENIDADE DE PENTECOSTES



Meus queridos Amigos e Irmãos na Fé!
“O amor de Deus foi derramado em nossos corações
pelo seu Espírito que habita em nós, aleluia!” (Rm 5,5; 10,11).

              O Domingo de Pentecostes (no qual desemboca todo o tempo pascal) recorda o Espírito Santo, dom do Pai, Amor de Deus derramado sobre nós, condição de nossa comunhão no Cristo Ressuscitado, fonte da transformação pascal de toda a realidade. Esta festa ativa em cada um de nós a vocação e a capacidade para o encontro, para o amor, para a união, para a doação, como pede a aclamação ao Evangelho: Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor”.
          No Pentecostes, o mistério pascal é celebrado como um todo (morte, ressurreição, ascensão, envio do Espírito).
          Neste dia, o mistério pascal atinge a sua plenitude no dom do Espírito derramado em nossos corações. Imbuídos deste mesmo Espírito somos capacitados para o anúncio da Boa Notícia, sem temer perseguições, nem morte.
          Devido à importância da Solenidade de Pentecostes, celebramos sua Vigília. A Palavra de Deus da Vigília de Pentecostes é uma mensagem que nos ajuda a superar as divisões e nos convida a saciar com a água viva oferecida por Jesus.
          As três grandes e permanentes tentações da humanidade acabam em desastre: a pretensão da subida acaba em queda; a concentração, em dispersão; o nome famoso, em infâmia (Ler Gn 11,1-9). Jesus é a fonte de água viva que sacia a sede da humanidade (Ler Jo 7,37-39). Temos os primeiros frutos do Espírito, que vem em socorro de nossa fraqueza (Ler Rm 8,22-27).
          Na Solenidade de Pentecostes o Espírito do Senhor desceu sobre nós e nos congregou na mesma fé e numa só família. O universo todo se rejubila conosco pela presença do Espírito criador e unificador.
          O Espírito de Deus, recebido no batismo, desafia-nos a falar a linguagem do amor, compreensível a todos, e assumir o compromisso proposto por Jesus.
          A comunidade santificada pelo Espírito fala de modo que todos entendem. A linguagem que todos entendem é a do amor com sabor divino. Quem descobre a capacidade do amor gratuito, nem precisa de palavras: basta amar e todo o resto acontece naturalmente. Isto é, falar a linguagem do amor divino significa esforçar-se por promover, querer bem, perdoar e ser sempre querido e terno nas relações humanas.
          A presença do Espírito, prometido por Jesus, torna a comunidade acolhedora e reconciliadora. Uma comunidade que não dá espaço para a ação do Espírito Santo torna-se estéril, fechada e incapaz de acolher, amar o diferente e muito menos perdoar. A comunidade que acolhe os dons do Espírito do Senhor, não é mera instituição engessada em normas, regimentos, funções e cargos, mas se gasta, consome-se por amar as pessoas com o amor proposto pelo próprio Cristo Senhor.
          Os dons recebidos do Espírito são para a edificação da comunidade. Não poucas vezes tentamos apropriar-nos do Espírito Santo ou considerar-nos plenos de todos os dons. Sabemos que o próprio Espírito Santo sopra onde quer. Nem todos somos portadores de todos os dons do Espírito Santo. Cada um recebe os dons de acordo com as suas qualidades que colocados a serviço da Comunidade, é que a edificam e não sacrificam como muitas vezes acontece. Há frequentemente pessoas nas Comunidades, que se sentem insubstituíveis, ou ainda aquelas que pensam que sem elas a Comunidade não sobreviverá. Uns querem fazer tudo, outros se comprometem muito pouco, o que empobrece a Igreja. Cada um deve saber o que faz melhor e enriquecer a Comunidade, consumindo-se por ela, gratuitamente.
A ação do Espírito manifesta no mundo a salvação de Deus, destinada a todo ser humano. O Espírito nos fortalece e anima a formar comunidades comprometidas em viver a unidade na diversidade. Ele nos conduz a permanecer em comunhão com o Senhor ressuscitado, deixando-nos envolver pela presença de amor e vida nova.
          O Espírito do Senhor nos liberta de todas as formas de opressões, de pecado, para vivermos fraternalmente como irmãos e irmãs. Como os discípulos, o Espírito nos plenifica da presença de Deus, capacitando-nos para sermos anunciadores da Boa Nova de Jesus. O Espírito age em nós e em toda a criação, que geme em dores de parto (Rm 8,22), aguardando a manifestação plena da salvação.
          As palavras do Papa Emérito Bento XVI nos ajudam a entender a ação perene do Espírito na Igreja e no mundo: “Pudemos assim constatar, com alegria e gratidão, que ela fala em muitas línguas; e isto não só no sentido externo de estarem representadas todas as línguas do mundo, mas também, e mais profundamente, no sentido de que nela estão presentes os mais variados modos de experiência de Deus e do mundo, a riqueza das culturas, e só assim se manifesta a vastidão da existência humana e, a partir dela, a vastidão da Palavra de Deus. Além disso, pudemos constatar também um Pentecostes ainda a caminho; vários povos aguardam ainda que seja anunciada a Palavra de Deus na sua própria língua e cultura” (Exortação apostólica pós-sinodal, Verbum Domini, Brasília: Edições CNBB, 2010, p.12).
          Renascidos pela água e pelo Espírito, nos tornamos comunidade de fé, presença e prolongamento do Cristo ressuscitado na realidade bem concreta, sobretudo lá onde se faz mais necessário, pois assim como em Jesus, o Espírito é derramado sobre nós e nos envia para anunciar a Boa-nova aos pobres; para proclamar a liberdade aos cativos e aos cegos a recuperação da vista; para libertar os oprimidos e para proclamar um ano da graça do Senhor.
          Que nesta Solenidade de Pentecostes se cumpra em nós esta palavra de Escritura e nos faça missionários sem-fronteiras.
          A Festa de Pentecostes anima a Igreja a experimentar a presença e a ação do Espírito depois da ressurreição de Jesus até os dias presentes. É um (re) viver atual, pois aquilo que aconteceu com Jesus, no início de sua atividade messiânica, repete-se agora através da Igreja, na missão. O Pentecostes está para os Atos dos Apóstolos, como o batismo de Jesus está para os Evangelhos. O batismo de Jesus foi o Pentecostes de Jesus, o Pentecostes foi o batismo de Jesus.
          Com a força do Espírito Santo, buscamos descobrir as convergências necessárias para o anúncio e o testemunho do único Evangelho que é Cristo Senhor, como autênticos missionários e profetas, ungidos pelo Espírito.
          Com esta celebração, culmina a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, sentindo a verdadeira prática de um único Evangelho e um único Pastor.
Que a Solenidade de Pentecostes nos anime a sermos verdadeiros discípulos e missionários de Jesus Cristo, Senhor de nossa vida!
          Desejando-lhes muitas bênçãos, com ternura e gratidão, o abraço amigo,
Padre Gilberto Kasper
(Ler At 2,1-11; Sl 103(104); 1Cor 12,3-7.12-13 e Jo 20,19-23).
Fontes: Liturgia Diária da Paulus de Maio de 2018, pp. 78-85 e Roteiros Homiléticos  da CNBB para o Tempo Pascal (Maio/2018), pp. 59-64.