Moto Clube Católico
Cavaleiros de Santa Ângela
Primeiro grupo de motociclistas católicos do Brasil fundado em maio de 2016. REGISTRADO NO TOMBO DA PARÓQUIA DE SANTA ÂNGELA DE RIBEIRÃO PRETO
segunda-feira, 19 de outubro de 2026
São Pedro de Alcântara, padroeiro do Brasil - 19 de outubro
São Pedro de Alcântara, padroeiro do Brasil
Origens
São Pedro de Alcântara nasceu em Alcântara, na Espanha, em 1499, descendente de uma nobre família. Era um menino simples, orante e de bom comportamento. Estudou na universidade ainda novo, mas soube igualmente destacar-se no cultivo das virtudes cristãs. Ao obedecer ao Mestre, o casto e caridoso jovem entrou para a Ordem de São Francisco, embora seu pai quisesse para ele o Direito.
Vida Sacerdotal
São Pedro de Alcântara foi ordenado sacerdote e tornou-se modelo de perfeição monástica e ocupante de altos cargos, que administrou até chegar, com vinte anos, a superior do convento, e, mais tarde, eleito provincial da Ordem.
Provincial Franciscano
Franciscano de espírito e convicção, era sempre de oração e jejum, poucas horas de sono, hábito surrado, grande pregador e companheiro das viagens. Como provincial, visitou todos os conventos da sua jurisdição, promovendo uma reforma de acordo com a regra primeira de São Francisco, da qual era testemunho vivo.
São Pedro de Alcântara: diretor espiritual de Santa Teresa d’Ávila
Conselheiro de Carlos V e João III
Conhecido, sem desejar, em toda a Europa, foi conselheiro do imperador Carlos V e do rei João III; além de amigo dos santos e diretor espiritual de Santa Teresa de Ávila. Esta atestou sobre ele depois da morte do santo: “Pedro viveu e morreu como um santo, e, por sua intercessão, conseguiu muitas graças de Deus”. Foi São Pedro quem obteve a autorização para que Santa Teresa fundasse, em Ávila, seu primeiro convento de carmelitas.
Páscoa
Considerado um dos grandes místicos espanhóis do século XVI e dos que levaram a austeridade até um grau sobre-humano, entrou no Céu com 63 anos, em 1562, após sofrer muito e receber os últimos Sinais do Amor (Sacramentos), que o preparou para um lindo encontro com Cristo. São Pedro de Alcântara soube vencer o corpo do pecado por meio de muita oração e muitas mortificações.
Via de Santificação
Foi beatificado por Gregório XV em 1622; em 1669, canonizado por Clemente IX. No ano 1826, foi declarado Padroeiro do Brasil por solicitação de Dom Pedro I, que tinha o santo como devoção particular de sua família.
Minha oração
“Ao nosso querido padroeiro, escolhido pela corte real, assim como elevado à corte celeste, sede o auxílio e proteção do povo brasileiro. Inspirai os políticos e representantes para que sigam os valores do evangelho e instalem o Reino de Cristo. Olhai para os mais excluídos dando a eles o necessário para encontrar Jesus. Amém.”
São Pedro de Alcântara, rogai por nós!
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 12,13-21
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas
12,13-21
Naquele tempo,
alguém, do meio da multidão, disse a Jesus:
"Mestre, dize ao meu irmão que reparta a herança comigo".
Jesus respondeu:
"Homem, quem me encarregou de julgar
ou de dividir vossos bens?"
E disse-lhes:
"Atenção!
Tomai cuidado contra todo tipo de ganância,
porque, mesmo que alguém tenha muitas coisas,
a vida de um homem
não consiste na abundância de bens".
E contou-lhes uma parábola:
"A terra de um homem rico
deu uma grande colheita.
Ele pensava consigo mesmo:
'O que vou fazer?
Não tenho onde guardar minha colheita'.
Então resolveu:
'Já sei o que fazer!
Vou derrubar meus celeiros e construir maiores;
neles vou guardar todo o meu trigo,
junto com os meus bens.
Então poderei dizer a mim mesmo:
Meu caro,
tu tens uma boa reserva para muitos anos.
Descansa, come, bebe, aproveita!'
Mas Deus lhe disse:
'Louco!
Ainda nesta noite, pedirão de volta a tua vida.
E para quem ficará o que tu acumulaste?'
Assim acontece
com quem ajunta tesouros para si mesmo,
mas não é rico diante de Deus".
domingo, 18 de outubro de 2026
sao lucas evangelhista
*SANTO DO DIA*
*SÃO LUCAS, EVANGELISTA*
São Paulo, na Carta aos Colossenses, define Lucas, - autor do terceiro Evangelho e dos Atos dos Apóstolos, - como médico amado (Cl 4,14). Segundo o historiador Eusébio, Lucas nasceu em Antioquia da Síria e era um Gentio: de fato, sempre na Carta aos Colossenses, Paulo fala de seus companheiros e nomeia por primeiro aqueles que vieram da Circuncisão, isto é, os Judeus, sem incluir Lucas (Cl 4,10-11). Além do mais, em seu Evangelho, Lucas demonstra particular sensibilidade em relação à evangelização dos Gentios. Foi ele quem narrou a parábola do Bom Samaritano; citou o elogio que Jesus fez pela fé da viúva de Sarepta; de Naamã, o Sírio; do Samaritano leproso, o único que voltou para expressar seu agradecimento a Jesus por ter sido curado. Nada sabemos sobre as circunstâncias em que Lucas se converteu, mas, pelos Atos dos Apóstolos, podemos deduzir quando Lucas se juntou a Paulo. Até ao capítulo décimo sexto, os Atos foram narrados em terceira pessoa. De repente, logo após a visão de Paulo - um macedônio lhe pede para ir ajudá-los na Macedônia (Atos 16,9), - passou-se à primeira pessoa do plural: E, logo depois desta visão, procuramos partir para a Macedônia, concluindo que o Senhor nos chamava para lhes anunciar o Evangelho (Atos 16,10). Logo, Lucas acompanhou Paulo, no ano 51, a Samotrácia, Neápolis, Filipos. Depois, há uma nova passagem para a terceira pessoa, que nos leva a pensar que Lucas não tinha sido preso com Paulo, pelo contrário, que havia permanecido em Filipos, após a partida do amigo. Sete anos depois, Paulo voltou àquela região e Lucas, - que no capítulo 20 retoma a narração em primeira pessoa do plural, e foi com ele a Mileto, Tiro, Cesareia e Jerusalém. Quando Paulo foi preso em Roma, no ano 61, Lucas ficou ao seu lado, como referem as Cartas de Paulo a Filemon e Timóteo: depois que todos o haviam abandonado, na fase final da sua reclusão, Paulo escreveu a Timóteo: Somente Lucas está comigo (2 Timóteo 4,11). É possível perceber a característica mais original do Evangelho de Lucas, graças aos seis milagres e às dezoito parábolas, que não encontramos nos outros Evangelhos. Ele dedica atenção particular aos pobres e às vítimas das injustiças, aos pecadores arrependidos, acolhidos pelo perdão e a misericórdia de Deus: ele narra a parábola do pobre Lázaro e o rico Epulão; fala do Filho Pródigo e do pai misericordioso, que o acolhe de braços abertos; descreve a ação da pecadora perdoada, que lava os pés de Jesus com as suas lágrimas e os enxuga com seus cabelos; cita as palavras de Maria, no Magnificat, quando ela proclama que Deus derruba do trono os poderosos e eleva os humildes; aos famintos enche de bens e despede os ricos de mãos vazias! (Lc 1,52-53). A relação particular que Lucas tem com Maria é outra característica do seu Evangelho. Por meio dele e - podemos imaginar - por meio da narração que Maria lhe fez pessoalmente, conhecemos as palavras da Anunciação, da Visita a Isabel e do Magnificat; por seu intermédio, sabemos os particulares da Apresentação de Jesus ao Templo e a angústia de seus pais, Maria e José, por não poder encontrar seu filho de doze anos no Templo. Provavelmente, graças a esta sua sensibilidade narrativa e descritiva, que nasce a tradição de ser o primeiro iconógrafo, sabemos que Lucas era pintor. As notícias concernentes à sua morte são incertas: algumas fontes falam do seu martírio; outras dizem que viveu até à idade avançada. A tradição mais antiga diz que morreu na Beócia, com 84 anos, depois de ter-se estabelecido na Grécia, onde escreveu seu Evangelho. No Evangelho segundo Lucas, encontramos o Cristo, amor universal, que se revela a todos e chama Zaqueu, Maria Madalena, garante o Céu para o bom ladrão e conta as lindas parábolas do pai misericordioso e do bom samaritano. Nos Atos dos Apóstolos, que poderia também se chamar Atos do Espírito Santo, deparamos com a ascensão do Cristo, que promete o batismo no Espírito Santo, fato que se cumpre no dia de Pentecostes, e é inaugurada a Igreja, que desde então vem evangelizando com coragem, ousadia e amor incansável todos os povos. Uma tradição – que recolheu no séc. XIV Nicéforo Calisto, inspirado numa frase de Teodoro, escritor do século VI – diz-nos que São Lucas foi pintor e fala-nos duma imagem de Nossa Senhora saída do seu pincel. Santo Agostinho, no século IV, diz-nos pela sua parte que não conhecemos o retrato de Maria; e Santo Ambrósio, com sentido espiritual, diz-nos que era figura de bondade. Este é o retrato que nos transmitiu São Lucas da Virgem Maria: o seu retrato moral, a bondade da sua alma. O Evangelho de boa parte das Missas de Maria Santíssima é tomado de São Lucas, porque foi ele quem mais longamente nos contou a sua vida e nos descobriu o seu Coração. Duas vezes esteve preso São Paulo em Roma e nos dois cativeiros teve consigo São Lucas, médico queridíssimo. Ajudava-o no seu apostolado, consolava-o nos seus trabalhos e atendia-o e curava-o com solicitude nos seus padecimentos corporais. No segundo cativeiro, do ano 67, pouco antes do martírio, escreve a Timóteo que Lucas é o único companheiro na sua prisão. Os outros tinham-no abandonado. O historiador São Jerônimo afirma que Lucas viveu a missão até a idade de 84 anos, terminando sua vida com o martírio. Por isso, no hino das Laudes rezamos: “Cantamos hoje, Lucas, teu martírio, teu sangue derramado por Jesus, os dois livros que trazes nos teus braços e o teu halo de luz”. É considerado o Padroeiro dos médicos, por também ele ter exercido esse ofício, conforme diz São Paulo aos Colossenses (4,14): Saúda-vos Lucas, nosso querido médico.
* ORAÇÃO
Ó Deus, que escolhestes São Lucas para revelar em suas palavras e escritos o mistério do vosso amor para com os pobres, concedei aos que já se gloriam do vosso nome perseverar num só coração e numa só alma, e a todos os povos do mundo ver a vossa salvação. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.
*SÃO LUCAS, ROGAI A DEUS PAI POR NÓS!*
*FONTE:*
VATICANNEWS, PAULUS, BÍBLIA DE JERUSALÉM, BÍBLIA PEREGRINO, MISSAL COTIDIANO, CATÓLICO ORANTE, CIC, DEHONIANOS, FRANCISCANO, ARQUISP, PADRE PAULO RICARDO, PADRE MARCELO ROSSI.
Evangelho de hoje
*18/10/2026 - DOMINGO - 29º. DOMINGO DO TEMPO COMUM*
*1ª. Leitura:* (Is 45,1.4-6)
*Salmo responsorial:* 95(96)
*2ª. Leitura:* (1ts 1,1-5b)
*EVANGELHO DO DIA*
*(Mt 22,15-21)*
*Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus*
*Naquele tempo, 15 os fariseus fizeram um plano para apanhar Jesus em alguma palavra. 16 Então mandaram os seus discípulos, junto com alguns do partido de Herodes, para dizerem a Jesus: “Mestre, sabemos que és verdadeiro e que, de fato, ensinas o caminho de Deus. Não te deixas influenciar pela opinião dos outros, pois não julgas um homem pelas aparências. 17 Dize-nos, pois, o que pensas: é lícito ou não pagar imposto a César?” 18 Jesus percebeu a maldade deles e disse: “Hipócritas! Por que me preparais uma armadilha? 19 Mostrai-me a moeda do imposto!” Levaram-lhe então a moeda. 20 E Jesus disse: “De quem é a figura e a inscrição desta moeda?” 21 Eles responderam: “De César”. Jesus então lhes disse: “Dai, pois, a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”.*
*Palavra da salvação.*
Glória a vós Senhor!
Evangelho de hoje
*17/10/2026 - SÁBADO DA 28ª. SEMANA DO TEMPO COMUM*
*EVANGELHO DO DIA*
*(Lc 12,8-12)*
*Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas*
*Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 8 “Todo aquele que der testemunho de mim diante dos homens, o Filho do Homem também dará testemunho dele diante dos anjos de Deus. 9 Mas aquele que me renegar diante dos homens será negado diante dos anjos de Deus. 10 Todo aquele que disser alguma coisa contra o Filho do Homem será perdoado. Mas quem blasfemar contra o Espírito Santo não será perdoado. 11 Quando vos conduzirem diante das sinagogas, magistrados e autoridades, não fiqueis preocupados em como ou com que vos defendereis, ou com o que direis. 12 Pois nessa hora o Espírito Santo vos ensinará o que deveis dizer”.*
*Palavra da salvação.*
Glória a vós Senhor!
sexta-feira, 16 de outubro de 2026
Santa Edwiges - 16 de outubro
Santa Edwiges nasceu em 1174, na região da Baviera (atual Alemanha), em uma família da alta nobreza europeia. Desde a infância, recebeu uma sólida formação cristã e demonstrava mais interesse pela oração e pelas coisas espirituais do que pelas riquezas da corte.
Casamento e Vida na Corte
1. Matrimônio precoce: Aos 12 anos de idade, casou-se com o príncipe Henrique I da Silésia (futuro duque da Polônia), com quem teve seis ou sete filhos.
2. Influência espiritual e justa: Edwiges exerceu grande influência positiva sobre o marido, incentivando-o a governar com justiça, elaborar leis mais humanas e apoiar os necessitados. Juntos, fundaram diversos hospitais, escolas, igrejas e mosteiros.
3. Voto de castidade: Após criarem os filhos e de comum acordo com Henrique, ambos fizeram votos de continência e passaram a viver com grande austeridade, jejuns rigorosos e intensa vida de oração.
O Auxílio aos Pobres e Endividados
• Caridade ativa: Utilizava sua fortuna pessoal e os rendimentos de seus domínios para socorrer os marginalizados, alimentar os famintos e cuidar de leprosos nos hospitais.
• Origem do patronato financeiro: Ficou conhecida como a protetora dos endividados porque visitava presídios para pagar as fianças e as dívidas de pessoas presas por falta de recursos, ajudando-as a recuperar a liberdade e conseguindo-lhes emprego para um recomeço digno.
Viúva e Monja Cisterciense
• Provação e resignação: Após a morte do marido e a perda de quase todos os filhos em batalhas ou por doenças, Edwiges acolheu as dores com profunda fé e aceitação da vontade divina.
• Mosteiro de Trebnitz: Ingressou no Mosteiro de Trebnitz, na Polônia (fundado por ela e pelo marido), onde recebeu o hábito de monja cisterciense e viveu em extrema simplicidade até o fim de seus dias.
• Faleceu em 15 de outubro de 1243 e foi canonizada em 1267 pelo Papa Clemente IV, tendo sua festa litúrgica fixada para o dia 16 de outubro. Nas representações artísticas, costuma ser retratada segurando uma miniatura de igreja nas mãos e uma coroa (que simboliza tanto sua nobreza quanto o uso da riqueza a serviço do próximo).
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 12,1-7
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas
12,1-7
Naquele tempo,
milhares de pessoas se reuniram,
a ponto de uns pisarem os outros.
Jesus começou a falar,
primeiro a seus discípulos:
"Tomai cuidado com o fermento dos fariseus,
que é a hipocrisia.
Não há nada de escondido,
que não venha a ser revelado,
e não há nada de oculto
que não venha a ser conhecido.
Portanto, tudo o que tiverdes dito na escuridão,
será ouvido à luz do dia;
e o que tiverdes pronunciado ao pé do ouvido,
no quarto,
será proclamado sobre os telhados.
Pois bem, meus amigos, eu vos digo:
não tenhais medo daqueles que matam o corpo,
não podendo fazer mais do que isto.
Vou mostrar-vos a quem deveis temer:
temei aquele que, depois de tirar a vida,
tem o poder de lançar-vos no inferno.
Sim, eu vos digo, a este temei.
Não se vendem cinco pardais
por uma pequena quantia?
No entanto,
nenhum deles é esquecido por Deus.
Até mesmo os cabelos de vossa cabeça
estão todos contados.
Não tenhais medo!
Vós valeis mais do que muitos pardais".
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