quinta-feira, 19 de janeiro de 2023

Apolônio de Carvalho

19 de janeiro de 2023

PEDIR A AJUDA DE DEUS PARA MUDAR

"Eu garanto a você: se alguém não nasce do alto, não poderá ver o Reino de Deus." (Jo 3,3)
Por nossa própria iniciativa podemos fazer apenas mudanças aparentes e superficiais em nossa vida. Já com a ajuda de Deus, podemos realizar mudanças profundas, mudanças no nosso interior, mais radicais e vitais.
Com a ajuda de Deus podemos renascer no Espírito, podemos ter uma nova vida.
Esse renascer não significa que nos tornaremos perfeitos, como em um passe de mágica. Significa que, apesar de nossas fraquezas, a graça de Deus se manifesta em nós.
Para obtermos a graça da mudança, devemos pedir insistentemente e constantemente a Sua ajuda.

Abraços,
Apolonio Carvalho Nascimento
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quarta-feira, 18 de janeiro de 2023

SANTA MARGARIDA DA HUNGRIA - 18 DE JANEIRO

Santos do Dia da Igreja Católica – 18 de Janeiro Postado em: 17/01/2023 por: marsalima Santa Margarida da HungriaSanta Margarida da Hungria Margarida era uma princesa, filha do rei Bela IV, da Hungria e da rainha Maria, de origem bizantina. Ela nasceu no castelo de Turoc, em 1242, logo foi batizada, pois os reis eram fervorosos cristãos. Aos dez anos, o casal real a entregou para viver e ser preparada para os votos religiosos, no mosteiro dominicano de Vespem, em agradecimento pela libertação da pátria dos Tártaros. Dois anos depois, fez a profissão de fé de religiosa num novo mosteiro, fundado para ela por seu pai, na Ilha das Lebres, localizada no rio Danúbio, perto de Budapeste. Em 1261, tomou o véu definitivo, entregando seu coração e sua vida a serviço do Senhor, tendo uma particular devoção pela Eucaristia e Paixão de Cristo. Ela realmente, era especial, foi um exemplo de humildade e virtude para as outras religiosas. Rezava sempre, e fazia penitencias, se oferecendo como vítima proposital, para a salvação do seu povo. Margarida, não desejou ter uma cultura elevada. Sua instrução se limitou ao conhecimento primário da escrita e da leitura, talvez apenas um pouco mais que isto. Ela pedia que lhe lessem as Sagradas Escrituras e confiava sua direção espiritual ao seu confessor, o dominicano Marcelo, que era o superior da Ordem. Possuía um ilimitado desapego às coisas materiais, amando plenamente a pobreza, o qual unido à sua vida contemplativa espiritual, a elevou a uma tal proximidade de Deus, que recebeu o dom das visões. Ela se tornou uma das grandes místicas medievais da Europa, respeitada e amada pelas comunidades religiosas, pela corte e população. Morreu em 18 de janeiro de 1270, no seu mosteiro. A sua sepultura se tornou meta de peregrinação, pelas sucessivas graças e milagres atribuídos à sua intercessão. Um ano depois da sua morte, seu irmão, Estevão V, rei da Hungria, encaminhou um pedido de santidade, à Roma. Mas este processo desapareceu, bem como um outro, que foi enviado em 1276. Porém na sua pátria e em outros paises, Margarida já era venerada como Santa. Depois de muitos desencontros, em 1729 um processo chegou em Roma, completo e contendo dados de autenticidade inquestionável. Neste meio tempo as relíquias de Margarida tinham sido transferidas, por causa da invasão turca, do convento da Ilha das Lebres para o de Presburgo em 1618. Em 1804, mesmo sem o reconhecimento oficial, seu culto se estendia na Ordem Dominicana e na diocese da Transilvânia. No século XIX, sua festa se expandiu por todas as dioceses húngaras. A canonização de Santa Margarida da Hungria foi concedida pelo papa Pio XII em 1943, em meio ao júbilo dos devotos e fiéis, de todo o mundo, especialmente pelos da comunidade cristã do Leste Europeu, onde sua veneração é muito intensa.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos (Mc 2,23-28)

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos (Mc 2,23-28) Jesus estava passando por uns campos de trigo, em dia de sábado. Seus discípulos começaram a arrancar espigas, enquanto caminhavam. Então os fariseus disseram a Jesus: “Olha! Por que eles fazem em dia de sábado o que não é permitido?” Jesus lhes disse: “Por acaso, nunca lestes o que Davi e seus companheiros fizeram quando passaram necessidade e tiveram fome? Como ele entrou na casa de Deus, no tempo em que Abiatar era sumo sacerdote, comeu os pães oferecidos a Deus, e os deu também aos seus companheiros? No entanto, só aos sacerdotes é permitido comer esses pães”. E acrescentou: “O sábado foi feito para o homem, e não o homem para o sábado. Portanto, o Filho do Homem é senhor também do sábado”.

carbalildo

"Procurando o bem para os nossos semelhantes, encontramos o nosso."

Amar o próximo como a si mesmo, fazendo aos outros o que gostaríamos que fizessem por nós, é a expressão mais completa da caridade, pois resume todos os deveres em relação ao próximo.

Não há regra mais correta a se seguir, do que fazer aos outros o que desejamos para nós, pois assim podemos ter a certeza de estarmos fazendo o bem para o próximo e, a medida em que elevamos nossas boas vibrações, crescermos em espírito.

Como um efeito cascata, o universo nos devolve a energia por nós gerada, garantindo que venhamos a receber o mesmo bem que desejamos ao próximo.

A Lei da Ação e Reação nos ensina a importância da vigilância em nossos pensamentos e atos, pois a partir destes que será determinada a nossa colheita futura.

Quando os homens compreenderem as boas regras de conduta e tê-las como base de suas instituições, entenderão a verdadeira fraternidade e farão reinar entre eles a paz e a justiça. 

Não haverá mais ódios nem desavenças e sim união, concórdia e benevolência mútua.

 Nesta quarta-feira de sol e nuvens, aproveite o dia para fazer o bem a todos que lhe dividirem o caminhar.

Sem exclusões, perceba como é bom exercer a caridade verdadeira e sem intenções outras que não seja o bem alheio.

Seus caminhos serão mais iluminados e suas experiências serão mais agradáveis, onde o aprendizado se fará mediante toques de amor e paz.

Seu dia será mais leve e sereno, e a felicidade de Deus será por você percebida em cada momento do seu caminhar.

Tenha um lindo e abençoado dia! 🙏🏻🍀🙌🏻😘❤️

Apolônio de Carvalho

18 de janeiro de 2023

FAZER O QUE É JUSTO DIANTE DE DEUS

"Dai, pois, a César o que é de César e a Deus o que é de Deus." (Mc 12,17)
Quando cumprimos as determinações das leis civis, contribuímos para um mundo mais harmonioso quanto à convivência humana.
Quando vivemos o amor ao próximo, contribuímos para que a lei do amor tenha supremacia sobre todas as leis.
Dar a Deus o que é de Deus consiste em fazer a sua vontade incondicionalmente. A vontade de Deus é que coloquemos amor em tudo o que fazemos.
Exemplo: quando sigo as normas de trânsito não porque estou sendo fiscalizado, mas por amor -  amor à minha própria vida, à vida dos outros motoristas, dos pedestres e de todos os animais -  estou dando a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.
Em todos os aspectos da vida: vivermos o amor plenamente. E estamos fazendo o que é justo diante de Deus.

Abraços,
Apolonio Carvalho Nascimento
apoloniocnn@gmail.com

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terça-feira, 17 de janeiro de 2023

Apolônio de Carvalho

Bom dia!

17 de janeiro de 2023

ESTAR PRÓXIMO DOS OUTROS

Estar próximo a alguém é muito mais do que apenas encorajar. É sentir como próprios os sentimentos do outro, as suas angústias, as suas dores, assim como os seus sucessos e vitórias.
É tornar-se presente de alguma maneira: fazer-lhe uma visita, enviar uma mensagem, telefonar, demonstrar interesse por tudo que lhe acontece, com o desejo sincero de partilhar de sua vida.
Da mesma forma, comunicar-lhe tudo o que me diz respeito: minhas dificuldades, minhas alegrias e conquistas.
A partilha é o modo mais eficaz para demonstrar proximidade a cada pessoa.
A proximidade é sinônimo de comunhão, isto é, tudo o que sou e tudo o que tenho pertence também aos outros: dons, talentos, bens materiais, bens espirituais. Tudo a serviço dos outros.

Apolonio Carvalho Nascimento

segunda-feira, 16 de janeiro de 2023

TEOLOGIA DA TERNURA! Pe. Gilberto Kasper

TEOLOGIA DA TERNURA! Pe. Gilberto Kasper Teólogo Há 33 anos, na manhã de um sábado, dia 20 de janeiro de 1990, Festa de São Sebastião, na Catedral Metropolitana de Ribeirão Preto, ajoelhado sobre o túmulo do primeiro Bispo de nossa Arquidiocese, Dom Alberto José Gonçalves, por imposição das mãos de nosso amado Dom Arnaldo Ribeiro, fui ordenado Sacerdote para Sempre! Muitos erros e acertos, grande experiência de vida e profunda gratidão a cada dia, sem nenhum momento de arrependimento, pelo sim dado com minhas mãos entre as mãos do Arcebispo. Quantas pessoas passaram por minha vida nestes 33 anos? Pela vida de quantas pessoas passei eu? Penso ser um momento de avaliação, de balanço, de gratidão e de pedido de perdão, pelas vezes em que não consegui ser um bom padre! Escolhi como lema sacerdotal, a quinta bem-aventurança do Sermão da Montanha: "Bem-Aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia” (Mt 5,7), já que sempre me senti um servo inútil e indigno da graça do ministério sacerdotal! Mesmo assim Deus me quis Padre, tamanha é Sua Bondade, Seu Amor e Sua Misericórdia para comigo. Ao longo do amadurecimento no meu exercício ministerial, fui descobrindo que a melhor maneira de ser fiel ao Sacerdócio, é adotar a Teologia da Ternura! Mesmo que não tenha conseguido ser fiel, como quis ou deveria sempre me acompanhou o esforço pessoal por ser um sacerdote bom e misericordioso, a exemplo de São João Maria Vianney, o Cura D'Ars, cuja vida conheci no primeiro Seminário que me acolheu na Arquidiocese de Porto Alegre (RS), dedicado a ele. Como ele, o Sacramento que mais gosto de celebrar, é o da Reconciliação, depois, é claro, da Eucaristia. Como é bom ser dispensador do perdão de Deus àqueles que perderam sua paz interior para o pecado. Pois é no Sacramento do Perdão, que Jesus nos devolve a paz que o pecado nos rouba. Tenho sido muito feliz ao acolher tantas pessoas em nossa amada Igreja Santo Antoninho, Pão dos Pobres nos Campos Elíseos há 15 anos, e desde o dia 1º de março do ano de 2020, da também já amada Paróquia Santa Tereza de Ávila no Jardim Recreio de Ribeirão Preto, que são para mim, lugares ideais para a santificação de meu sacerdócio, colaborando na santificação de tão queridos irmãos e irmãs na fé! Como coroinha na Igreja Matriz do Sagrado Coração de Jesus, no Bairro Santo Afonso e Coordenador da Catequese, Regente do Coral e Animador de Comunidade na Capela Santo Antoninho, no Bairro Liberdade em Novo Hamburgo (RS) ou brincando de Missa com os vizinhos na estrebaria de casa, minha vocação ao sacerdócio foi se confirmando a cada dia que passava. Sentia sempre a necessidade de perdoar, desde tenra idade a quem me ofendesse ou machucasse. Nunca consegui bater em ninguém. Mas sempre fui muito peralta e, mais pedia perdão do que precisava perdoar. Daí meu lema sacerdotal ser a bem-aventurança da misericórdia. Que eu consiga viver meu sacerdócio pautado nos olhos de Deus, que promovem a justiça e amar as pessoas com o coração de Jesus, que dão sentido ao meu lema e à minha fidelidade sacerdotal: "Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia”! E em cada Eucaristia que celebro, cabem todas as pessoas que me ajudaram a ser Padre, no precioso cálice do Senhor, como minha mais sublime e profunda gratidão! Para selar a ternura de Deus em meu Sacerdócio, celebrarei minha ação de graças no recolhimento. Passarei em oração silenciosa. Sei que poderei contar com as orações dos amigos, o melhor presente que poderia receber. Estarei ausente das Redes Sociais, especialmente com telefones desligados! Conto com a compreensão dos que insistirem em ligar. Rezemos em silêncio, porque até mesmo nosso silêncio Deus escuta. Aqueles que desejarem me cumprimentar, por favor, façam-no na oração por mim e sintam o carinho de minha oração por cada um dos que meu Sacerdócio permitiu amar! O maior presente será sempre a participação de uma das Celebrações das Santas Missas que celebro na Igreja Santa Tereza de Ávila no Jardim Recreio aos sábados e domingos às 18 horas, bem como na Igreja Santo Antoninho, Pão dos Pobres, aos domingos às 9 horas, na Avenida Saudade, 202, nos Campos Elíseos em Ribeirão Preto. O mais precioso presente de um sacerdote é ver sua Igreja cheia de gente, saindo cheias de Deus, e não do padre!