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segunda-feira, 2 de março de 2020

Santa Inês da Bohemia

FAÇA AOS OUTROS O QUE GOSTARIA QUE FOSSE FEITO A VOCÊ

Para manter viva a chama do amor mútuo entre nós, devemos viver duas regras básicas, ambas inspiradas no Evangelho. A primeira é a "regra de ouro", que está também nos livros sagrados de outras religiões: Fazer aos outros o que gostaríamos que fizessem a nós.A segunda é a Arte de Amar, assim chamada por Chiara Lubich:Não fazer distinção de pessoas; tomar sempre a iniciativa no amor; ter o amor a Jesus como motivação para amar a todos; amar sacrificando-se pelo irmão; ter o amor a si mesmo como medida mínima para amar o outro e o dar a vida como medida máxima do amor; amar e servir, mesmo a quem nos faz o mal. Assumindo esse empenho de vida, não apenas mantemos vivo o amor entre nós, mas adquirimos a síntese do pensar de Deus e desenvolvemos em nós a essência do Seu agir.

Apolonio Carvalho 

Bom dia.

sábado, 2 de março de 2019

Santa Inês da Bohemia

*SANTO DO DIA*

*SANTA INÊS DA BOÊMIA*

Santa Inês da Boêmia nasceu em 1208. Pertencia a família real. Otocaro I, seu pai, era rei da Boêmia. Foi educada por monges. Recusou-se a casar com Frederico II, imperador da Alemanha.
Foi uma mulher ativa e preocupada com os problemas de seu tempo. Dedicou-se de corpo e alma ao serviço dos pobres, fundando para eles um hospital. Estabeleceu ali a pobreza absoluta, renunciando as rendas e vivendo de esmolas e doações. Incentivou e apoiou os Franciscanos e as Clarissas e para eles fundou dois mosteiros.
Santa Clara, a quem devotava grande amizade, escreveu-lhe numerosas cartas e chamava-a de "metade de minha alma".
Numa das cartas, Santa Clara dizia à Santa Inês:
“Eu me alegro de verdade, e ninguém vai poder roubar-me esta alegria, porque já alcancei o que desejava abaixo do céu: vejo que você, sustentada por maravilhosa sabedoria da própria boca de Deus, já superou astúcias do esperto inimigo: o orgulho que perde a natureza humana e a vaidade que torna estultos os corações dos homens. Vejo que são a humildade, a força da fé e os braços da pobreza que a levaram a abraçar o tesouro incomparável escondido no campo do mundo e dos corações humanos, com o qual compra-se aquele por quem tudo foi feito do nada. Eu a considero, num bom uso das palavras do Apóstolo, auxiliar do próprio Deus, sustentáculo dos membros vacilantes de seu corpo inefável”.
Santa Inês ingressou, mais tarde, no convento das Clarissas, por ela própria fundado, onde foi nomeada abadessa. Morreu no dia 2 de março de 1282 em Praga.

SANTA INÊS DA BOÊMIA, ROGAI A DEUS PAI POR NÓS!