sábado, 30 de maio de 2026

oração do Sábado

Bom dia!!!!

*Oração de Sábado*
 Pai,
Crendo em sua vontade, Misericórdia e Sabedoria, te peço que nossos dias sejam de Luz e Paz. Hoje eu quero renunciar a tudo que não é digno nem grato perante os seus olhos. Coloco minha confiança no seu poder, sabendo que sempre ouve, as súplicas sinceras da minha alma e que não me será negada sua ternura e clemência para solucionar nossas dificuldades, nossos desesperos e deficiências. Obrigado Senhor pela vida, pela saude, pela semana que estamos encerrando e por seu infinito amor por nós... Que assim seja. Amém *O Santo de Israel é grande entre vós.*

sexta-feira, 29 de maio de 2026

Santa Úrsula Ledochowska - 29 de maio

Santa Úrsula Ledochowska Júlia Ledochowska pertencia a uma família especialmente abençoada. A sua irmã mais velha, Maria Teresa, era religiosa, fundou uma congregação e foi inscrita no livro dos santos. O irmão, o padre Vladimiro foi o vigésimo sexto preposto-geral dos jesuítas . Ela nasceu em 17 de abril de 1865 e os pais eram nobres poloneses que residiam na Áustria. Até o final da adolescência viveu nesse país, onde completou os estudos, depois voltou com a família para o solo polonês, estabelecendo-se na Croácia. Aos vinte e um anos, ingressou no Convento das Irmãs Ursulinas de Cracóvia, pronunciando os votos definitivos e tomando o nome de Úrsula em 1899. Ativa educadora, fundou um pensionato feminino para jovens, promovendo entre os estudantes a Associação das Filhas de Maria e foi, também, superiora do seu convento por quatro anos. Foi chamada pelo pároco da igreja de Santa Catarina em Petersburgo, na Rússia, que na época reprimia toda atividade religiosa, inclusive as de cunho assistencial, para dirigir um internato de estudantes polonesas exiladas; nessa função teve de usar roupas civis para sua segurança. Em 1909, fundou, também, uma casa das ursulinas na Finlândia onde inovou com um pensionato e uma escola ao ar livre, para moças doentes, seguindo o estilo inglês, ao mesmo tempo fundando, na mesma Petersburgo, uma casa das Ursulinas. A sua cidadania e origem austríaca a fizeram objeto de perseguição por parte da polícia russa durante a Primeira Guerra Mundial , tanto que em 1914 se refugiou na Suécia, onde fundou, também ali, um pensionato e uma escola. O seu grande senso de apostolado a fez fundar para os católicos suecos o jornal "Solglimstar", editado ainda hoje sob outra direção. Em 1917, foi para a Dinamarca dar assistência aos poloneses perseguidos, onde permaneceu por dois anos, quando, então, regressou para o seu convento na Polônia. Atendendo um antigo anseio interior, em 1920 separou-se da sua congregação para fundar uma nova ordem: as Irmãs Ursulinas do Sagrado Coração Agonizante, com a função de dar assistência aos jovens abandonados e para cuidar dos pobres, velhos e crianças. Na Polônia, devido à cor do hábito, se popularizaram como as "ursulinas cinzas" e na Itália, como as "irmãs polonesas". A ordem foi aprovada em 1930 e se desenvolveu com rapidez. Quando sua fundadora, madre Úrsula, morreu, já existiam trinta e cinco casas e mais de mil irmãs. Ela deixou vários livros, todos escritos em polonês, que foram traduzidos para o italiano e francês. Madre Úrsula Ledochowska faleceu em Roma no dia 29 de maio de 1939, na Casa mãe da Ordem, que conserva as suas relíquias. O papa João Paulo II, em 1983, a beatificou, numa comovente cerimônia em Poznan, quando visitava a Polônia. Vinte anos depois ele mesmo a canonizou, declarando ser seu devoto. O culto em sua homenagem foi designado para o dia de sua morte. Oração Que a vossa coragem pastoral nos inspire a buscar os mais necessitados da graça de Deus, os mais excluídos e, com muito ardor para com eles, possamos ser mais santos e divulgadores do verdadeiro amor de Deus. Amém! Santa Úrsula Ledochowska,rogai por nós!

Evangelho do Dia Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos

Evangelho do Dia Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 11,11-26 Tendo sido aclamado pela multidão, Jesus entrou, no Templo, em Jerusalém, e observou tudo. Mas, como já era tarde, saiu para Betânia com os doze. No dia seguinte, quando saíam de Betânia, Jesus teve fome. De longe, ele viu uma figueira coberta de folhas e foi até lá ver se encontrava algum fruto. Quando chegou perto, encontrou somente folhas, pois não era tempo de figos. Então Jesus disse à figueira: "Que ninguém mais coma de teus frutos". E os discípulos escutaram o que ele disse. Chegaram a Jerusalém. Jesus entrou no Templo e começou a expulsar os que vendiam e os que compravam no Templo. Derrubou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos vendedores de pombas. Ele não deixava ninguém carregar nada através do Templo. E ensinava o povo, dizendo: "Não está escrito: 'Minha casa será chamada casa de oração para todos os povos'? No entanto, vós fizestes dela uma toca de ladrões". Os sumos sacerdotes e os mestres da Lei ouviram isso e começaram a procurar uma maneira de o matar. Mas tinham medo de Jesus, porque a multidão estava maravilhada com o ensinamento dele. Ao entardecer, Jesus e os discípulos saíram da cidade. Na manhã seguinte, quando passavam, Jesus e os discípulos viram que a figueira tinha secado até a raiz. Pedro lembrou-se e disse a Jesus: "Olha, Mestre: a figueira que amaldiçoaste secou". Jesus lhes disse: "Tende fé em Deus. Em verdade vos digo, se alguém disser a esta montanha: 'Levanta-te e atira-te no mar', e não duvidar no seu coração, mas acreditar que isso vai acontecer, assim acontecerá. Por isso vos digo, tudo o que pedirdes na oração, acreditai que já o recebestes, e assim será. Quando estiverdes rezando, perdoai tudo o que tiverdes contra alguém, para que vosso Pai que está nos céus também perdoe os vossos pecados".[26] Palavra da Salvação.

quinta-feira, 28 de maio de 2026

A FESTA DE CORPUS CHRITI! - Pe. Gilberto Kasper Teólogo

A FESTA DE CORPUS CHRITI! A Festa de Corpus Christi é a celebração em que solenemente a Igreja comemora a instituição do Santíssimo Sacramento da Eucaristia; sendo o único dia do ano que o Santíssimo Sacramento sai em procissão às nossas ruas; em que os fiéis agradecem e louvam a Deus pelo inestimável dom da Eucaristia, na qual o próprio Senhor se faz presente como alimento e remédio de nossa vida. O Papa Urbano IV (1262-1264), que residia em Orvieto, cidade próxima de Bolsena, onde vivia São Tomás de Aquino, informado do milagre eucarístico: da hóstia consagrada começaram a cair gotas de sangue sobre o corporal após a consagração. Alguns dizem que isto ocorreu porque o Padre Pedro de Praga, da Boêmia, Itália, teria duvidado da presença real de Cristo na Eucaristia, então, ordenou ao Bispo Giacomo que levasse as relíquias de Bolsena a Orvieto. Isso foi feito em procissão. Quando o Papa encontrou a Procissão na entrada de Orvieto, teria então pronunciado diante da relíquia eucarística as palavras: “Corpus Christi”. Em 11 de agosto de 1264 o Papa emitiu a bula "Transiturus de mundo", onde prescreveu que na quinta-feira após a oitava de Pentecostes, fosse oficialmente celebrada a festa em honra do Corpo do Senhor. Em 1290 foi construída a belíssima Catedral de Orvieto, em pedras pretas e brancas, chamada de "Lírio das Catedrais", (onde tive a graça de celebrar a Eucaristia em 1997). Antes disso, em 1247, realizou-se a primeira procissão eucarística pelas ruas de Liège, como festa diocesana, tornando-se depois uma festa litúrgica celebrada em toda a Bélgica, e mais tarde, em todo o mundo no séc. XIV, quando o Papa Clemente V confirmou a Bula de Urbano IV, tornando a Festa da Eucaristia um dever canônico mundial. Em 1317, o Papa João XXII publicou na Constituição Clementina o dever de se levar a Eucaristia em procissão pelas vias públicas. A partir da oficialização, a Festa de Corpus Christi passou a ser celebrada todos os anos na primeira quinta-feira após o domingo da Santíssima Trindade. A celebração normalmente tem início com a missa, seguida pela procissão pelas ruas da cidade, que se encerra com a bênção do Santíssimo. É uma ocasião ímpar de testemunhar nossa fé, de que a Eucaristia é a alma da Igreja. Não existe Igreja sem Eucaristia. É, também, oportunidade de invocar bênçãos sobre as famílias, os enfermos, os surrados pela vida de nossa rica cidade. Que a Festa de Corpus Christi deste ano tenha um sabor de menos violência, menos mentiras maquiadas de verdades, menos corrupção, menos inveja, menos competição na busca de poder e prestígio. Que nossa sincera homenagem à Santíssima Eucaristia nos ajude a caminhar juntos no espírito da sinodalidade, superando de uma vez por todas as pandemias e viroses da insensibilidade, do confronto, da agressividade e dos contravalores que nos animalizam ao invés de nos humanizar. A Festa de Corpus Christi, na Forania Santa Maria Goretti, será celebrada no Colégio Vita et Pax, nesta quinta-feira, dia 04 de junho, na Avenida Abade Constantino, 174 no Bairro Jardim Recreio de Ribeirão Preto, às 09 horas, presidida por nosso Vigário Forâneo, Padre Márcio Luiz de Souza e concelebrada pelos Padres da Forania, como testemunho de Unidade e Comunhão. Logo a seguir haverá uma pequena procissão até a Igreja Matriz da Paróquia Santa Tereza de Ávila, na Praça das Rosa, onde será dada a Bênção do Santíssimo Sacramento. Sintam-se todos convidados! Que a Festa de Corpus Christi impulsione todos os cristãos e demais cidadãos de nossa Arquidiocese de Ribeirão Preto, bem como do mundo inteiro, a melhorarem sua qualidade de vida, sendo Anjos uns dos outros! Pe. Gilberto Kasper Teólogo

São Germano de Paris - 28 de maio

São Germano de Paris, bispo, homem de oração e escuta Atentado contra a vida desde a infância Nascer e prosseguir vivendo não foram tarefas fáceis para Germano. Ele veio ao mundo na cidade de Autun, França, no ano 496. Diz a tradição que a sua mãe não o desejava, por isso tentou abortá-lo, mas não conseguiu. Quando o menino atingiu a infância, ela atentou novamente contra a vida dele, tentando envenená-lo, mas também foi em vão. Criação Eremítica Acredita-se que ele pertencia a uma família burguesa e rica, pois, depois disso, foi criado por um primo, bem mais velho, ermitão, chamado Escapilão, que o fez prosseguir os estudos em Avalon. Germano, com certeza, viveu como ermitão durante quinze anos, ao lado desse parente, em Lazy, aprendendo a doutrina de Cristo e destacando-se por seu ardor espiritual. Ordenação e monastério Decorrido esse tempo, em 531, ele foi chamado pelo bispo de Autun para trabalhar ao seu lado, sendo ordenado diácono, e três anos depois, sacerdote. Quando o bispo morreu, seu sucessor entregou a direção do mosteiro de São Sinforiano a Germano, que, pela decadência ali reinante, o supervisionava com certa dificuldade. Ali recebeu os dons de milagres e profecias por sua intensa vida de oração, chegando a permanecer diversas noites em vigílias. Bispado em Paris Acabou deixando o posto por intrigas e pela austeridade que desejava impor às regras da comunidade. Foi, então, para Paris, onde, pelos seus dons, principalmente o do conselho, ganhou a estima do rei Childeberto, que apreciava a sua sensatez. Em 536, o rei o convidou a ocupar o bispado de Paris, e Germano aceitou, exercendo grande influência na corte merovíngia. Nessa época, o rei Childeberto ficou gravemente enfermo, sendo curado com as orações do bispo Germano. Como agradecimento, mandou construir uma grande igreja e, bem próximo, um grande convento, que mais tarde se tornou o famoso Seminário de Paris, centro avançado de estudo eclesiástico e de vida monástica. Contexto expressivo Germano participou ainda de alguns importantes acontecimentos da Igreja da França: do concílio de Tours, em 567, e dos concílios de Paris, inclusive o de 573, e a consagração do bispo Félix de Bourges em 570. Entrementes, não eram apenas os nobres que o respeitavam, ele era amado pelo povo pobre da diocese. Germano era pródigo em caridade e esmolas, dedicando ao seu rebanho um amor incondicional. Frequentemente, era visto apenas com sua túnica, pois o restante das roupas havia dado a um pobre; ficava feliz por sentir frio, mas tendo a certeza de que o pobre estava aquecido. Quando nada mais lhe restava, permanecia sentado, triste e inquieto, com fisionomia mais grave e conversação mais severa. Falecimento Assim viveu o bispo Germano de Paris, até morrer no dia 28 de maio de 576. Logo, os milagres e graças começaram a acontecer e o seu culto foi autorizado pela Igreja, mantendo a data de sua morte para a celebração. Suas relíquias se encontram na majestosa igreja de São Germano de Paris, uma das mais belas construções da cidade. A minha oração “Querido Bispo, que com ardor missionário e vida de intensa espiritualidade cuidou de Paris com todo o zelo, por isso, pedimos para a Igreja santos pastores. Assim como rezamos pelo nosso bispo local, para que, com a graça de Deus, possa realizar a sua missão em santidade de vida!” São Germano, rogai por nós!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 10,46-52

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 10,46-52 Naquele tempo, Jesus saiu de Jericó, junto com seus discípulos e uma grande multidão. O filho de Timeu, Bartimeu, cego e mendigo, estava sentado à beira do caminho. Quando ouviu dizer que Jesus, o Nazareno, estava passando, começou a gritar: "Jesus, filho de Davi, tem piedade de mim!" Muitos o repreendiam para que se calasse. Mas ele gritava mais ainda: "Filho de Davi, tem piedade de mim!" Então Jesus parou e disse: "Chamai-o" . Eles o chamaram e disseram: "Coragem, levanta-te, Jesus te chama!" O cego jogou o manto, deu um pulo e foi até Jesus. "Eis que nós deixamos tudo e te seguimos". Então Jesus lhe perguntou: "O que queres que eu te faça?" O cego respondeu: "Mestre, que eu veja!" Jesus disse: "Vai, a tua fé te curou". No mesmo instante, ele recuperou a vista

quarta-feira, 27 de maio de 2026

Santo Agostinho de Cantuária, monge e missionário - 27 de maio

Santo Agostinho de Cantuária, monge e missionário Santo agostinho de cantuaria monge e missionario 2 Origens Não se sabe muito sobre a vida de Agostinho antes de sua ida à Inglaterra em 596. Era um monge beneditino que vivia como prior no mosteiro de Santo André em Roma, fundado por São Gregório Magno. Pedido do Papa O Papa São Gregório, vendo a situação das ilhas britânicas, que após a invasão dos Saxões, tinha recaído no paganismo, e vendo, no recém-casamento do rei de Kent com uma princesa cristã, uma oportunidade de evangelização, enviou missionários para anunciar a Boa Nova na ilha. Fama cruel dos Saxões 40 monges estavam sob o comando de Agostinho que, corajosamente, avançou em direção à missão confiada. Durante o percurso, ao ouvirem sobre a crueldade do povo que teriam de enfrentar, perderam todo o entusiasmo e pensaram em desistir. Mais uma vez, o Papa conferiu a Agostinho a dignidade abacial e muitas cartas de recomendação. Finalmente, seguiram para o destino. Diante do rei Ao chegar, apresentaram-se ao rei, cantando hinos sagrados. Agostinho expôs ao rei de Kent a sua pregação, pedindo-lhe autorização para pregar com seus irmãos. Santo Agostinho recebeu a concessão e conduziu os seus companheiros para a Cantuária, capital do reino. Instalaram-se numa capela de São Martinho, que tinha resistido às invasões. Batismo O trabalho de evangelização foi tão fecundo, que, em menos de um ano, mais de dez mil pessoas se converteram e foram batizadas. Também o rei Etelberto e toda a sua corte se converteram. Agostinho, na Grã-Bretanha, exerceu santamente sua missão de levar muitos à santidade e, assim, santificar-se. Arcebispo Ajudado sempre pelo Papa, Santo Agostinho, na obediência, acolheu as direções do Espírito e foi ordenado Bispo. Com o surgimento de novas necessidades pastorais, tornou-se Arcebispo. Com a ajuda de muitos outros missionários, alcançou a graça da conversão, praticamente para todos da ilha. Páscoa Entrou na Igreja Triunfante com outros em 604 ou 605. A minha oração “Meu Senhor Deus, muito antes de se tornar missionário e conhecido, Santo Agostinho esteve em uma intensa e profunda intimidade com o Senhor; assim que logo iniciou sua missão, obteve os frutos de conversão e santificação. A Ti, Senhor, peço a mesma graça: ter uma vida interior tão íntima a Ti, que transborde em obras de santificação e de salvação a mim e ao povo que o Senhor me confiar. Assim seja!” Santo Agostinho de Cantuária, rogai por nós!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 10,32-45

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 10,32-45 Naquele tempo, os discípulos estavam a caminho, subindo para Jerusalém. Jesus ia na frente. Os discípulos estavam espantados, e aqueles que iam atrás estavam com medo. Jesus chamou de novo os Doze à parte e começou a dizer-lhes o que estava para acontecer com ele: "Eis que estamos subindo para Jerusalém, e o Filho do Homem vai ser entregue aos sumos sacerdotes e aos doutores da Lei. Eles o condenarão à morte e o entregarão aos pagãos. Vão zombar dele, cuspir nele, vão torturá-lo e matá-lo. E depois de três dias ele ressuscitará". Tiago e João, filhos de Zebedeu, foram a Jesus e lhe disseram: "Mestre, queremos que faças por nós o que vamos pedir". Ele perguntou: "O que quereis que eu vos faça?" Eles responderam: "Deixa-nos sentar um à tua direita e outro à tua esquerda, quando estiveres na tua glória!" Jesus então lhes disse: "Vós não sabeis o que pedis. Por acaso podeis beber o cálice que eu vou beber? Podeis ser batizados com o batismo com que vou ser batizado?" Eles responderam: "Podemos". E ele lhes disse: "Vós bebereis o cálice que eu devo beber, e sereis batizados com o batismo com que eu devo ser batizado. Mas não depende de mim conceder o lugar à minha direita ou à minha esquerda. É para aqueles a quem foi reservado". Quando os outros dez discípulos ouviram isso, indignaram-se com Tiago e João. Jesus os chamou e disse: "Vós sabeis que os chefes das nações as oprimem e os grandes as tiranizam. Mas, entre vós, não deve ser assim: quem quiser ser grande, seja vosso servo; e quem quiser ser o primeiro, seja o escravo de todos. Porque o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida como resgate para muitos".

segunda-feira, 25 de maio de 2026

Santa Maria Madalena de Pazzi - 25 de maio

Santa Maria Madalena de Pazzi, virgem e religiosa carmelita Infância Catarina, nome recebido em seu batismo, nasceu em Florença, na Itália, no dia 2 de abril de 1566. Desde pequena, o seu amor por Cristo e pela Santíssima Virgem eram visíveis: agarrava-se à sua mãe com extraordinário ardor quando esta voltava para casa após ter comungado, mas se ela não comungara, sua filha não tinha as mesmas expansões. Antes mesmo que aprendesse a ler, foi favorecida com o dom da oração e, com apenas sete a oito anos, já se confessava com um jesuíta, padre Rossi. Aos dez anos, recebeu a primeira comunhão e, a partir disso, consagrou a Deus a sua virgindade. Esposa de Cristo Desde então, considerou-se esposa de Cristo e teve em si um grande desejo de dar-se aos sofrimentos por amor ao seu divino Esposo. Era a própria vida de Jesus na cruz que lhe inspirava, todos os dias, uma nova mortificação. Pretendida Com apenas 15 anos, Catarina já era pretendida por muitos devido ao seu nascimento no seio de uma nobre família, à sua beleza e fortuna, mas sobretudo à sua virtude. Seus pais, como também eram muito virtuosos e viam na filha uma vocação muito patente, acolheram o voto que tinha feito de ser religiosa e de nunca ter outro esposo senão o Cristo. Virgem carmelita No ano de 1582, escolheu entrar no carmelo, porque ali as religiosas comungavam todos os dias. Ingressou, então, com pouco mais de 16 anos, no convento de Santa Maria dos Anjos, onde, depois de alguns combates, deixaria o nome de batismo pelo de Madalena. A sua profissão se realizou na festa da Santíssima Trindade, com tal amor para com Deus, que esteve em êxtase por horas. Transportes de amor Viveu experiências místicas impressionantes, onde eram comuns os êxtases durante a penitência, oração e contemplação, originando extraordinárias visões proféticas. Em alguns transportes de amor, corria por toda a casa, com o rosto abrasado, dizendo: “Eu vivo, eu vivo, mas não sou eu que vivo, é Jesus Cristo que vive em mim”. Enfermidades e purificação da alma Muitas foram as mortificações vividas por Santa Maria Madalena de Pazzi, mas a purificação de sua alma aconteceu nas provações e tentações vividas, por cinco anos, quando experimentou a escuridão e a aridez espiritual. Também suas dores e enfermidades, começadas já no início de sua vida monacal, aumentavam dia após dia, e não se compreendia como um corpo tão fraco podia resistir a tantos males. Suportou tudo sem nenhuma queixa, entregando-se exclusivamente à Paixão de Jesus. Páscoa Sofreu com várias enfermidades até que entrou no Céu, com 41 anos, no dia 25 de maio de 1607. Faleceu no convento de Santa Maria dos Anjos, que hoje leva o seu nome. Beatificada pelo Papa Urbano VIII, no ano de 1626, foi inserida no catálogo dos Santos, em 1669, pelo Papa Clemente IX. Seu lema foi: “Padecer, Senhor, e não morrer!”. A minha oração “Meu Senhor e meu Deus, eu quero um amor tão ardente e entregue por Ti como o de Santa Maria Madalena de Pazzi. Ensinai-me a viver todos os processos de enfermidades e provações sempre com a esperança e a paz interior de que, por Teu amor e por Tua presença, tudo vale a pena sofrer. Eu também quero poder proclamar que és Tu, meu Cristo, quem vive em mim e não mais eu e as minhas vontades.” Santa Maria Madalena de Pazzi, rogai por nós!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 19,25-34

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 19,25-34 Naquele tempo, perto da cruz de Jesus, estavam de pé a sua mãe, a irmã da sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena. Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse à mãe: “Mulher, este é o teu filho”. Depois disse ao discípulo: “Esta é a tua mãe”. Daquela hora em diante, o discípulo a acolheu consigo. Depois disso, Jesus, sabendo que tudo estava consumado, e para que a Escritura se cumprisse até o fim, disse: “Tenho sede”. Havia ali uma jarra cheia de vinagre. Amarraram numa vara uma esponja embebida de vinagre e levaram-na à boca de Jesus. Ele tomou o vinagre e disse: “Tudo está consumado”. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito. Era o dia da preparação para a Páscoa. Os judeus queriam evitar que os corpos ficassem na cruz durante o sábado, porque aquele sábado era dia de festa solene. Então pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas aos crucificados e os tirasse da cruz. Os soldados foram e quebraram as pernas de um e depois do outro que foram crucificados com Jesus. Ao se aproximarem de Jesus, e vendo que já estava morto, não lhe quebraram as pernas; mas um soldado abriu-lhe o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água.

domingo, 24 de maio de 2026

nossa Senhora Auxiliadora

*SANTO DO DIA*

*NOSSA SENHORA AUXILIADORA - AUXÍLIO DOS CRISTÃOS*

* INTRODUÇÃO NA LADAINHA 
O título de Auxiliadora remonta ao século XVI, quando a expressão “Auxiliadora dos Cristãos” foi introduzida na Ladainha de Nossa Senhora pelo Papa São Pio V, após a vitória dos cristãos sobre os muçulmanos na batalha nas águas de Lepanto, em 1571.
* A FESTA 
A festa de Nossa Senhora Auxiliadora foi instituída pelo Papa Pio VII após retornar da França, onde foi preso por Napoleão Bonaparte por cinco anos. Seu retorno se deu no dia 24 de maio de 1814. O Papa atribuiu sua libertação a Nossa Senhora Auxiliadora e fixou a data de 24 de maio para a sua festa. Quem realmente difundiu esse título e devoção foi Dom Bosco. Vejamos um pouco o caminho de sua devoção mariana.
* DOM BOSCO E A DEVOÇÃO 
Dom Bosco, desde pequeno, aprendeu com a sua mãe a ter grande confiança em Nossa Senhora. Mamãe Margarida, sua mãe, sempre interrompia o pesado trabalho no campo para saudar a Virgem Maria. A hora do Angelus era para ela um momento de encontro com Deus e de memória da Anunciação de Maria. Em 1824, quando tinha nove anos, teve o primeiro sonho profético, em que lhe foi manifestado o campo do seu futuro apostolado. Neste sonho, o menino Joãozinho ouviu a voz misteriosa do Senhor que dizia: “DAR-TE-EI A MESTRA” e logo apareceu uma Senhora de aspecto majestoso. Sem saber de quem se tratava, Joãozinho perguntou quem era ela e obteve a resposta: “Eu sou Aquela que sua mãe ensinou a saudar três vezes ao dia”. 
* A BASÍLICA 
No ano de 1862, Dom Bosco iniciou a construção, em Turim, de uma grande Basílica dedicada a Nossa Senhora, Auxílio dos Cristãos. “Nossa Senhora deseja que a veneremos com o título de AUXILIADORA: vivemos em tempos difíceis e necessitamos que a Santíssima Virgem nos ajude a conservar e defender a fé cristã”. Com a construção da Basílica de Maria Auxiliadora de Turim, Dom Bosco quis erguer um monumento eterno do seu amor e gratidão a Virgem Mãe Auxiliadora. “Maria Santíssima é minha Mãe”- dizia ele – “Ela é minha tesoureira. Ela foi sempre a minha guia”. Em suas conferências, Dom Bosco procurava demonstrar a importância da presença materna de Nossa Senhora. Fazia com que refletissem que é importante que ela seja honrada, porque é Mãe de Deus, Mãe de Jesus Cristo e nossa mãe. 
* FAMÍLIA SALESIANA 
Dom Bosco ensinou aos membros da família Salesiana a amarem Nossa Senhora, invocando-a com o título de Auxiliadora. Vários dos seus escritos retratam o amor por Maria Santíssima: “Recomendai constantemente a devoção a Nossa Senhora Auxiliadora e a Jesus Sacramentado”. “Diante de Deus, declaro: Basta que um jovem entre numa casa salesiana para que a Virgem Santíssima o tome imediatamente debaixo de sua especial proteção”. Dom Bosco confiou à Família Salesiana a propagação dessa devoção que é, ao mesmo tempo, devoção à Mãe de Deus, à Igreja e ao Papa. Cultivemos esta devoção mariana, deixada a nós como herança religiosa por Dom Bosco.
*NOSSA SENHORA AUXILIADORA, ROGAI A DEUS PAI POR NÓS!*

*FONTE:*
VATICANNEWS, PAULUS, BÍBLIA DE JERUSALÉM, BÍBLIA PEREGRINO, MISSAL COTIDIANO, CATÓLICO ORANTE, CIC, DEHONIANOS, FRANCISCANO, ARQUISP.

Evangelho de hoje

*24/05/2026 - DOMINGO - DOMINGO DE PENTECOSTES - SOLENIDADE*

*1ª. Leitura:* (At, 2 1-11a)
*Salmo responsorial:* 103(104)
*2ª. Leitura:* (1Cor 12,3b-7.12-13)
*EVANGELHO DO DIA*
*(Jo 20,19-23)*

*Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João*
*19  Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: “A paz esteja convosco”.  20 Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor.  21  Novamente, Jesus disse: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio”.  22  E depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo.  23  A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem não os perdoardes, eles lhes serão retidos”.*
*Palavra da salvação.*
Glória a vós Senhor!

sábado, 23 de maio de 2026

São João Batista de Rossi - 23 de maio

São João Batista de Rossi, presbítero do aconselhamento Santododia sao joao batista de rossi 1 Fundador João Batista de Rossi fundou a “Pia União de Sacerdotes Seculares”, que foi dirigida por ele durante alguns anos. Como desejava obras ainda mais abundantes, também fundou e dirigiu a Casa de Santa Gala, destinada para homens carentes e, depois, a Casa de São Luiz Gonzaga, para mulheres necessitadas. Origens Ele nasceu em Voltagio, na província de Gênova, Itália, no dia 22 de fevereiro de 1698. Aos dez anos de idade, foi trabalhar para uma família muito rica, em Gênova, como pajem. Três anos depois, foi chamado para morar em Roma com seu primo Lourenço Rossi, que já era sacerdote. Estudos Estudou Filosofia no Colégio Romano dos jesuítas, prosseguiu com êxito nos estudos e, depois, concluiu o curso de teologia com os Dominicanos de Minerva, onde conquistou muitos conhecimentos teológicos que lhe foram preciosos, para, mais tarde, ser um bom pregador e confessor de almas. Foi ordenado em 1721, aos 23 anos. Vocação aos necessitados e ao Sacramento da Reconciliação Seu santo de devoção era São Luiz Gonzaga, por isso buscava seguir seu exemplo de vida em sua missão apostólica. Seu objetivo era acolher os mais necessitados, os doentes, encarcerados, pobres e pecadores. E isto ele fazia, principalmente, na direção de suas almas: “Eu não sabia o caminho mais curto para ir ao paraíso, mas agora já sei: é dirigir os outros na confissão… quanto bem aí se pode fazer!”, ele disse certa vez. Tornou-se famoso confessor e foi, inclusive, o padre confessor das Irmãs da Caridade. Morte e canonização Morreu no dia 23 de maio de 1764, com sessenta e seis anos, após ser vencido por uma doença. Tão pobre, não tinha dinheiro para pagar pelo funeral, que foi pago graças aos devotos que o amavam e eram gratos a ele. Foi canonizado pelo Papa Leão XIII no ano de 1881. A minha oração “São João Batista, ao senhor, que suportou as enfermidades sendo suporte e sustento às almas necessitadas, peço que interceda por mim, para que eu também receba a graça de sofrer com paciência todas as adversidades que me surgirem pelo meu caminho. E peço ainda que rogue por todo clero, a fim de que se dediquem com o mesmo amor, fé e piedade, pela salvação e conforto das almas, através do Sacramento da Penitência. Amém.” São João Batista de Rossi, rogai por nós!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 21,20-25

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 21,20-25 Naquele tempo, Pedro virou-se e viu atrás de si aquele outro discípulo que Jesus amava, o mesmo que se reclinara sobre o peito de Jesus durante a ceia e lhe perguntara: "Senhor, quem é que te vai entregar?" Quando Pedro viu aquele discípulo, perguntou a Jesus: "Senhor, o que vai ser deste?" Jesus respondeu: "Se eu quero que ele permaneça até que eu venha, o que te importa isso? Tu, segue-me!" Então, correu entre os discípulos a notícia de que aquele discípulo não morreria. Jesus não disse que ele não morreria, mas apenas: "Se eu quero que ele permaneça até que eu venha, que te importa?" Este é o discípulo que dá testemunho dessas coisas e que as escreveu; e sabemos que o seu testemunho é verdadeiro. Jesus fez ainda muitas outras coisas, mas, se fossem escritas todas, penso que não caberiam no mundo os livros que deveriam ser escritos

sexta-feira, 22 de maio de 2026

Santa Rita 22 de maio

Santa Rita de Cássia, intercessora das famílias e das causas impossíveisA+A- Santa rita de cassia intercessora das familias e das causas impossiveis 2 Uma infância cheia de devoção A pequena periferia de Roccaporena, na Úmbria, foi berço de Margarida Lotti, provavelmente por volta de 1371, chamada com o diminutivo de “Rita”. Seus pais, humildes camponeses e pacificadores, procuraram dar-lhe uma boa educação escolar e religiosa na vizinha cidade de Cássia, onde a instrução era confiada aos Agostinianos. Naquele contexto, amadurece a devoção a Santo Agostinho, São João Batista e São Nicolau de Tolentino, que Rita escolheu como seus protetores. Mulher e mãe dedicada Por volta de 1385, a jovem se uniu em matrimônio com Paulo de Ferdinando de Mancino. A sociedade de então era caracterizada por diversas contendas e rivalidades políticas, nas quais seu marido estava envolvido. Mas a jovem esposa, através da sua oração, serenidade e capacidade de apaziguar, herdadas pelos pais, o ajudou a viver, aos poucos, como cristão de modo mais autêntico. Com amor, compreensão e paciência, a união entre Rita e Paulo tornou-se fecunda, embelezada pelo nascimento de dois filhos: Giangiacomo e Paulo Maria. Porém, a espiral de ódio das facções políticas da época acometeram seu lar doméstico. Assassinato do esposo e perdão O esposo de Rita, que se encontrava envolvido também por vínculos de parentela, foi assassinado. Para evitar a vingança dos filhos, escondeu a camisa ensanguentada do pai. Em seu coração, Rita perdoou os assassinos do seu marido, mas a família Mancino não se resignou e fazia pressão, a ponto de desatar rancores e hostilidades. Rita continuava a rezar, para que não fosse derramado mais sangue, fazendo da oração a sua arma e consolação. Doença dos filhos Entretanto, as tribulações não faltaram. Uma doença causou a morte de Giangiacomo e de Paulo Maria; seu único conforto foi pensar que, pelo menos, suas almas foram salvas, sem mais correr o risco de serem envolvidos pelo clima de represálias, provocado pelo assassinato do marido. Tendo ficado sozinha, Rita intensificou sua vida de oração, seja pelos seus queridos defuntos, seja pela família de Mancino, para que perdoasse e encontrasse a paz. Pedido recusado Com a idade de 36 anos, Rita pediu para ser admitida na comunidade das monjas agostinianas do Mosteiro de Santa Maria Madalena de Cássia. Porém, seu pedido foi recusado: as religiosas temiam, talvez, que a entrada da viúva de um homem assassinado pudesse comprometer a segurança do Convento. No entanto, as orações de Rita e as intercessões dos seus Santos protetores levaram à pacificação das famílias envolvidas na morte de Paulo de Mancino e, após tantas dificuldades, ela conseguiu entrar para o Mosteiro. Monja Agostiniana Narra-se que, durante o Noviciado, para provar a humildade de Rita, a Abadessa pediu-lhe para regar o tronco seco de uma planta, e sua obediência foi premiada por Deus, pois a videira, até hoje, é vigorosa. Com o passar dos anos, Rita distinguiu-se como religiosa humilde, zelosa na oração e nos trabalhos que lhe eram confiados, capaz de fazer frequentes jejuns e penitências. Suas virtudes tornaram-se famosas até fora dos muros do Mosteiro, também por causa das suas obras de caridade, juntamente com algumas coirmãs; além da sua vida de oração, ela visitava os idosos, cuidava dos enfermos e assistia aos pobres. A Santa das rosas Cada vez mais imersa na contemplação de Cristo, Rita pediu-lhe para participar da Sua Paixão. Em 1432, absorvida em oração, recebeu a ferida na fronte de um espinho da coroa do Crucifixo. O estigma permaneceu, por quinze anos, até a sua morte. No inverno, que precedeu a sua morte, enferma e obrigada a ficar acamada, Rita pediu a uma prima, que lhe veio visitar em Roccaporena, dois figos e uma rosa do jardim da casa paterna. Era janeiro, período de inverno na Itália, mas a jovem aceitou seu pedido, pensando que Rita estivesse delirando por causa da doença. Ao voltar para casa, ficou maravilhada por ver a rosa e os figos no jardim e, imediatamente, os levou a Rita. Para ela, estes eram sinais da bondade de Deus, que acolheu no Céu seus dois filhos e seu marido. Veneração de Rita Santa Rita expirou na noite entre 21 e 22 de maio de 1447. Devido ao grande culto que brotou logo depois da sua morte, o corpo de Rita nunca foi enterrado, mas mantido em uma urna de vidro. Rita conseguiu reflorescer, apesar dos espinhos que a vida lhe reservou, espalhando o bom perfume de Cristo e aquecendo tantos corações no seu gélido inverno. Por este motivo e em recordação do prodígio de Roccaporena, a rosa é, por excelência, o símbolo de Rita. A minha oração “Rita, grande intercessora das famílias, a ti pedimos verdadeiras graças de conversão sobre aqueles aos quais amamos. Tuas rosas são sinais de salvação, por isso, te pedidos a paciência e o perdão, a oração e intercessão, ajuda-nos de forma concreta nesta luta. Amém!” Santa Rita de Cássia , rogai por nós!

22 de maio | A oração mais difícil da sua vida Santa Rita de Cássia

22 de maio | A oração mais difícil da sua vida Santa Rita de Cássia 1381–1457 d.C. Qual foi a oração mais difícil que você já teve que fazer? Talvez a oração mais difícil que qualquer um de nós possa fazer seja render-se à vontade de Deus para as nossas vidas. Seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. Você reza essas palavras toda vez que reza o Pai Nosso, mas já parou para pensar na profundidade delas? Significa fazer a vontade de Deus em nosso dia a dia — em tudo o que pensamos, fazemos e dizemos. Entregar-se à vontade de Deus é o Monte Everest da espiritualidade. Santa Rita de Cássia escalou o Monte Everest da espiritualidade, mesmo quando o caminho parecia quase impossível. A vida de Rita foi marcada por tragédias e profunda fé em Deus. Desde jovem, ela desejava se tornar freira, mas seus pais a casaram com Paolo Mancini, um homem que, embora inicialmente encantador, mostrou-se violento e raivoso. " Seja feita a Tua vontade." Essa era a oração fundamental de Rita a Deus, enquanto também pedia ao marido que melhorasse seu caráter. Ela orou por 18 anos consecutivos, e então seu marido finalmente se tornou mais amável e gentil, pouco antes de ser assassinado devido a uma rixa local. Seja feita a tua vontade. Sem dúvida, Rita achou mais difícil fazer essa oração agora. Deixar que a vontade de Deus fosse feita através dela significava perdoar os assassinos de seu marido. " Seja feita a tua vontade" tornou-se uma oração ainda mais difícil quando seus dois filhos não perdoaram os assassinos de seu pai e, em vez disso, juraram vingança. Rita, de alguma forma, encontrou forças para fazer a oração mais difícil de sua vida. Ela orou para que seus filhos fossem poupados de cometer um pecado mortal e de se vingar. Ela orou para que, se fosse da vontade de Deus, eles fossem levados para o céu antes que isso acontecesse. Os dois filhos de Rita morreram de causas naturais antes que pudessem consumar sua vingança. O que Rita deve ter sentido? É impossível saber, mas mesmo depois de tanto sofrimento, ela buscou a vontade de Deus e entrou para um convento agostiniano em Cássia, na Itália. Tornou-se freira e dedicou toda a sua vida a Deus. Santa Rita de Cássia passou o resto de seus dias dentro dos muros do convento. Sua espiritualidade estava profundamente enraizada na paixão de Jesus, e ela meditava frequentemente sobre as dores e a entrega de Jesus. Uma frase de Jesus ao Pai foi particularmente relevante para a sua vida, e é relevante para a vida de todos nós: “Não a minha vontade, mas a tua seja feita” (Lucas 22:42). Então, qual foi a oração mais difícil que você já teve que fazer? Provavelmente alguma variação de " Seja feita a Tua vontade" . A vida de Santa Rita não tem o propósito de nos assustar, embora seja repleta de tragédias. Ela serve como um lembrete de que, por mais difícil que seja confiar e por mais difícil que seja enxergar às vezes, a vontade de Deus é sempre para o nosso bem supremo. Que o exemplo de Santa Rita te encoraje a rezar, quaisquer que sejam os desafios que enfrentes: Seja feita a Tua vontade. 

evangelho do dia 22 de maio

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 21,15-19 Jesus manifestou-se aos seus discípulos e, depois de comerem, perguntou a Simão Pedro: "Simão, filho de João, tu me amas mais do que estes?" Pedro respondeu: "Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo". Jesus disse: "Apascenta os meus cordeiros". E disse de novo a Pedro: "Simão, filho de João, tu me amas?" Pedro disse: "Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo". Jesus disse-lhe: "Apascenta as minhas ovelhas". Pela terceira vez, perguntou a Pedro: "Simão, filho de João, tu me amas?" Pedro ficou triste, porque Jesus perguntou três vezes se ele o amava. Respondeu: "Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo". Jesus disse-lhe: "Apascenta as minhas ovelhas. Em verdade, em verdade te digo: quando eras jovem, tu te cingias e ias para onde querias. Quando fores velho, estenderás as mãos e outro te cingirá e te levará para onde não queres ir". Jesus disse isso, significando com que morte Pedro iria glorificar a Deus. E acrescentou: "Segue-me".

quinta-feira, 21 de maio de 2026

SS. Cristóvão de Magalhães, sac., e Companheiros, mártires no México - 21 de maio

 

SS. Cristóvão de Magalhães, sac., e Companheiros, mártires no México

S. Cristóvão de MagalhãesS. Cristóvão de Magalhães 

“Não se preocupem, irmãos! Mais um momento e, depois, o Céu. Morro inocente e peço a Deus que o meu sangue possa servir para a união dos meus irmãos mexicanos” (São Cristóvão de Magalhães, em seu leito de morte).

Os primeiros anos do século XX foram difíceis para a Igreja no México. Em 1917, o presidente do país concordou com a entrada em vigor de uma nova Constituição, inspirada em princípios anticlericais. Os Bispos se opuseram, imediatamente, mas só conseguiram causar uma reação forte e violenta no governo.

Perseguição à Igreja no México

O Presidente mudou, mas a situação continuou a mesma, ou melhor, piorou. Em 31 de julho de 1926, pela primeira vez em 400 anos, foi suspenso o culto público, em todas as igrejas do país, e o clero católico maltratado.
Tratava-se de uma verdadeira perseguição: foram expulsos os sacerdotes estrangeiros; proibidas e fechadas as escolas particulares, de inspiração católica; suprimidas muitas obras de caridade, pertencentes à Igreja. O povo, porém, não ficou parado olhando. Os leigos mexicanos se organizaram e formaram a chamada “Liga em Defesa da Liberdade Religiosa”, pedindo o apoio dos sacerdotes, que preferiram uma solução pacífica. A situação se precipitou logo, a ponto de chegar à luta armada.

“Movimento Cristero"

A guerra civil, que eclodiu naqueles anos, ficou conhecida com o nome de “Movimento Cristero”, levada adiante pelos fiéis, que queriam defender, a todo custo, a sua liberdade religiosa. Por isso, pediam, com insistência, o apoio de seus pastores, que preferiam sempre uma resistência pacífica: alguns padres deixaram suas paróquias e outros eram completamente hostis ao Movimento. A maioria, mesmo se dissociando, não quis abandonar seus fiéis, se prodigalizando para cuidar das almas: foi o caso de Cristóvão de Magalhães.

Cristóvão de Magalhães, sacerdote de todos

Cristóvão nasceu em Totiche, próximo de Guadalajara, em 1869, no seio de uma família de camponeses, da qual aprendeu a ser devoto do Sagrado Coração de Jesus e de Nossa Senhora do Rosário.
Ainda jovem, entrou para o Seminário, foi ordenado sacerdote, em 1888, e se tornou pároco da sua aldeia natal. Em Azqueltán, deu início a uma missão entre os nativos de Huicholes, com o objetivo de evangelizar; fundou várias escolas, um abrigo para órfãos e um asilo para idosos.
Animado por sua devoção a Maria, começou a propagar a oração do santo Rosário, mas pregava também o desapego dos bens materiais e buscava melhorar o padrão de vida de seus concidadãos. No entanto, a sua pregação tinha como alvo, de modo especial, as vocações sacerdotais. Quando fecharam o seminário de Guadalajara, fundou, em sua paróquia, um pequeno centro para a preparação de futuros sacerdotes.

Martírio com 24 Companheiros

Quando o "Movimento Cristero" se propagou, Cristóvão não aderiu, pelo contrário, rejeitava, categoricamente, o uso da violência, recordando que Jesus e seus Apóstolos nunca recorreram a ela. Convencido disso, escreveu em um artigo do jornal local: “A única arma da Igreja é a Palavra de Deus”. Entretanto, jamais abandonou o seu povo.
Na manhã de 21 de maio de 1927, Cristóvão foi preso pelo Exército federal, com a acusação de apoiar a rebelião. Mas, na verdade, foi condenado à morte pelo simples fato de ser sacerdote. Quatro dias depois, foi fuzilado, em Colotlán, junto com 24 companheiros, entre os quais 21 sacerdotes: Roman Adame Rosales, Rodrigo Aguilar Alemán, Júlio Alvarez Mendoza, Luís Batis Sáinz, Agustín Caloca Cortés, Mateus Correa Magalhães, Atilano Cruz Alvarado, Miguel de la Mora, Pedro Esqueda Ramírez, Margarito Flores Garcia, José Isabel Flores Varela, David Galván Bermúdez, Pedro de Jesús Maldonado Lucero, Jesús Méndez Montoya, Justyn Orona Madrigal, Sabas Reyes Salazar, José Maria Robles Hurtado, Toribio Romo González, Jenaro Sánchez Delgadillo, David Uribe Velasco, Tranquilino Ubiarco Robles; e três leigos: Salvador Lara Puente, Manuel Morales e David Roldán Lara.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 17,20-26

 Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 

17,20-26

Naquele tempo,
Jesus ergueu os olhos ao céu e rezou, dizendo:

“Pai santo, eu não te rogo somente por eles,
mas também por aqueles
que vão crer em mim pela sua palavra;

para que todos sejam um
como tu, Pai, estás em mim e eu em ti,
e para que eles estejam em nós,
a fim de que o mundo creia que tu me enviaste.

Eu dei-lhes a glória que tu me deste,
para que eles sejam um, como nós somos um:

eu neles e tu em mim,
para que assim eles cheguem à unidade perfeita
e o mundo reconheça que tu me enviaste
e os amaste, como me amaste a mim.

Pai, aqueles que me deste,
quero que estejam comigo onde eu estiver,
para que eles contemplem a minha glória,
glória que tu me deste
porque me amaste antes da fundação do universo.

Pai justo, o mundo não te conheceu,
mas eu te conheci,
e estes também conheceram que tu me enviaste.

Eu lhes fiz conhecer o teu nome,
e o tornarei conhecido ainda mais,
para que o amor com que me amaste esteja neles,
e eu mesmo esteja neles”.
Palavra da Salvação.

quarta-feira, 20 de maio de 2026

São Bernardino de Sena 20 de maio

 

São Bernardino de Sena 

Nasceu na Itália no ano de 1380. Com 3 anos ficou órfão de mãe e, aos 7 anos, ficou órfão de pai. O jovem Bernardino foi criado pelas tias as quais o ensinaram sobre a devoção a Nossa Senhora e a Jesus Cristo. Teve uma boa educação na fé e nos seus ensinamentos, estudou na universidade de Sena e, aos 22 anos, decidiu abandonar tudo e entrar para a ordem dos Franciscanos.

Já como frade franciscano, São Bernardino ingressou no movimento da observância, que constituía numa vivencia mais radical da pobreza a exemplo de São Francisco de Assis. E se dedicava de forma tão concreta que foi o responsável geral pelos mosteiros nos quais viviam os frades adeptos a essa observância dentro da ordem.

Muito conhecido pelo seu trabalho com o povo e as suas pregações incisivas, numa época em que a Itália passava por muitos problemas, como pestes e divisões políticas. São Bernardino pregava sobre caridade, paz, concórdia e a justiça e, com simplicidade, falava de coisas grandiosas, atingindo diretamente o coração e indo ao encontro da necessidade daquele povo. Houveram muitas conversões por meio de suas pregações.

Por onde ia, carregava consigo o sinal JHS, significando “Jesus Salvador dos Homens”, e orientava aos fiéis que se voltassem a esse símbolo e se recordassem que Jesus veio para salvá-los e, assim, se convertendo e arrependendo de seus pecados pudessem encontrar a salvação.

Os seus sermões tiveram um grande alcance e chegaram até nós, pois São Bernardino tinha consigo um Taquigrafo, uma pessoa com a habilidade de transcrever com facilidade e rapidez. Assim, suas exortações e apelos à conversão puderam alcançar inúmeras pessoas ao longo dos anos, não só naquele período histórico. Tornando-se padroeiro dos publicitários.

Com a sua vida de penitência e pobreza, dedicava-se à evangelização dos povos, encontrando a sua força na eucaristia e sendo orientado pelo Espirito Santo. Devoto da Santíssima Virgem Maria, queria espalhar esse amor a Ela e a seu filho Jesus. Em um texto retirado de seus sermões, exortava o povo dizendo: “O nome de Jesus é a luz dos pregadores, porque ilumina, com o seu esplendor, os que anunciam e os que ouvem a Sua Palavra. Por que razão a luz da fé se difundiu no mundo inteiro tão rápida e ardentemente, senão por que foi pregado este nome?”.

Após anos de dedicação apostólica, São Bernardino adoeceu e partiu para a glória no ano de 1444. Hoje, intercede por nós junto a Deus Pai. De forma especial, pelos pregadores e anunciadores da Palavra de Deus, por todos aqueles que comunicam o amor de Deus. No ano de 1450 foi canonizado pelo Papa Nicolau V. Seu túmulo se encontra na igreja dos Franciscanos em Áquila.

Oração

“Senhor Jesus, o Seu Nome é o maior e melhor opção de vida.

Obrigado pela vida de São Bernardino, que contribuiu para que a fé cristã se espalhasse por toda a terra.

Amém.”

São Bernardino de Sena, rogai por nós!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 17,11b-19

 Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 

17,11b-19

Naquele tempo,
Jesus ergueu os olhos ao céu e rezou, dizendo:

"Pai santo, guarda-os em teu nome,
o nome que me deste,
para que eles sejam um
assim como nós somos um.

Quando eu estava com eles,
guardava-os em teu nome,
o nome que me deste.
Eu guardei-os e nenhum deles se perdeu,
a não ser o filho da perdição,
para se cumprir a Escritura.

Agora, eu vou para junto de ti,
e digo estas coisas, estando ainda no mundo,
para que eles tenham em si
a minha alegria plenamente realizada.

Eu lhes dei a tua palavra,
mas o mundo os rejeitou,
porque não são do mundo,
como eu não sou do mundo.

Não te peço que os tires do mundo,
mas que os guardes do Maligno.

Eles não são do mundo,
como eu não sou do mundo.

Consagra-os na verdade;
a tua palavra é verdade.

Como tu me enviaste ao mundo,
assim também eu os enviei ao mundo.

Eu me consagro por eles,
a fim de que eles também sejam consagrados na verdade".

terça-feira, 19 de maio de 2026

Santa Maria Bernarda, missionária caridosa na América do Sul - 19 de maio

 

Santa Maria Bernarda, missionária caridosa na América do Sul

Origens
Maria Bernarda (Verena Bütler – nome de nascimento) nasceu no dia 28 de maio de

 1848, em Auw, Suíça. Ela é a primeira santa deste país. Foi a 4ª filha de Henrique 

e Catarina Bütler. Era da Terceira Ordem Regular e fundou a Congregação

 das Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria Auxiliadora.

Infância e juventude
Maria Bernarda foi batizada no mesmo dia em que nasceu. Aos 7 anos, começou 

a frequentar a escola. Ela recebeu a sua Primeira Comunhão em 16 de Abril de 1860, 

com quase 12 anos. Em sua juventude, apaixonou-se por um moço trabalhador,

 porém, ao perceber o chamado de Deus, rompeu com esse compromisso. 

Sendo assim, aos 19 anos, ingressou no Convento de Maria Auxiliadora em 

Altstätten, consagrando-se na vida contemplativa.

Chamado missionário
Anos após a sua consagração, ela recebeu uma carta de Dom Pietro 

Schumacher, Bispo de Portoviejo, Equador, no qual se tratava da condição

 precária de sua gente. Com um desejo missionário e aberta às demandas da Igreja, 

foi com o coração aberto na companhia de outras irmãs. Desse modo, trabalhou 

anunciando o Evangelho.

Fundação da congregação
Com a missão de anunciar o Evangelho, fundou a Congregação das Irmãs 

Franciscanas Missionárias de Maria Auxiliadora. Os primeiros anos de missão

 foram intensos. Baseavam-se nas obras de misericórdia para sua missionariedade.

 Logo, os frutos de sua entrega foram surgindo. Contudo, as irmãs não estiveram 

livres de sofrimentos. Suas dificuldades incluíam pobreza, o clima abafado e riscos 

à saúde.

Fuga do Equador e outras congregações
Em 1895, violentas perseguições à Igreja ocorreram, motivo esse que fizeram 

as irmãs fugirem do país. Desse modo, foram para Cartagena, Colômbia. Lá, 

foram acolhidas por Dom Eugênio Biffi. Durante 36 anos, fora de sua terra natal, 

sua missão não se limitou apenas ao Equador e à Colômbia, mas outras 

irmãs foram enviadas para congregações iniciadas na Europa e também no Brasil

 (1911).

Fama de santidade
Maria Bernarda faleceu em 19 de maio de 1924, em Cartagena, Colômbia, com 56 

anos de vida consagrada e 38 anos de vida missionária. Sua fama de santa já 

havia se espalhado desde o Equador e foi reforçada nas falas do pároco local:

“Esta manhã, em nossa cidade, faleceu uma santa: a reverenda Madre Bernarda”.

Oração

Santa Maria Bernarda,
que estais tão perto de Deus,
sede nossa protetora na terra
e nossa intercessora no Céu.

Alcançai-nos a graça da saúde,
da paz e da concórdia.

Que em nossa família nunca falte
a união, o amor, o trabalho digno
e o alimento necessário.
Amém.

Minha oração
“Ó Deus, que, pelo exemplo de Santa Maria Bernarda, missionária caridosa e

 anunciadora do Evangelho, possamos ser inflamados pelo desejo ardente de nos 

dispormos a levar a Boa nova do Evangelho a todos e praticar com devoção as obras

 de misericórdia para com os necessitados, de modo que as almas sejam tocadas

or Ti e se inspirem da mesma forma. Amém.”

Santa Maria Bernarda, rogai por nós!