quarta-feira, 4 de setembro de 2019

COMENTANDO A PALAVRA DE DEUS VIGÉSIMO-QUARTO DOMINGO DO TEMPO COMUM - padre GILBERTO KASPER

COMENTANDO A PALAVRA DE DEUS
VIGÉSIMO-QUARTO DOMINGO DO TEMPO COMUM


Meus queridos Amigos e Irmãos na Fé!

“Alegrai-vos comigo,
Encontrei o que tinha perdido!” (Lc  15).

            Celebramos o Vigésimo-Quarto Domingo Comum do Tempo Litúrgico, ainda no Mês da Bíblia. Lembramos o trágico atentado das Torres Gêmeas de Nova Iorque, e os tantos outros que o seguiram até nossos dias!
          Apesar de nossas fraquezas e pecados, o Senhor não nos rejeita, mas, com amor e misericórdia, vem-nos ao encontro, como nosso Pai, quando dele nos afastamos. Alcançados e resgatados por seu Filho, somos convidados a abrir os lábios e o coração para o seu louvor.
          A Palavra de Deus nos assegura que Cristo veio ao mundo para salvar os pecadores e que o Pai se mostra sempre disposto a perdoar quando a pessoa decide retornar o bom caminho.
          Moisés intercede em favor do povo pecador e Deus continua se mantendo aliado na caminhada. Deus não se cansa de procurar o pecador e o que está perdido. Jesus veio ao mundo para reconciliar e salvar a humanidade e é ele que nos fortalece na missão.
          A página do Livro do Êxodo desenvolve em seu capítulo 32 a descrição da ruptura que o povo provocou em sua relação com Deus e a posterior renovação da aliança. O povo abandona Deus, mas Deus não abandona o povo. Moisés intercede junto a Deus pelo povo. Este texto prefigura, pois, a face do Deus misericordioso, desvelada por Jesus no Novo Testamento e tão belamente simbolizada nas parábolas da ovelha perdida e do filho pródigo. O amor misericordioso se sobrepõe e prevalece acima de todos os demais sentimentos.
          O evangelho deste domingo, pela narrativa de três parábolas, nos leva a refletir sobre a pessoa que se afasta de Deus. É fácil pensar que tais ensinamentos não dizem respeito diretamente a nós, que nos reunimos em comunidade de fé, oração e amor, elevando nossa ação de graças ao Pai.
          Afinal, se com este objetivo nos encontramos, formamos assembleia, não estamos afastados de Deus. Portanto, as três parábolas se referem a outras pessoas, talvez mais pecadoras do que nós... Contudo, se afastarmos esta idéia e voltarmos o pensamento para dentro de nós mesmos e fizermos uma breve retrospectiva de nossa vida de fé, o que descobrimos? Lá bem no fundo, nos vislumbramos como a moeda perdida, a ovelha desgarrada, o filho que sai da casa do pai.
          Na parábola da ovelha, ao encontrá-la, o pastor “alegre a põe nos ombros”. Fica bem especificada a liberdade do retorno. A ovelha não é agarrada à força, não está se debatendo. É apanhada com carinho e mansamente se deixa conduzir.
          A pequena história da moeda perdida trás duas ações marcantes da mulher, ao iniciar a busca: acender a luz e procurar cuidadosamente. Se estivermos perdidos, afastados do Pai, somos buscados com cuidado, não de modo brusco ou violento. Seremos reencontrados em Deus com a ajuda da luz que é sua própria Palavra.
          Da conhecida parábola do filho pródigo emerge inúmeros simbolismos. Esta parábola nos dá os sinais que compõem o rico Sacramento da Reconciliação. Os passos de uma boa confissão estão nela contidos. E então percebemos quão rica é a misericórdia de Deus para com quem lhe vira as costas, mas retorna, se converte, volta-se novamente para ele com humildade!
          São Paulo começa a carta a Timóteo com um agradecimento “àquele que me deu forças, Cristo Jesus”. A seguir, ele afirma ter encontrado o coração misericordioso de Deus.
          Finalmente somos convidados a refletir: a qual personagem, em se tratando da parábola de um Pai Misericordioso com dois filhos mais nos identificamos: ao pródigo, que deixou a casa do pai e voltou anos depois totalmente “rasgado” em sua dignidade, ou ao filho mais velho que não controlou sua inveja porque seu irmão mereceu a misericórdia, sendo acolhido de braços abertos?
          Não poucas vezes, em nossas Famílias, Comunidades de Fé, na Política e na Sociedade, encontramos “Irmãos mais Velhos”: aqueles que se acham “certinhos” e não admitem ou não compreendem a misericórdia de Deus, que permite a quem quer que seja, tenha feito o que o que for, uma nova oportunidade, a verdadeira reconciliação com o próprio Deus, consigo mesmo e com os irmãos!
          Aprendamos a ser mais misericordiosos do que duros juízes em nossas relações com os irmãos! Sintam-se muito abençoados no Senhor que é Vida, Perdão, Misericórdia e Reconciliação. Só quem faz a experiência de perdoar e acolher o perdão sabe o quanto é saborosa a bondade de Deus!
          Com ternura e gratidão, meu abraço amigo e fiel,
Pe. Gilberto Kasper
(Ler Ex 32,7-11.13-14; Sl 50(51); 1 Tm 1,12-17 e Lc 15,1-32).
Fontes: Liturgia Diária da Paulus de Setembro de 2019, pp. 56-60 e Roteiros Homiléticos da CNBB do Tempo Comum II (Setembro de 2019), p

COMENTANDO A PALAVRA DE DEUS VIGÉSIMO-TERCEIRO DOMINGO DO TEMPO COMUM -PADRE GILBERTO KASPER


COMENTANDO A PALAVRA DE DEUS

VIGÉSIMO-TERCEIRO DOMINGO DO TEMPO COMUM


Meus queridos Amigos e Irmãos na Fé!
“Quem não carrega sua cruz
e não caminha atrás de mim
não pode ser meu discípulo” (Lc 14,27).

          Como seria bom se retomássemos o Domingo como Dia do Senhor, promovendo, segundo sugestão do Santo Padre o Papa Francisco, uma verdadeira Cultura do Encontro. Encontro da Família, Igreja Doméstica, encontro com a Comunidade de Fé, Igreja dos Filhos de Deus reunidos em torno das Mesas da Palavra e da Eucaristia!
          Ao domingo aplica-se, com muito acerto, a exclamação do salmista: “Este é o dia que o Senhor fez para nós: exultemos e alegremo-nos nele” – é o que nos dizia São João Paulo II, na carta apostólica “Dies Domini”.
          Repletos de alegria, portanto, nos reunimos neste Vigésimo-Terceiro Domingo do Tempo Comum para louvar e bendizer nosso Deus e para pedir, “que a bondade do Senhor e nosso Deus repouse sobre nós e nos conduza”.
          Somos chamados a voltar nosso olhar para a cruz de Jesus, pois neste mês dia 14, celebraremos a festa da Exaltação da Santa Cruz. Ao iniciar a Santa Missa, lembramos que “nele, e por seu sangue, obtemos a redenção e recebemos o perdão de nossas faltas, segundo a riqueza da graça, que Deus derramou profusamente em nós, abrindo-nos para toda a sabedoria e inteligência” (Ef 1,7-8).
          Jesus nos desafia a segui-lo, deixando de lado tudo o que não condiz com seu projeto. Decidir-se a caminhar com ele significa discernir e escolher, com sabedoria, os valores que fazem nascer a nova sociedade. Atentos à proposta do Senhor, somos chamados a estabelecer e assumir prioridades, colaborando para a construção do reino de Deus.
          Para penetrar os pensamentos de Deus, vamos abrir nosso coração à sua palavra, que nos dá a conhecer o que ele espera de cada cristão e o que nos é necessário para sermos fiéis seguidores de Jesus.
          A verdadeira sabedoria nos ajuda a discernir o valor de cada coisa. O seguimento de Jesus é exigente. O cristão é convidado a se empenhar em eliminar as desigualdades, discriminações e preconceitos.
          Com o pão e o vinho, ofertamos nossa vida e a vida de todos aqueles que deixam tudo para seguir Jesus na opção radical pelo evangelho.
          “Ser cristão é um caminho, ou melhor, uma peregrinação, um caminhar juntamente com Jesus Cristo. Ir naquela direção que ele indicou e indica”. Assim ensinou o Papa Emérito Bento XVI, na homilia do Domingo de Ramos de 2010.
          O evangelho deste Vigésimo-Terceiro Domingo do Tempo Comum nos chama a esse seguimento, a esse caminhar junto, participando da vida do Ressuscitado, como nos indica o Catecismo da Igreja Católica. O mesmo documento assim complementa seu ensinamento: os cristãos “seguindo a Cristo e em união com ele, podem procurar tornar-se imitadores de Deus como filhos amados e andar no amor, conformando seus pensamentos, palavras e ações aos sentimentos de Cristo Jesus e seguindo seus exemplos” (CIC, n. 618).
            Numa sociedade imersa em intensa crise de sentido, em que o vazio avança sobre o coração humano, é difícil entender e mais ainda assumir a proposta de vida mostrada por Jesus. No entanto, para aqueles que conseguem sair de dentro de si mesmos e vislumbrar a grandeza deste chamado, ele se torna entusiasmante.
          Podemos pensar que tal proposta diz respeito tão somente àqueles e àquelas que querem seguir o caminho cristão como presbíteros ou como membros de ordens religiosas. Eis uma idéia incompleta. Viver intensamente um ideal, no caso o ideal cristão, requer desapego, disponibilidade, doação de si. Contudo, tal forma de vida pode ser exercida, também, como leigo, como leiga. Como esposo e esposa. Como pai e mãe. Maria é exemplo disto. Ela assumiu uma família, foi esposa, mãe... Teremos algum ser humano de maior santidade do que ela em quem nos espelharmos?
          O desapego de que fala o evangelho de hoje está longe de representar um afastamento do mundo, um distanciamento do mundo tal qual ele é. Pelo contrário, para quem assume tal desapego, por estar assumindo a pessoa de Jesus, significa viver no mundo, inserir-se nele para transformá-lo, sem se deixar dominar “pelas coisas deste mundo”, pois “as coisas do alto” são mais valiosas (Cl 3,1).
          Acontece que hoje o ser humano está muito voltado para dentro de si mesmo. Por incrível que pareça, o primeiro “desapego” na opção pelo caminho de Jesus terá que ser o desapego de si mesmo. O soltar as amarras do egoísmo, do individualismo, para se abrir a Deus e consequentemente aos irmãos e às irmãs.
          Não poucas vezes nossa cruz a ser assumida para seguir coerentemente o projeto de vida de Jesus Cristo é uma pessoa, uma situação, uma perda ou até mesmo uma conquista. Lembro-me com emoção do Jovem de Londrina (PR), que durante a Vigília da Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro, na noite do dia 27 de Julho de 2013, testemunhou seu amor pela Igreja, pela vida e pela cadeira de rodas que ocupava, como sua CRUZ. Fora baleado na medula, quando tentaram roubar o dinheiro arrecadado para seu Grupo de Jovens participar daquela JMJ no Rio. Anunciou, também, diante do Papa Francisco e de quase três milhões de jovens sua outra CRUZ, dizendo-se Virgem e propondo-se como tal até o dia de seu casamento. Não houve um único ruído, sinal de deboche ou algo parecido: apenas lágrimas de emoção. Oxalá o Senhor também possa contar com nossa alegria, enquanto carregamos e anunciamos ao mundo o quanto é maravilhoso assumir nossa cruz e seguir com ela, Jesus!
          Sejam todos sempre muito abençoados. Com ternura e gratidão, meu abraço fiel e amigo,
Pe. Gilberto Kasper
(Ler Sb 9,13-18; Sl 89(90); Fm 9-10.12-17 e Lc 14,25-33).
Fontes: Liturgia Diária da Paulus de Setembro de 2019, pp. 39-42 e Roteiros Homiléticos da CNBB do Tempo Comum II (Setembro de 2019), pp. 18-21.
                   
         

Santa Rosália

*SANTO DO DIA*

*SANTA ROSÁLIA*
Rosália nasceu no ano 1125, filha de um rico senhor e vivia numa corte muito importante da época. Durante a adolescência foi ser dama da corte da rainha Margarida, esposa do rei Guilherme I da Sicília. Porém, nada disso a atraía ou estimulava. Sabia que sua vocação era servir a Deus e ansiava pela vida monástica.
Aos catorze anos, levando consigo apenas um crucifixo, abandonou de vez a corte e se refugiou solitária numa caverna. Ficava próximo do convento dos beneditinos que possuía uma pequena igreja anexa. Assim mesmo vivendo isolada, podia participar as funções litúrgicas e receber orientação espiritual.
Os beneditinos puderam acompanhar e testemunhar com seus registros a vida eremítica de Rosália, que viveu em oração, solidão e penitência. Muitos habitantes do povoado subiam o Monte, atraídos pela fama de santidade da ermitã.
Vários milagres foram atribuídos a intercessão de Santa Rosália, como a extinção da peste que no século XII devastava a Sicília. No dia 04 de setembro de 1160, Rosália morreu, na sua gruta de Monte Pellegrino em Palermo. O seu culto se difundiu enormemente entre os fiéis que invocavam como padroeira de Palermo.
*SANTA ROSÁLIA, ROGAI A DEUS PAI POR NÓS!*

terça-feira, 3 de setembro de 2019

São Gregório Magno

*SANTO DO DIA*
*SÃO GREGÓRIO MAGNO, PAPA E DOUTOR DA IGREJA*
Gregório Magno, assim chamado pela sua grande sabedoria e caridade em cuidar da Igreja, nasceu em 540 na corte romana. Sua vocação surgiu na tenra infância, sendo educado num ambiente muito religioso. Quando seu pai morreu, Gregório era muito jovem, mas já ingressara na vida pública, sendo o prefeito de Roma. 
Nessa época buscava refúgio na capital um grupo de monges beneditinos. Gregório então lhes deu um palácio, onde eles fundaram um Convento. Este contato constante com eles fez explodir de vez sua vocação monástica. Assim, renunciou a tudo e foi para o convento, onde vestiu o hábito beneditino. 
Sendo um grande diplomata, foi enviado para Constantinopla como legado papal. Também nesta época escreveu muitas de suas obras. Após a morte do Papa Pelágio, ele foi eleito seu sucessor. Gregório relutou em aceitar o cargo, mas acabou assumindo o papado. 
Seu pontificado destacou-se por muitas novidades: instituiu a observância do celibato, a introdução do Pai-Nosso na missa e o famoso "canto gregoriano". Foi muito amado pelo povo simples, por causa de sua extrema humildade, caridade e piedade. 
Papa Gregório levou uma vida de monge, exercendo um apostolado de muito trabalho, disciplina, moralidade e respeito às tradições da doutrina cristã. No comando da Igreja, orientou a conversão dos ingleses, protegeu os judeus da Itália contra a perseguição dos hereges e tomou todas as atitudes necessárias para que o Cristianismo fosse respeitado. 
Morreu em 604, sendo sepultado na Basílica de São Pedro.
*SÃO GREGÓRIO MAGNO, ROGAI A DEUS PAI POR NÓS!*

segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Santa Ingrid

*SANTO DO DIA*

*SANTA INGRID*
Ingrid nasceu perto da metade do século treze, na Suécia. Seus pais deram a ela e aos outros filhos, uma educação digna dos fidalgos, no rigoroso seguimento de Cristo. A menina desde os primeiros anos de vida se mostrou muito virtuosa, amável, caridosa, surpreendendo a todos com seu cândido ideal religioso.
No início da adolescência, como era costume da época, teve de contrair um casamento. Mesmo contrariando sua vocação, ela aceitou tudo com humilde resignação, mas continuou serenamente a cuidar das obras de caridade que fundara para os pobres e doentes abandonados. Possuindo dons especiais de profecia e cura, gozava entre a população da fama de santidade.
Ingrid ficou viúva muito cedo e pode assim entregar-se ainda mais ao ideal de vida religiosa. Fez várias peregrinações, pela terra santa, por Roma e chegou a ir até Santiago de Compostela. Nessas andanças seu amor a Jesus só fez aumentar.
Só então Ingrid retornou para a Suécia. Logo depois, em 1281, seguindo seu confessor e orientador espiritual, ela fez seus votos perpétuos e fundou um Mosteiro sob as regras de São Domingos. Nele, junto com um grande número de jovens da corte, se dedicou totalmente às orações contemplativas e à vida de rigorosa austeridade.
Morreu com fama de santidade, no dia 02 de setembro de 1282.
*SANTA INGRID, ROGAI A DEUS PAI POR NÓS!*

Apolônio de Carvalho

01 de setembro de 2019

CRESCER NO AMOR MÚTUO

O amor mútuo cresce quando amamos com pequenos gestos, quando lembramos de fazer pequenas gentilezas uns aos outros. Cada um deve amar sem nenhum tipo de pretensão; deve eliminar por completo todo e qualquer julgamento; deve pensar somente no bem do outro.

Crescemos no amor mútuo quando a única competição que existe entre nós é para ver quem ama mais do que o outro, e quando os dois são vencedores.

Nunca podemos prescindir de nos amar reciprocamente começando pelas pequenas coisas, pois é a partir de pequenos gestos que se atesta a fidelidade nos momentos mais difíceis.

A medida no amor entre nós deve crescer tendo com meta o "Amai-vos uns aos outros como eu vos amei". Jesus morreu por nós e, de fato, ninguém tem maior amor do que aquele dá a sua vida pelos seus amigos. (Cf. Jo 15,12-13)

Abraços,
Apolonio Carvalho Nascimento
apoloniocnn@gmail.com

domingo, 1 de setembro de 2019

Santa Beatriz da Silva Menezes

*SANTO DO DIA*

*SANTA BEATRIZ DA SILVA MENEZES*
Beatriz nasceu no norte da África, numa colônia portuguesa. Ainda na infância, voltou com a família para Portugal. Ao completar vinte anos de idade, Beatriz foi para a corte da Espanha, pois sua tia Isabel, Infanta de Portugal, que se casara com o rei de Castela, convidou-a para ser sua primeira dama de honra.
Beatriz era uma jovem muito bela fisicamente, além de ser amável, culta, inteligente e educada nas virtudes cristãs. Logo que chegou despertou a admiração de todos. Isto provocou o ciúme e a inveja da rainha sua tia, que passou a maltratá-la. Beatriz tudo suportou sem falar nada para ninguém. No auge de seus sofrimentos, Beatriz entrega-se a Nossa Senhora e recebe a incumbência de fundar uma Ordem religiosa dedicada à Imaculada Conceição.
Imediatamente, deixou a corte e ingressou no mosteiro, onde cobriu seu rosto com um véu branco por toda a vida. Somente em 1479 Beatriz conseguiu realizar seu sonho e fundou uma nova congregação: a Ordem da Clarissas da Imaculada Conceição, conhecidas como concepcionistas.
Beatriz Menezes faleceu em 1490, um dia antes da cerimônia de profissão das primeiras irmãs. Seu projeto de amor perpetuou e alcançou o mundo todo.
*SANTA BEATRIZ DA SILVA MENEZES, ROGAI A DEUS PAI POR NÓS!*