Mostrando postagens com marcador São Guido Maria Conforti. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador São Guido Maria Conforti. Mostrar todas as postagens

sábado, 5 de novembro de 2022

São Guido Maria Conforti

*SANTO DO DIA*

*SÃO GUIDO MARIA CONFORTI, BISPO E FUNDADOR*

*ORIGENS*
São Guido Maria Conforti nasceu em Ravadese (Parma), em 30 de março de 1865. No mesmo dia foi batizado. Aos 11 anos, entrou no seminário. Uma doença com manifestações de tipo epiléptico atrasa a ordenação sacerdotal. Entretanto, foi nomeado vice-reitor do seminário, demonstrando notáveis ​​dons de educador, mas, sobretudo, orientando os jovens para a santidade com o testemunho de uma vida vivida à luz da fé. Recuperado a saúde, em 1888, foi ordenado sacerdote. Muito jovem sacerdote, recebeu o cargo de “Diretor da Pia Obra da Propagação da Fé”. Ainda não tem trinta anos, é chamado para ocupar o cargo de Vigário Geral.
*FUNDOU A PIA SOCIEDADE DE SÃO FRANCISCO XAVIER PARA AS MISSÕES ESTRANGEIRAS*
Não podendo seguir, por motivos de saúde, a vocação missionária a que se sentia chamado, em 1895, fundou a Pia Sociedade de São Francisco Xavier, para as Missões Estrangeiras (Missionários Xaverianos), com o único e exclusivo fim da evangelização dos não Cristãos. Em 1899, ele enviou os dois primeiros missionários à China, seguidos ao longo dos anos por muitos outros.
*CHAMADO DO PAPA LEÃO XIII*
Em 1902, aos 37 anos, foi chamado pelo Papa Leão XIII para governar a Arquidiocese de Ravena. Para se entregar total e exclusivamente a Cristo e consagrar-se sem reservas ao bem das almas, no dia da consagração episcopal, faz os votos religiosos perpétuos. Durante dois anos, ele gasta todas as suas energias para o bem da diocese, mas sua saúde não se sustenta. Por um senso de responsabilidade para com o rebanho que lhe foi confiado, apresenta a renúncia que o Papa Pio X aceita. Ele, então, retornou ao seu Instituto onde se dedicou à formação de seus alunos missionários.
*DEDICAÇÃO TOTAL À MISSÃO PASTORAL - RECUPERAÇÃO DA SAÚDE*
Tendo recuperado a saúde, em 1907, o Papa pediu-lhe para governar a Diocese de Parma. Há mais de 24 anos é o seu bom pastor. Promove a educação religiosa, a ponto de torná-la a capital do seu empenho pastoral; estabelece escolas de doutrina cristã em todas as paróquias; prepara catequistas e catequistas com cursos especiais de cultura religiosa e pedagogia do ensino e, primeiro na Itália, celebra uma semana catequética. 
*VISITAS ÀS PARÓQUIAS*
Enfrentando inúmeras dificuldades e aflições, ele fez a visita pastoral quatro vezes, indo até as paróquias menores. Uma quinta visita pastoral é interrompida pela morte. Celebra dois sínodos diocesanos, institui e promove associações católicas, boa imprensa, missões populares, congressos eucarísticos, marianos e missionários, conferências de ação católica.
*COLABOROU NA FUNDAÇÃO DA UNIÃO MISSIONÁRIA DO CLERO - SERVIÇO PASTORAL*
Não descuidando nada de seu serviço pastoral à diocese, ele se esforça ao máximo para anunciar o Evangelho aos não cristãos, tanto cuidando da família missionária, que fundou e da qual é Superior geral, como apoiando todas as iniciativas de animação missionária em Itália. Em 1916, colaborou na fundação da União Missionária do Clero, da qual foi o primeiro presidente por dez anos. Em 1928, ele próprio foi à China para visitar seus missionários e os cristianismos a eles confiados.
*PÁSCOA*
Em 5 de novembro de 1931, ele adormece no Senhor. Seu funeral vê um desfile extraordinário do povo.
*VIA DE SANTIFICAÇÃO*
A fama de suas virtudes e de sua santidade estendeu-se de Parma a todos os países onde trabalham os xaverianos. Os dois milagres de beatificação e canonização, de fato, acontecem no Burundi e no Brasil, respectivamente. Foi beatificado em São Pedro, pelo Papa João Paulo II, em 17 de março de 1996. Sua Santidade Bento XVI, no consistório público de 21 de fevereiro de 2011, decide inscrevê-lo na lista dos santos.
*MINHA ORAÇÃO*
“Grande propagador do evangelho e missionário a exemplo de Jesus, rogai pelos missionários do mundo todo, para que não desanimem na causa do Reino celeste e sejam corajosos a ponto de entregar a própria vida. Dai que possamos ser bons testemunhos para aqueles que nos rodeiam. Amém.”
*SÃO GUIDO MARIA CONFORTI, ROGAI A DEUS PAI POR NÓS!*

*FONTE:* VATICANNEWS, PAULUS, BÍBLIA DE JERUSALÉM, BÍBLIA PEREGRINO, MISSAL COTIDIANO, DEHONIANOS, CIC, CATOLICOORANTE, A12, PAULINAS, FRANCISCANOS, ACIDIGITAL.

terça-feira, 5 de novembro de 2019

São Guido Maria Conforti

*SANTO DO DIA*

*SÃO GUIDO MARIA CONFORTI, BISPO E BEATO MARIANO DA MATA*

*SÃO GUIDO MARIA CONFORTI*
Os dons que Deus faz a uma pessoa são para o bem de todos. A vida de Dom Guido Conforti algo que enriquece não somente a família xaveriana mas também a Igreja e o mundo. Ele foi um grande missionário mas ‘fora do comum’, ‘atípico’, pois não partiu para as missões, viveu sempre no seu pais de origem.
Ainda jovem, durante os anos do seminário, tinha lido uma biografia do grande Francisco Xavier e isso fez surgir nele o desejo de ser missionário na China. Mas a saúde dele e outros motivos impediram a realização de tal sonho. Dom Guido não foi um ‘aventureiro heróico’, não enfrentou viagens perigosas, não foi um mártir, não fez nada ‘fora do comum’. Para ser missionário, de fato, não precisa sempre partir, devorar quilômetros e realizar grandes obras, basta somente, apos encontrar o Ressuscitado, querer anunciá-lo aos outros, como fizeram os dois de Emaús.
O discípulo torna-se necessariamente missionário. Dom Guido fez esta experiência quando, em Parma, indo para a escola, dentro de uma igreja, contemplava um crucifixo que, com os seus braços abertos, indicava a universalidade da missão. Hoje em dia muitas pessoas vão a igreja para receber ou pedir alguma coisa. Contemplando diariamente aquele crucifixo Dom Guido percebeu que devia oferecer a própria vida.
Aquele crucifixo que abraçava todos os povos da terra precisava dele para realizar um projeto: fazer do mundo uma só família que abrace a humanidade.
Guido ingressara’ no seminário de Parma pouco depois. Desde os anos de sua juventude, os altos muros do seminário não lhe impediam, antes estimulavam seus sonhos de evangelizar a China. Anos depois, como sabemos, será bispo incansável, servindo o seu povo sem poupar esforços e enfrentando grandes sacrifícios. Ainda assim, Guido não somente não se fecha na própria diocese, mas sente também a força e a urgência da missão ‘além-fronteiras’, por isso decide formar uma família missionária.
Tinha somente 23 anos quando começou a pensar neste ousado e difícil projeto. Não se intimidou diante das dificuldades. Na qualidade de bispo, foi animador missionário da Igreja italiana e fez questão que os cristãos da Itália se preocupassem, eles também, pela missão além-fronteira e não somente pelo próprio país.
Dom Guido foi, ao mesmo tempo, bispo de Parma, mas missionário do mundo, pastor de um só rebanho, a Igreja universal: não somente a diocese de Parma, mas também a imensa missão da China, que Roma confiara aos xaverianos, onde seus filhos estavam evangelizando. Ele mesmo deu o exemplo: se abriu aos imensos horizontes do mundo, acompanhou, sustentou e visitou pessoalmente os seus na China, pouco antes de morrer. Mesmo precisando de padres para a sua diocese (pouquíssimos frente à enorme necessidade de tantas paróquias) envia ‘a China vários missionários, convencido de que quem doa com generosidade recebe muito mais. Como afirma Aparecida, a missão evangelizará também as nossas igrejas e comunidades com as riquezas partilhadas de outros continentes.
*A missão Ad Gentes não é uma generosidade da Igreja na América Latina, é um dever que se converterá em riqueza para o mesmo continente.*
Guido foi Pastor de um só rebanho.. mas isso vale também para todo batizado, responsável pelas pessoas que lhe são confiadas, na família, na comunidade, no trabalho. Entre nos ha’ tanta gente afastada da Igreja e ‘distante’.. tantos empobrecidos e marginalizados. Mas este rebanho é a Igreja toda, é o mundo.
O discípulo é responsável por toda a humanidade, por aqueles que ainda (a grande maioria), na terra, ignoram o amor do Pai e a fraternidade do Reino. Não podemos ficar indiferentes. Dom Guido pensava que todo cristão deve, de certa forma, se sentir responsável também das Missões entre os não cristãos, nos 5 continentes da terra. Nisso Ele antecipou (naquela época!) a abertura missionária do Vaticano II e de Aparecida: “Para não cair na armadilha de fechar-se em si mesma, a nossa Igreja Latino-americana deve formar-se como discípula missionária sem-fronteira, disposta a ir ‘a outra beira’, onde Cristo ainda não é reconhecido como Deus e Senhor”.
*SÃO GUIDO MARIA CONFORTI E BEATO MARIANO DA MATA, ROGAI A DEUS PAI POR NÓS!*