segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

São João Nepomuceno Neumann, bispo de Filadélfia - 05 de janeiro

 

São João Nepomuceno Neumann, bispo de Filadélfia

Origens 

São João Nepomuceno Neumann, natural de Boêmia, nasceu em 23 de março de 

1811. Ingressou no seminário no ano de 1831, e, ao ser despertado para o chamado

 à vida sacerdotal, fez toda a sua formação, mas foi acolhido nos Estados Unidos, 

em Nova York, pelo Bispo Dom João. Ali, foi ordenado. 

Padre Redentorista
Como padre, buscou ser fiel à vontade do Senhor. São João pertenceu à congregação

dos redentoristas e, ao exercer vários cargos, sempre foi marcado pelo serviço de

humildade, de ser servo de Deus e servir ao Senhor por amor aos irmãos.

Ministério Episcopal
O Espírito Santo pôde contar com ele também para o episcopado, sendo um dos 

sucessores dos apóstolos. Como bispo, participou em cerca de oitenta igrejas e cerca 

de cem colégios; até a própria Sé, na Filadélfia, foi construída por meio do seu serviço,

 do seu ministério episcopal.

São João Nepomuceno Neumann: pioneiro das escolas

 paroquiais americanas

Um modelo
São João Nepomuceno Neumann é modelo de pastor e defensor da liberdade que 

salva e liberta; uma imagem, um reflexo do Bom Pastor. Gastou toda a sua vida pelo 

Senhor, pela Igreja e pelo povo de Deus. Zelou pelo anúncio do Evangelho e manteve 

 ardente pela Igreja e pelos necessitados.

Páscoa
Em 5 de janeiro de 1860, morreu em Filadélfia, Estados Unidos, onde ficou

 carinhosamente conhecido pelo povo como “bispinho”. 

Via de Santificação
Foi beatificado por Paulo VI em 1963. Em 17 de junho de 1977, a fim de participarem 

de sua glorificação, 30 mil pessoas atravessaram o Oceano. Sua canonização foi 

realizada pelo mesmo Papa que realizou a beatificação. A cerimônia foi transmitida 

para o mundo todo. São João Nepomuceno ficou reconhecido como pioneiro das 

escolas paroquiais americanas.

Minha oração

“Ao Bispo da América, rogamos por todos que moram lá. Zelai pelos brasileiros que

 ali moram dando a eles a graça que precisam. E para a Igreja desse país, concedei o 

mesmo ardor missionário e evangelização, a perpetuação do catolicismo e expansão. 

Amém.”

São João Nepomuceno Neumann, rogai por nós!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 4,12-17.23-25

 Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 

4,12-17.23-25

Naquele tempo,

ao saber que João tinha sido preso,
Jesus voltou para a Galileia.

Deixou Nazaré e foi morar em Cafarnaum,
que fica às margens do mar da Galileia,

no território de Zabulon e Neftali,

para se cumprir o que foi dito pelo profeta Isaías:

"Terra de Zabulon, terra de Neftali, caminho do mar,
região do outro lado do rio Jordão, Galileia dos pagãos!

O povo que vivia nas trevas viu uma grande luz;
e para os que viviam na região escura da morte
brilhou uma luz".

Daí em diante, Jesus começou a pregar, dizendo:
"Convertei-vos, porque o Reino dos Céus está próximo".

Jesus andava por toda a Galileia,
ensinando em suas sinagogas,
pregando o Evangelho do Reino
e curando todo tipo de doença e enfermidade do povo.

E sua fama espalhou-se por toda a Síria.
Levavam-lhe todos os doentes,
que sofriam diversas enfermidades e tormentos:
endemoninhados, epiléticos e paralíticos.
E Jesus os curava.

Numerosas multidões o seguiam,
vindas da Galileia, da Decápole, 

de Jerusalém, da Judeia,
e da região além do Jordão.

BATISMO DO SENHOR! - Padre Gilberto kASPER

 

  BATISMO DO SENHOR!

 

 

 

Com a celebração do Batismo do Senhor, neste ano a 11 de janeiro, encerramos o Tempo do Natal. Embora não precisasse ser batizado, o Senhor quis se solidarizar com todo o povo que buscava o batismo de João. Esta liturgia é momento favorável para relembrarmos e renovarmos nossos compromissos batismais.

            Somos servos do Senhor a serviço da comunidade e responsáveis por construir uma sociedade justa. Jesus busca, em João, o batismo. Aí é proclamado “Filho amado de Deus”. A prática da caridade e da justiça deve ser nosso diferencial diante de Deus.

            Em cada batizado que celebro, costumo fazer três perguntas aos pais e padrinhos: Sabem o dia em que foram batizados? Quem (o padre, diácono ou ministro) os batizou? São de Igreja, participando de alguma Comunidade de Fé? E quando a reposta é “NÃO”? Quem não sabe o dia do batizado, também não o celebra, pelo menos, consciente e livremente. Talvez por tradição, ou porque é hábito da família. Sem uma Comunidade, que sustente os compromissos batismais, a fé recebida no dia de nosso batismo esclerosa, resseca, mofa. Já a Festa do Batismo do Senhor é um insistente convite, de que arejemos nossa fé, cultivando-a e por meio dela, anunciemos as maravilhas que os dons do Espírito Santo realizam naqueles que se abrem e se convertem a Ele. Esconder tais dons significa insensibilidade, indiferença e até omissão. Eis a hora de assumirmos nossa fé, como dom precioso que nos é dado desde o “Útero da Igreja”, a Pia ou Bacia Batismal!

            Podemos nos perguntar se, a partir do Batismo de Jesus, procuramos entender e concretizar o nosso batismo. Estamos dispostos a “mergulhar” no projeto de Jesus para construir relações humanas dignas, a começar pela família, no aconchego do lar, na escola, no trabalho, na Igreja, no mundo, com atitudes solidárias, ecumênicas?

            Deus se revelou em Jesus, confiando-lhe a missão de Servo e Filho amado. Pelo batismo, mergulhamos no mistério da morte e da ressurreição de Jesus para vivermos a vida nova. Em Cristo, recebemos o Espírito para a missão e fomos adotados/as como filhos e filhas de Deus. Somos gerados a cada dia, pelo amor misericordioso e bondade infinita do Pai, para renovarmos a nossa adesão e o nosso compromisso com o seu Reino.

Vamos abrir o ouvido do coração para acolher a voz do Pai, que ressoa dentro de nós, e que declara nossa missão: Tu és minha filha muito amada, tu és meu filho muito amado.

            O Batismo é nosso segundo parto. Primeiro partimos do útero de nossa mãe. Quando batizados, partimos do útero da Igreja, preparando-nos à luz da fé que nele recebemos para o parto definitivo, que se debruça sobre a esperança de que morrendo, partindo do útero da terra, veremos Deus como Deus é, e isso nos basta. Renovemos nossos compromissos batismais, buscando viver nosso Batismo na relação com Deus, que nos adota como seus de verdade, e com os outros, que se tornam nossos irmãos, para santificar-nos. Todo batizado torna-se um ser divinizado, isto é, candidato à santidade. Por isso não é nenhuma pretensão descabida, queremos ser santos. Devemos, isso sim, esforçar-nos todos os dias, para sermos santos.

Pe. Gilberto Kasper

Teólogo

           

 

 

 

 

domingo, 4 de janeiro de 2026

Santa Ângela de Foligno

*SANTO DO DIA*

*SANTA ÂNGELA DE FOLIGNO, RELIGIOSA*
A Igreja atribui-lhe o título de beata e sua memória é celebrada hoje pela Ordem Franciscana. O povo, porém, invoca-a com o nome de santa há muito séculos. A data mais aceita para o nascimento de Ângela, em Foligno, perto de Assis e de Roma, é o ano 1248. É uma das primeiras místicas italianas. Quando jovem, como sua contemporânea Margarida de Cortona, entregou-se às vaidades femininas, tendo teor de vida tranquila e folgada numa casa não de muito luxo, mas decorosa, juntamente com seu marido e filhos. Ela pertencia à uma família relativamente rica e bem situada socialmente. Assim viveu até os trinta e sete anos, quando uma tragédia avassaladora mudou sua vida. Num curto espaço de tempo perdeu os pais, o marido e todos os numerosos filhos, um a um. Mas, ao invés de esmorecer, uma mulher forte e confiante nasceu daquela sequência de mortes e sofrimento, cheia de fé em Deus e no seu conforto espiritual. Como consequência, em 1291 fez os votos religiosos, doando todos os seus bens para os pobres e entrando para a Ordem Terceira de São Francisco, trocando a futilidade por penitências e orações. O dom místico começou a se manifestar quando Santa Ângela recebeu em sonho a orientação de São Francisco para que fizesse uma peregrinação a Assis. Ela obedeceu, e a partir daí as manifestações não pararam mais. Contam seus escritos que ela chegava a sentir todo o flagelo da paixão de Cristo, nos ossos e juntas do próprio corpo. Todas essas manifestações, acompanhadas e testemunhadas por seu diretor espiritual, Santo Arnaldo de Foligno, foram registradas em narrações que ela escrevia em dialeto úmbrio e que eram transcritas imediatamente para o latim ensinado nas escolas, para que pudessem ser aproveitados imediatamente por toda a cristandade. Trinta e cinco dessas passagens foram editadas com o título “Experiências espirituais, revelações e consolações da Bem-Aventurada Ângela de Foligno”, livro que passou a ser básico para a formação de religiosos e trouxe para a Santa o título de “Mestra dos Teólogos”. Muitos dos quais a comparam como Santa Tereza d’Ávila e Santa Catarina de Sena. Ângela terminou seus dias orientando espiritualmente, através de cartas, centenas de pessoas que pediam seus conselhos. Ao Santo Arnaldo, à quem ditou sua autobiografia, disse o seguinte: “Eu, Ângela de Foligno, tive que atravessar muitas etapas no caminho da penitencia e conversão. A primeira foi me convencer de como o pecado é grave e danoso. A segunda foi sentir arrependimento e vergonha por ter ofendido a bondade de Deus. A terceira me confessar de todos os meus pecados. A quarta me convencer da grande misericórdia que Deus tem para com os pecadores que desejam ser perdoados. A quinta adquirir um grande amor e reconhecimento por tudo o que Cristo sofreu por todos nós. A sexta sentir um profundo amor por Jesus Eucarístico. A sétima aprender a orar, especialmente rezar com amor e atenção o Pai Nosso. A oitava procurar e tratar de viver em contínua e afetuosa comunhão com Deus”. Na Santa Missa, ela muitas vezes via Jesus Cristo na Santa Hóstia. Morreu, em 04 de janeiro 1309, já sexagenária, sendo enterrada na Igreja de São Francisco, em Foligno, Itália. Seu túmulo foi cenário de muitos prodígios e graças. Assim, a atribuição de sua santidade aconteceu naturalmente, àquela que os devotos consideram como a padroeira das viúvas e protetora da morte prematura das crianças. Foi o Papa Clemente XI que reconheceu seu culto, em 1707. Porém ela já tinha sido descrita como Santa por vários outros pontífices, à exemplo de Paulo III em 1547 e Inocente XII em 1693. Mais recentemente o Papa Pio XI a mencionou também como Santa em uma carta datada de 1927. É considerada a “Mestra dos Teólogos”.
*SANTA ÂNGELA DE FOLIGNO, ROGAI A DEUS PAI POR NÓS!*

*FONTE:*
*VATICANNEWS, PAULUS, BÍBLIA DE JERUSALÉM, BÍBLIA PEREGRINO, MISSAL COTIDIANO, CATÓLICO ORANTE, CIC, DEHONIANOS, FRANCISCANO, ARQUISP.*

Evangelho de hoje

*04/01/2026 - DOMINGO - TEMPO DO NATAL -  EPIFANIA DO SENHOR, SOLENIDADE*

*1ª. Leitura:* (Is 60,1-6)
*Salmo responsorial:* 71(72)
*2ª. Leitura:* (Ef 3,2-3.5-6)
*EVANGELHO DO DIA*
*(Mt 2,1-12)*

*Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus*
*1  Tendo nascido Jesus na cidade de Belém, na Judeia, no tempo do rei Herodes, eis que alguns magos do Oriente chegaram a Jerusalém,  2  perguntando: “Onde está o rei dos judeus, que acaba de nascer? Nós vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo”.  3  Ao saber disso, o rei Herodes ficou perturbado, assim como toda a cidade de Jerusalém.  4  Reunindo todos os sumos sacerdotes e os mestres da Lei, perguntava-lhes onde o Messias deveria nascer.  5 Eles responderam: “Em Belém, na Judeia, pois assim foi escrito pelo profeta:  6  ‘E tu, Belém, terra de Judá, de modo algum és a menor entre as principais cidades de Judá, porque de ti sairá um chefe que vai ser o pastor de Israel, o meu povo’”.  7  Então Herodes chamou em segredo os magos e procurou saber deles cuidadosamente quando a estrela tinha aparecido.  8  Depois os enviou a Belém, dizendo: “Ide e procurai obter informações exatas sobre o menino. E, quando o encontrardes, avisai-me, para que também eu vá adorá-lo”.  9  Depois que ouviram o rei, eles partiram. E a estrela, que tinham visto no Oriente, ia adiante deles, até parar sobre o lugar onde estava o menino.  10  Ao verem de novo a estrela, os magos sentiram uma alegria muito grande.  11  Quando entraram na casa, viram o menino com Maria, sua mãe. Ajoelharam-se diante dele e o adoraram. Depois abriram seus cofres e lhe ofereceram presentes: ouro, incenso e mirra.  12  Avisados em sonho para não voltarem a Herodes, retornaram para a sua terra, seguindo outro caminho.*
*Palavra da salvação.*
Glória a vós Senhor!

quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Santa Maria mãe de Deus

*SANTO DO DIA*

*SANTA MARIA, MÃE DE DEUS*

* ORIGENS 
A Solenidade de Maria Santíssima, Mãe de Deus, é a primeira festa mariana que apareceu na Igreja Ocidental. Originalmente, a festa nasceu com o intuito de substituir o costume pagão, cujo ritos não correspondiam com a santidade das celebrações cristãs. O título foi criado pelos cristãos para exprimir uma fé que não tinha relação com a mitologia pagã, a fé na concepção virginal, no seio de Maria, daquele que, desde sempre, era o Verbo Eterno de Deus.
* O TÍTULO 
Este título traz em si um dogma que dependeu de dois Concílios: em 325, o Concílio de Nicéia; e, em 381, o de Constantinopla. Esses dois concílios trataram de responder a respeito desse mistério da consubstancialidade de Deus uno e trino, Jesus Cristo verdadeiro Deus e verdadeiro homem.
* A NATUREZA HUMANA DE MARIA 
No século IV, ensinava o bispo Santo Atanásio: “A natureza que Jesus Cristo recebeu de Maria era uma natureza humana. Segundo a divina Escritura, o corpo do Senhor era um corpo verdadeiro, porque era um corpo idêntico ao nosso”. Maria é, portanto, nossa irmã, pois todos somos descendentes de Adão. Fazendo a relação deste mistério da encarnação, no qual o Verbo assumiu a condição da nossa humanidade com a realidade de que nada mudou na Trindade Santa, mesmo tendo o Verbo tomado um corpo no seio de Maria, a Trindade continua sendo a mesma; sem aumento, sem diminuição; é sempre perfeita. Nela, reconhecemos uma só divindade. Assim, a Igreja proclama um único Deus no Pai e no Verbo, por isso a Santíssima Virgem é a Mãe de Deus.
* A SANTÍSSIMA VIRGEM É A MÃE DE DEUS:  ELA É O PONTO DE UNIÃO ENTRE O CÉU E A TERRA 

* AVE THEOTÓKOS 
No terceiro Concílio Ecumênico, em 431, Maria Santíssima foi aclamada Mãe de Deus, em grego, Theotókos. Trata-se de um título que não aparece explicitamente nos textos evangélicos, embora eles recordem “a Mãe de Jesus” e afirmem que Ele é Deus (Jo 20,28; cf. 5,18; 10,30.33). Em todo o caso, Maria é apresentada como Mãe do Emanuel, que significa Deus conosco (cf. Mt 1,22-23).
* MÃE DE DEUS 
A palavra Theotókos significa Mãe de Deus, que é o artigo que os católicos professam em Maria Santíssima; porém Theotokos quer dizer ‘gerada de Deus’, ponto que Nestório, patriarca de Constantinopla e grande inimigo da Virgem, duvidava e contestava a legitimidade do título. A mudança de acento na palavra altera o sentido, passando de um sentido bem preciso para outro vago.

* A FÉ NO FILHO JESUS E NA MÃE MARIA SANTÍSSIMA 

* EXPRESSÃO DE FÉ
Ao proclamar Maria “Mãe de Deus”, a Igreja professa com uma única expressão a sua fé acerca do Filho e da Mãe. Essa união emerge já no Concílio de Éfeso. Com a definição da maternidade divina de Maria, os padres queriam evidenciar a sua fé à divindade de Cristo. Não obstante as objeções, antigas e recentes, acerca da oportunidade de atribuir esse título a Maria, os cristãos de todos os tempos, interpretando corretamente o significado dessa maternidade, tornaram-no uma expressão privilegiada da sua fé na divindade de Cristo e do Seu amor para com a Virgem.
* O CENTRO DA HISTÓRIA 
Deus se fez carne por meio de Maria, começou a fazer parte de um povo, constituiu o centro da história. 
* MINHA ORAÇÃO 
“Mãe de Deus e nossa, desde o primeiro dia do ano, quero consagrar a mim e a minha família, tudo o que tenho, faço e sou a Jesus por tuas mãos Maria. Que o meu ano seja rodeado da tua bênção e proteção. Em tudo quero ser mais de Deus. Amém.”
*MARIA SANTÍSSIMA, ROGAI A DEUS POR NÓS!*

*FONTE:*
VATICANNEWS, PAULUS, BÍBLIA DE JERUSALÉM, BÍBLIA PEREGRINO, MISSAL COTIDIANO, CATÓLICO ORANTE, CIC, DEHONIANOS, FRANCISCANO, ARQUISP.

Evangelho de hoje

*01/01/2026 - DOMINGO - 8º. DIA DA OITAVA DO NATAL*

*SANTA MARIA, MÃE DE DEUS - SOLENIDADE*

*1ª. Leitura:* (Nm 6,22-27)
*Salmo responsorial:* 66(67)
*2ª. Leitura:* (Gl 4,4-7)
*EVANGELHO DO DIA*
*(Lc 2,16-21)*

*Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas*
*Naquele tempo,  16  os pastores foram às pressas a Belém e encontraram Maria e José, e o recém-nascido deitado na manjedoura.  17  Tendo-o visto, contaram o que lhes fora dito sobre o menino.  18 E todos os que ouviram os pastores ficaram maravilhados com aquilo que contavam.  19  Quanto a Maria, guardava todos esses fatos e meditava sobre eles em seu coração.  20  Os pastores voltaram, glorificando e louvando a Deus por tudo que tinham visto e ouvido, conforme lhes tinha sido dito.  21 Quando se completaram os oito dias para a circuncisão do menino, deram-lhe o nome de Jesus, como fora chamado pelo anjo antes de ser concebido.*
*Palavra da salvação.*
Glória a vós Senhor!