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Cavaleiros de Santa Ângela
Primeiro grupo de motociclistas católicos do Brasil fundado em maio de 2016. REGISTRADO NO TOMBO DA PARÓQUIA DE SANTA ÂNGELA DE RIBEIRÃO PRETO
quinta-feira, 15 de outubro de 2026
Santa Teresa d’Ávila, a grande doutora da oração - 15 de outubro de 2026
Santa Teresa d’Ávila, a grande doutora da oração
Origens
Segunda filha de um judeu convertido, Santa Teresa de Ávila (também conhecida como Santa Teresa de Jesus), Teresa Sánchez de Cepeda Dávila y Ahumada, nasceu em Ávila (Castela), em 28 de março de 1515. A infância feliz, passada junto com irmãos e primos, a deixa fascinada por romances de cavalaria. Após a morte, em batalha, de seu irmão mais velho, Giovanni, em 1524, e a perda de sua mãe, Beatrice, a jovem foi enviada para estudar no mosteiro agostiniano de Nossa Senhora da Graça. Ali, foi atingida por uma primeira crise existencial.
Fuga para o Carmelo
Após uma grave doença, regressa à casa do pai, onde assiste à partida do seu querido irmão Rodrigo para as colônias espanholas no ultramar. Em 1536, foi atingida pela chamada “grande crise” e amadureceu a firme decisão de entrar no mosteiro com os Carmelitas da Encarnação de Ávila. Mas o pai se recusa e Teresa foge de casa. Acolhida pelas freiras, chegou à profissão em 3 de novembro de 1537.
Embates na saúde
Sua saúde logo se deteriora novamente. Apesar do consequente retorno à família, o caso é julgado desesperador. Santa Teresa D’Ávila é levada de volta ao convento onde as freiras começam a preparar seu funeral. Inexplicavelmente, porém, em poucos dias, a paciente volta à vida. Parcialmente liberta dos compromissos da vida de clausura, devido à convalescença.
“Morro filha da Igreja” (Santa Teresa D’Ávila)
Mulher da mística
De carácter alegre, amante da música, da poesia, da leitura e da escrita, vai tecer uma densa rede de amizades, polarizando em torno de si várias pessoas desejosas de a conhecer. Mas em breve ela perceberá esses encontros como motivos de distração da tarefa principal da oração e experimentará sua “segunda conversão”: “Meus olhos caíram sobre uma imagem … Ela representava Nosso Senhor coberto de feridas. Assim que olhei para ela, me senti todo emocionado… Me joguei aos pés d’Ele em prantos e implorei que me desse forças para não mais ofendê-Lo”.
As visões e êxtases representam o capítulo mais misterioso e interessante da vida de Santa Teresa de Ávila. Na Autobiografia (escrita por ordem do bispo) e em outros textos e cartas, descreve as várias etapas das manifestações divinas, visuais e auditivas. Ela é vista levitando, desmaiando e permanecendo morta (é assim que Bernini a retratará por volta de 1650, na estátua de S. Maria Della Vittoria em Roma). Essas manifestações correspondem a um grande crescimento espiritual, que Teresa, naturalmente trazida à escrita e à poesia, vai derramar em seus textos místicos, entre os mais claros, poderosos, poéticos já escritos.
Reforma do Carmelo
Não compreendida nesta sua intensa espiritualidade e considerada por alguns dos seus confessores até vítima de ilusões demoníacas, é apoiada pelo jesuíta Francesco Borgia e pelo frade franciscano Pietro d’Alcántara, que dissiparão as dúvidas dos seus acusadores. Teresa sente que deve refundar o Carmelo para remediar uma certa desorganização interna. Em 1566, o Superior Geral da Ordem autorizou-o a fundar vários mosteiros em Castela, incluindo dois conventos de Carmelitas Descalços. Assim, surgem os conventos em Medina, Malagon e Valladolid (1568); Toledo e Pastrana (1569); Salamanca (1570); Alba de Tormes (1571); Segóvia, Beas e Sevilha (1574); Sória (1581); Burgos (1582), entre outros.
Santa Teresa D’ Ávila: Fundadora e Amiga de João da Cruz
Amizade com João da Cruz
Decisivo, em 1567, foi o encontro entre Santa Teresa D’ Ávila e um jovem estudante de Salamanca, recém ordenado sacerdote: com o nome de João da Cruz, o jovem assumiu a roupagem do Scalzi e acompanhou o fundador em suas viagens . Juntos, eles superaram vários eventos dolorosos, incluindo divisões dentro da ordem e até acusações de heresia. Eventualmente Santa Teresa D’ Ávila prevalecerá com o nascimento da ordem reformada dos Carmelitas e Carmelitas Descalços.
Páscoa
A obra mais famosa de Teresa é certamente “O Castelo Interior”, um itinerário da alma em busca de Deus, por meio de sete passagens particulares de elevação, ladeadas pelo Caminho da Perfeição e pelos Fundamentos, bem como por muitas máximas, poemas e orações. Incansável apesar de sua saúde precária, Santa Teresa D’Ávila morreu em Alba de Tormes em 1582, durante uma de suas viagens.
Síntese
Virgem e doutora da Igreja: ingressou na Ordem Carmelita em Ávila na Espanha e tornou-se mãe e mestra de uma observância muito rigorosa, preparou em seu coração um caminho de aperfeiçoamento espiritual sob o aspecto de uma ascensão gradual da alma a Deus ; para a reforma de sua Ordem suportou muitas tribulações, que sempre superou com um espírito invencível; também escreveu livros imbuídos de elevada doutrina e carregados de sua profunda experiência. Canonizada em 12 de março de 1622, pelo Papa Gregório XV.
Minha oração
“Ó doutora da oração, ensinai àqueles que te procuram uma vida verdadeiramente contemplativa que alcança a cada um em sua própria realidade. Convocai as almas para se entregarem verdadeiramente na intercessão, assim como novas vocações carmelitas. Que, através da oração, possamos encontrar a vontade de Deus. Amém.”
Santa Teresa de Jesus, rogai por nós!
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 11,47-54
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas
11,47-54
Naquele tempo, disse o Senhor:
"Ai de vós, porque construís os túmulos dos profetas;
no entanto, foram vossos pais que os mataram.
Com isso, vós sois testemunhas
e aprovais as obras de vossos pais,
pois eles mataram os profetas
e vós construís os túmulos.
É por isso que a sabedoria de Deus afirmou:
Eu lhes enviarei profetas e apóstolos,
e eles matarão e perseguirão alguns deles,
a fim de que se peçam contas a esta geração
do sangue de todos os profetas,
derramado desde a criação do mundo,
desde o sangue de Abel até o sangue de Zacarias,
que foi morto entre o altar e o santuário.
Sim, eu vos digo:
serão pedidas contas disso a esta geração.
Ai de vós, mestres da Lei,
porque tomastes a chave da ciência.
Vós mesmos não entrastes,
e ainda impedistes os que queriam entrar".
Quando Jesus saiu daí,
os mestres da Lei e os fariseus
começaram a tratá-lo mal,
e a provocá-lo sobre muitos pontos.
Armavam ciladas, para pegá-lo de surpresa,
por qualquer palavra que saísse de sua boca.
quarta-feira, 14 de outubro de 2026
São Calisto I, Papa criador do cemitério da Via Ápia - 14 de outubro
São Calisto I, Papa criador do cemitério da Via Ápia
Origens
Romano de Trastevere, filho de escravos, São Calisto não teve vida fácil. Ele está sepultado com efeito na igreja de Santa Maria, em Trastevere, e não nas catacumbas que levam seu nome.
Administrador pouco habilidoso
O cristão Carpóforo, da família do imperador Cômodo, havia lhe confiado a administração dos bens da comunidade cristã. Não foi um hábil administrador e, descoberto um grande desfalque, Calisto fugiu.
Capturado em Óstia, a ponto de zarpar, foi condenado a girar a roda de um moinho. Carpóforo mostrou-se generoso, condenando-o a pagar o débito, mas a justiça seguiu seu curso. Foi condenado à flagelação, depois, deportado para as minas da Sardenha.
São Calisto I: de Condenado a Papa da Igreja
A Liberdade
Libertado, o Papa Vítor ocupou-se pessoalmente dele — sinal de que Calisto desfrutava de certa fama, furto à parte. Para desviá-lo da tentação, fixou-lhe um ordenado. O sucessor Zeferino foi igualmente generoso: ordenou-o diácono e confiou-lhe a guarda do cemitério cristão na via Ápia Antiga (as célebres catacumbas conhecidas em todo o mundo com seu nome).
Missão: Cemitérios da Igreja
O Papa Zeferino, no entanto, o chamou de volta à Roma, confiando-lhe os cuidados dos cemitérios da Igreja. Assim começou a escavação do grande cemitério ao longo da Via Appia que leva seu nome.
Eleito Papa
Com a morte de Zeferino, Calisto foi eleito Papa. Mas seu pontificado atraiu as inimizades de uma ala da comunidade cristã de Roma que o acusou falsamente de heresia.
Opositores
Ele teve muitos opositores entre os cristãos dissidentes de Roma e, justamente, de um escrito do líder desses cristãos separados, um antipapa. Por essa razão, temos quase todas as notícias sobre ele apresentadas, porém, de forma tendenciosa. Lemos que, antes de se tornar Papa, ele era escravo e fraudador. Tendo fugido para Portugal, foi preso e levado de volta a Roma, onde foi condenado a trabalhos forçados nas minas da Sardenha. Retornando a Roma por ocasião de uma anistia, ele foi enviado para Anzio.
Páscoa
São Calisto coroou a vida com o martírio, como bom Pastor que dá a vida pelas suas ovelhas. Segundo a tradição mais segura, morreu numa revolta popular contra os cristãos e foi lançado a um poço. Mais tarde, deram-lhe sepultura honorífica no Cemitério de Calepódio, na Via Aurélia, junto do lugar do seu martírio. Assim se explica não ter sido enterrado na grande necrópole que ele próprio ampliara e onde foram enterrados São Zeferino e os Papas seguintes, na parte chamada precisamente Cripta dos Papas.
O Legado de São Calisto I
A Construção da Cripta
Uma das metas obrigatórias para os peregrinos e turistas que se dirigem à Roma são as catacumbas. Particularmente célebres e frequentadas são as de São Calisto, definidas pelo Papa João XXIII “as mais respeitáveis e as mais célebres de Roma”. Numa área de mais de 120.000 m², com quatro andares sobrepostos, foi calculado que lá existem não menos de 20 quilômetros de corredores.
Importância da Cripta
Essa obra colossal fixa para sempre a memória de São Calisto, que cuidou de sua realização, primeiro como diácono do Papa Zeferino, e depois como o próprio Papa. Mas além das dimensões, este lugar é precioso pelo grande número e pela importância dos mártires que ali foram sepultados, e particularmente célebres são a cripta de Santa Cecília e a contígua à dos papas, na qual foram sepultados o Papa Ponciano Antero, Fabiano entre outros.
Relíquia
O túmulo dele está colocado bem no meio da Roma antiga, na basílica de Santa Maria in Trastevere, que, construída por determinação do Papa Júlio, na metade do século IV, foi intitulada também de São Calisto.
Minha oração
“Ao Papa santo e pastor da Igreja, rogai pelos fiéis espalhados pelo mundo e não os deixeis abandonados sem pastores. Atrai vocações para o seguimento radical de Cristo assim como novos sacerdotes. Que sejamos santos à imagem de Jesus, Bom pastor. Amém!”
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 11,42-46
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas
11,42-46
Naquele tempo, disse o Senhor:
"Ai de vós, fariseus,
porque pagais o dízimo da hortelã,
da arruda e de todas as outras ervas,
mas deixais de lado a justiça e o amor de Deus.
Vós deveríeis praticar isso,
sem deixar de lado aquilo.
Ai de vós, fariseus,
porque gostais do lugar de honra nas sinagogas,
e de serdes cumprimentados nas praças públicas.
Aí de vós,
porque sois como túmulos que não se veem,
sobre os quais os homens andam sem saber".
Um mestre da Lei tomou a palavra e disse:
"Mestre, falando assim,
insultas-nos também a nós!"
Jesus respondeu:
"Ai de vós também, mestres da Lei,
porque colocais sobre os homens cargas insuportáveis,
e vós mesmos não tocais nessas cargas,
nem com um só dedo".
terça-feira, 13 de outubro de 2026
São CARLO ACUTIS - 13 de outubro
Carlo Acutis nasceu em 3 de maio de 1991, em Londres, Inglaterra, mas cresceu na Itália, onde sua família se estabeleceu. Desde muito jovem, Carlo demonstrava grande interesse pela tecnologia, sendo autodidata em programação e design de sites.
Sua paixão pelo mundo digital, entretanto, não se sobrepunha à sua profunda fé católica. Desde a infância, Carlo tinha uma forte devoção à Eucaristia, que considerava seu “caminho para o céu”. A simplicidade e a profundidade de sua espiritualidade conquistaram a admiração de todos ao seu redor.
Aos sete anos, Carlo fez a sua primeira comunhão e, desde então, não deixou de participar diariamente da missa, sempre que possível. Além disso, dedicava-se ao sacramento da confissão semanalmente, buscando sempre estar em comunhão com Deus. A sua vida era marcada por uma intensa prática de caridade, ajudando os mais necessitados, tanto material quanto espiritualmente.
Em meio à sua vivência cristã, Carlo encontrou na internet uma forma de evangelização. Ele criou um site em que documentou os milagres eucarísticos ao redor do mundo, destacando a importância da presença real de Cristo na Eucaristia. Com isso, queria compartilhar sua fé com o mundo e mostrar como a tecnologia poderia ser uma ferramenta a serviço do Evangelho.
Infelizmente, aos 15 anos, Carlo foi diagnosticado com uma leucemia fulminante. Durante o tratamento, ofereceu seus sofrimentos pela Igreja e pelo Papa, demonstrando uma profunda aceitação da vontade de Deus. Ele faleceu em 12 de outubro de 2006, em Monza, Itália. Sua vida, breve, mas repleta de testemunho cristão, inspirou milhares de pessoas.
Carlo foi beatificado em 10 de outubro de 2020, pelo Papa Francisco, e canonizado em 07 de setembro de 2025, pelo Papa Leão XIV, tornando-se um exemplo contemporâneo de santidade jovem e próxima das realidades tecnológicas do mundo moderno.
Em 2026, durante a 62.ª Assembleia Geral da CNBB, o episcopado brasileiro aprovou a mudança da memória litúrgica de São Carlo Acutis no Brasil para o dia 13 de outubro, devido à precedência litúrgica da Solenidade de Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil, no dia 12.
Reflexão:
A espiritualidade de Carlo Acutis era centrada na Eucaristia. Ele costumava dizer que “a Eucaristia é a minha estrada para o céu”, evidenciando sua profunda fé na presença real de Cristo nesse sacramento. Além disso, ele tinha uma forte devoção à Virgem Maria, rezando o terço diariamente e incentivando outras pessoas a fazerem o mesmo. Para Carlo, a oração e os sacramentos eram o alicerce de uma vida cristã autêntica, enraizada no amor a Deus e ao próximo. Carlo também acreditava que a santidade era um caminho acessível a todos, e não algo reservado a uma minoria. Ele dizia que “todos nascem como originais, mas muitos morrem como cópias”, chamando atenção para a necessidade de cada pessoa buscar viver a sua fé de maneira pessoal e autêntica. Sua vida espiritual era simples e direta, com um foco claro no essencial: amor a Deus e serviço aos outros.
Oração:
Ó, Pai, que nos deste um ardente testemunho do jovem Carlo Acutis, que fez da Eucaristia o centro da sua vida e a força da sua entrega cotidiana, concedei-me a graça que tanto necessito (pedido), à imitação dele, para que também eu possa colocar Cristo no centro da minha vida. Por Cristo, Nosso Senhor. Amém.
santo EDUARDO - 13 de outubro
O “bom rei Eduardo”, como o chamavam seus súditos, deixou uma bela recordação de si, antes de tudo por haver abolido algumas leis injustas. A seguir, por causa do temperamento suave e generoso. Instaurou um período de paz e prosperidade na Inglaterra, depois de longas contendas entre o partido normando e o anglo-saxão.
Por amor à paz desposou a culta Edite Golwin, filha de seu mais irredutível adversário, o astuto barão Golwin. Este ficou convencido de haver realizado seu sonho de governar o país: receberia carta branca do piedoso monarca, que deixaria em suas mãos a administração de todo o Estado, a fim de cultivar sem preocupação seu hobby, a caça, e dedicar-se à oração e à ascese cristã.
O jovem rei desfrutava a fama de santidade e era já chamado de “confessor” — talvez para distingui-lo do avô, Eduardo, o Mártir, assassinado por ordem de sua madrasta.
Mas o barão havia feito um cálculo errado, pois o jovem rei Eduardo, ao perceber as intenções do sogro, exilou-o do reino e encerrou Edite em um convento. Mas por pouco tempo: apaixonado pela mulher, chamou-a para junto de si. Segundo os biógrafos do santo, ambos fizeram voto de virgindade de comum acordo. Não faltavam ilustres exemplos também na história das casas reinantes da Europa.
Filho do rei Etelredo II, o Irresoluto, Eduardo tinha vivido no exílio junto com os parentes maternos, de 1014 a 1041, na Normandia. Então fez voto de realizar uma peregrinação a Roma se obtivesse a graça de poder voltar à pátria. Quando, por fim, pôs os pés na Inglaterra e tomou posse do trono, quis cumprir seu voto, mas foi dispensado pelo papa.
Em troca, depois de haver socorrido os mais pobres do reino com o dinheiro da viagem, restaurou a abadia de Westminster, na qual foi depois sepultado.
Morreu a 5 de janeiro e seu corpo, encontrado ainda intacto depois de 50 anos, foi trasladado solenemente para a igreja abacial a 13 de outubro de 1162, o ano seguinte ao de sua canonização.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 11,37-41
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas
11,37-41
Naquele tempo,
enquanto Jesus falava,
um fariseu convidou-o para jantar com ele.
Jesus entrou e pôs-se à mesa.
O fariseu ficou admirado
ao ver que Jesus não tivesse lavado as mãos
antes da refeição.
O Senhor disse ao fariseu:
"Vós fariseus,
limpais o copo e o prato por fora,
mas o vosso interior está cheio de roubos e maldades.
Insensatos!
Aquele que fez o exterior
não fez também o interior?
Antes, dai esmola do que vós possuís
e tudo ficará puro para vós".
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