sexta-feira, 4 de novembro de 2022

Apolônio de Carvalho

*AMAR SEM LIMITES*

Amar sem limites significa amar a todos sem fazer distinções; significa estar pronto a dar a própria vida por amor dos irmãos e irmãs; significa amar sempre, em qualquer situação e sem condicionamentos. Um amor puro, sem interesses, se torna infinito porque atinge o coração de Deus. Um amor sem limites produz igualmente uma paz sem limites, pois se difunde de coração a coração, construindo um mundo mais fraterno. Quando amamos com a medida máxima do amor, que é estar prontos a morrer uns pelos outros, atraímos a presença de Deus entre nós. E com Ele, o nosso amor ultrapassa os limites do impossível. 

Apolonio Carvalho Nascimento

Bom dia.

quinta-feira, 3 de novembro de 2022

Apolônio de Carvalho

"ACOLHER CADA PRÓXIMO"

Passa Palavra: (03/11/2022)

Da mesma forma que preparamos nossa casa para receber um hóspede importante, devemos preparar o nosso coração para acolher cada próximo que encontrarmos durante este dia.

Jesus sabia que os fariseus e os escribas o julgavam porque acolhia os pecadores, mas nem por isso deixou de acolhê-los. 

Ele justificava esse acolhimento de duas maneiras: lembrando que são os doentes que precisam de médico, e que há mais alegria no céu por um pecador que se converte do que por 99 justos que não precisam de conversão. (Cf. Lc 15,1-10)

Nós devemos acolher a todos, mas de modo especial os rejeitados da sociedade.

Apolonio Carvalho Nascimento

quarta-feira, 2 de novembro de 2022

finados aqueles que vivem na nossa memória

*SANTO DO DIA*

*COMEMORAÇÃO DE TODOS OS FIÉIS DEFUNTOS*

*INTRODUÇÃO*
O destino final do homem não é voltar a ser pó, mas chegar à visão eterna de Deus. Para atingi-la é preciso passar pelas trevas da morte. Por isso, celebramos o Dia de Finados. Neste dia, entramos em contato com eles, através da oração, para estarmos unidos a eles no céu, na glória de Deus.  
*SOLENIDADE*
A Celebração dos fiéis defuntos é uma solenidade que tem um valor profundamente teológico, porque chama a nossa atenção para todo o mistério da existência humana, desde suas origens até o seu fim e para além também. A novidade introduzida pela nossa fé é a esperança: nós cristãos acreditamos em um Deus. que não é apenas Criador, mas também Juiz.
*A MORTE É APENAS UMA PORTA...*
Logo, Deus é também é um Juiz! O seu juízo vai para além do tempo e do espaço, em uma vida após a morte e na vida eterna, na qual o Reino de Deus se realiza plenamente. O julgamento do Senhor será duplo: além de responder individualmente às nossas ações, no final dos tempos, seremos chamados a responder-lhes também como humanidade. Se morrermos em Cristo, porque vivemos a nossa vida em comunhão com Ele, seremos admitidos na Comunhão dos Santos. A celebração de hoje se insere nesta perspectiva: a Igreja não esquece seus irmãos falecidos, mas reza por eles, oferece sufrágios, celebra Missas e oferece esmolas, para que também as almas, que ainda precisam de purificação, após a morte, possam alcançar a visão de Deus.
*CRISTO VENCEU A MORTE!*
A morte é um acontecimento inevitável. Cada um de nós pode entender isso pela própria experiência pessoal. Segundo a visão cristã, porém, não é considerada um fato natural. Pelo contrário, é o oposto da vontade de Deus! Deus, o Senhor da vida, nos dá a vida em abundância e a morte é uma mera consequência do nosso pecado. Entretanto, em Cristo, Deus toma sobre si os nossos pecados e suas consequências. Desta forma, a morte se torna uma passagem, uma porta. Graças à vitória de Cristo sobre a morte, podemos superar o medo que temos dela e a dor que sentimos quando atinge alguém que está próximo de nós. Enfim, para o cristão, não há distinção entre vivos e mortos, porque nem os mortos são "mortos", mas "defuntos", ou seja, "privados das funções terrenas", à espera de serem transformados pela Ressurreição.
*HISTÓRIA E ORIGEM DESTA CELEBRAÇÃO*
A “pietas” humana para com os defuntos remonta aos primórdios da humanidade. Mas, como vimos, com o advento do cristianismo a perspectiva muda radicalmente. Os primeiros cristãos, como podemos facilmente observar nas catacumbas, esculpiam a figura de Lázaro nos túmulos, como anseio de que seus entes queridos pudessem também voltar à vida, por intermédio de Cristo. No entanto, somente no século IX começou a celebração litúrgica de um falecido, como herança do uso monacal, já em vigor no século VII, de empregar, dentro dos mosteiros, um dia inteiro de oração por um falecido. Este costume, porém, já existia no rito bizantino, que celebrava os mortos no sábado anterior à Sexagésima, um período entre o fim de janeiro e o mês de fevereiro. Mais tarde, no ano 809, o Bispo de Trier, Dom Amalário Fortunato de Metz, inseriu a memória litúrgica dos falecidos - que aspiram ao céu - no dia seguinte ao dedicado a Todos os Santos, que já estavam no céu. Enfim, em 998, por ordem do abade de Cluny, Odilone de Mercoeur, a solenidade de Finados foi marcada para o dia 2 de novembro, precedida por um período de preparação de nove dias, conhecido como Novena dos Defuntos, que começava no dia 24 de outubro.
*ALMAS DO PURGATÓRIO, ROGAI A DEUS POR NÓS!* 

*FONTE:* VATICANNEWS, PAULUS, BÍBLIA DE JERUSALÉM, BÍBLIA PEREGRINO, MISSAL COTIDIANO, DEHONIANOS, CIC, CATOLICOORANTE, A12, PAULINAS, FRANCISCANOS, ACIDIGITAL.

Apolônio de Carvalho

02 de novembro de 2022

VISITAR OS DOENTES

Hoje podemos rezar por nossos entes queridos que já se foram, mas podemos ir além e realizar outra obra de misericórdia que é visitar os doentes.
Fazer uma visita a um amigo, a um parente ou mesmo à enfermaria de um hospital, onde pode haver alguém que se sente só, porque não recebe visitas.
Uma visita a quem está enfermo pode servir de encorajamento, de consolo, de demonstração de afeto.
Reconhecer o semblante de Jesus em quem está doente ou que está sofrendo por algum outro motivo é um gesto de amor sublime.
É uma obra de misericórdia realizada com amor puro.

Apolonio Carvalho Nascimento

terça-feira, 1 de novembro de 2022

Santo Afonso Rodrigues

*SANTO DO DIA*

*SANTO AFONSO RODRIGUES*
O irmão leigo Afonso Rodrigues, natural de Segóvia, Espanha, nasceu em 25 de julho de 1532, e pertencia a uma família pobre e profundamente cristã. Após viver uma sucessão de fatalidades pessoais, Afonso encontrou seu caminho na fé. Tudo começou quando Afonso tinha dezesseis anos. Seu pai, um simples comerciante de tecidos, morreu de repente. Vendo a difícil situação de sua mãe, sozinha para sustentar os onze filhos, parou de estudar. Para manter a casa, passou a vender tecidos, aproveitando a clientela que seu pai deixara. Em 1555, aconselhado por sua mãe, casou e teve dois filhos. Mas novamente a fatalidade fez-se presente no seu lar. Primeiro, foi a jovem esposa que adoeceu e logo morreu; em seguida, faleceram os dois filhos, um após o outro. Abatido pelas perdas, descuidou dos negócios, perdeu o pouco que tinha e, para piorar, ficou sem crédito. Sem rumo, tentou voltar aos estudos, mas não se saiu bem nas provas e não pôde cursar a Faculdade de Valência. Afonso entrou, então, numa profunda crise espiritual. Retirado na própria casa, rezou, meditou muito e resolveu dedicar sua vida completamente a serviço de Deus, servindo aos semelhantes. Ingressou como irmão leigo na Companhia de Jesus em 1571. E foi um noviciado de sucesso, pois foi enviado para trabalhar no colégio de formação de padres jesuítas em Palma, na ilha de Maiorca, onde encontrou a plena realização da vida e terminou seus dias. No colégio, exerceu somente a simples e humilde função de porteiro, por quarenta e seis anos. Se materialmente não ocupava posição de destaque, espiritualmente era dos mais engrandecidos entre os irmãos. Recebera dons especiais e muitas manifestações místicas o cercavam, como visões, previsões, prodígios e cura. E assim, apesar de porteiro, foi orientador espiritual de muitos religiosos e leigos, que buscavam sua sabedoria e conselho. Mas um se destacava. Era Pedro Claver, um dos maiores missionários da Ordem, que jamais abandonou os seus ensinamentos e também ganhou a santidade. Outro foi o missionário Jerônimo Moranto, martirizado no México, que seguiu, sempre, sua orientação. Afonso sofreu de fortes dores físicas durante dois anos, antes de morrer em 31 de outubro de 1617, lá mesmo no colégio. Foi canonizado em 1888, pelo papa Leão XIII, junto com são Pedro Claver, seu discípulo, conhecido como o Apostolo dos Escravos. Santo Afonso Rodrigues deixou uma obra escrita resumida em três volumes, mas de grande valor teológico, onde relatou com detalhes a riqueza de sua espiritualidade mística. A sua festa litúrgica é comemorada no dia de sua morte.
*SANTO AFONSO RODRIGUES, ROGAI A DEUS PAI POR NÓS!*

*FONTE:* VATICANNEWS, PAULUS, BÍBLIA DE JERUSALÉM, BÍBLIA PEREGRINO, MISSAL COTIDIANO, DEHONIANOS, CIC, CATOLICOORANTE, A12, PAULINAS, FRANCISCANOS.

Evangelho de hoje

*31/10/2022 - SEGUNDA-FEIRA DA 31ª. SEMANA DO TEMPO COMUM*

*EVANGELHO DO DIA*
*(Lc 14,12-14)*

*Naquele tempo,  12  dizia Jesus ao chefe dos fariseus que o tinha convidado: “Quando tu deres um almoço ou um jantar, não convides teus amigos, nem teus irmãos, nem teus parentes, nem teus vizinhos ricos. Pois estes poderiam também convidar-te e isso já seria a tua recompensa. 13  Pelo contrário, quando deres uma festa, convida os pobres, os aleijados, os coxos, os cegos.  14  Então tu serás feliz! Porque eles não te podem retribuir. Tu receberás a recompensa na ressurreição dos justos”.* 
*Palavra da salvação.*
Glória a vós Senhor!

Apolônio de Carvalho

"REALIZAR COM ALEGRIA OBRAS DE MISERICÓRDIA"

Passa Palavra: (01/11/2022)

Uma obra de misericórdia é a nossa resposta concreta às questões sobre as quais seremos interrogados no nosso encontro definitivo com Jesus: "Tive fome e destes de comer, tive sede e destes-me de beber,..." (Cf. Mt 25,35-40)

Obra de misericórdia é também: aconselhar, instruir, corrigir, consolar, perdoar, ser paciente, orar por todos.

Um ato de amor concreto para com o próximo é uma obra de misericórdia.

Um gesto de amor pode ser realizado com o testemunho, com a revelação da Palavra e com a oração.

Que o nosso dia transcorra repleto de gestos de amor que se expressam em obras de misericórdia realizadas com alegria.

E que Jesus possa repetir-nos a cada instante: "Foi a mim que o fizestes!" (Mt 25,40)

Apolonio Carvalho Nascimento