quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

São Silvestre

*SANTO DO DIA*

*SÃO SILVESTRE I, PAPA*
Silvestre nasceu de uma mãe chamada Justa, de nome e de fato, e foi instruído pelo presbítero Ciriano, que lhe ensinou a praticar a hospitalidade com grande zelo. Assim, ele recebeu em sua casa um homem muito cristão, chamado Timóteo, que todos evitavam por causa da perseguição que sofria. Esse Timóteo ali ficou um ano e três meses até obter a coroa do martírio por anunciar com zelo perseverante a fé em Cristo. O prefeito Tarquínio, pensando que Timóteo era rico, exigiu com ameaças de morte que Silvestre entregasse os supostos bens do amigo. Frustrado por ver que Timóteo não possuía riquezas, mandou que Silvestre sacrificasse aos ídolos, senão iria, no dia seguinte, passar por diversos gêneros de suplícios. Silvestre então lhe disse: “Insensato, você morrerá esta noite, depois sofrerá tormentos eternos e assim, quer queira, quer não, reconhecerá o verdadeiro Deus que adoramos”. Silvestre foi levado preso e Tarquínio foi convidado a um jantar. Ao comer, ele ficou engasgado com uma espinha de peixe que não conseguiu nem expelir nem engolir. Ele morreu à meia-noite, e Silvestre, que era amado tanto pelos cristãos quanto pelos pagãos, foi libertado para grande alegria de todos. A Igreja deixou de sofrer as sanguinárias perseguições e saiu da clandestinidade, no século IV, sob o império do imperador bizantino Constantino, que se converteu à fé em Cristo. Desse modo, o cristianismo se expandiu livremente, tendo no comando da Igreja um papa à altura para estruturá-lo como uma organização eclesiástica duradoura. Era Silvestre I, um romano eleito em 314. Tanto assim que sobreviveu a muitas outras turbulências para chegar, triunfante, ao terceiro milênio. Embora o imperador Constantino tenha deixado florescer a semente plantada pelos apóstolos de Jesus, após anos de perseguições e ter feito tantos mártires, o cristianismo ainda não estava em completa paz. Até o imperador convertido foi convocado para ajudar a manter a paz da Igreja, e ele obedeceu ao papa Silvestre I. Quando irrompeu o cisma na África, o imperador usou sua autoridade para manter a paz, inclusive para o Império. Além disso, foi orientado a ser o autor da convocação do Concílio de Nicéia, o primeiro da Igreja, em 325, no qual a Igreja de Roma saiu vencedora, aprovando o credo contra a heresia ariana. Tudo isso acontecia com o papa Silvestre I já bem idoso. Como não aguentaria a viagem, mandou representantes à altura para que a Igreja se firmasse no encontro: o bispo Ósio, de Córdoba, e mais dois sacerdotes assessores. Como havia harmonia entre o papa e Constantino, a Igreja conseguir bons resultados também no sínodo. Recebeu um forte apoio financeiro para a construção de valiosos edifícios eclesiásticos, que também marcaram o governo desse papa. A construção mais importante, sem dúvida, foi a basílica em honra de são Pedro, no monte Vaticano, em Roma. O local era um antigo cemitério pagão, o que fez aumentar muito a importância e o significado de a construção dedicada a Pedro ter sido feita ali. Quem descobriu isso foi o papa Pio XII, comandando escavações no local em 1939. Outra foi a Basílica de São Paulo Extra-Muro, e também a dedicada a são João, em Roma. Também por causa de Silvestre, Constantino patrocinou à Igreja um ato histórico e de muita relevância para a humanidade e o catolicismo: doou seu próprio palácio Lateralense, para servir de moradia para os papas, e toda a cidade de Roma e algumas outras vizinhas para a Igreja. Mas esses atos não ocorreram porque Constantino tinha-se convertido ou por interferência de sua mãe Helena: o grande mérito se deve ao trabalho do papa Silvestre I. Quanto ao papa São Silvestre I, morreu em 335, depois de ter permanecido no trono de Pedro durante vinte e um anos, e produzido tantos e bons frutos para o cristianismo. No ano seguinte ao da sua morte, começou a ser dedicada a são Silvestre uma festa no dia 31 de dezembro, enquanto, no Oriente, ele é celebrado dois dias depois.
*SÃO SILVESTRE I, ROGAI A DEUS PAI POR NÓS!*

*FONTE:*
VATICANNEWS, PAULUS, BÍBLIA DE JERUSALÉM, BÍBLIA PEREGRINO, MISSAL COTIDIANO, CATÓLICO ORANTE, CIC, DEHONIANOS, FRANCISCANO, ARQUISP.

Evangelho de hoje

*31/12/2025 - QUARTA-FEIRA - 7º. DIA DA OITAVA DO NATAL*

*EVANGELHO DO DIA*
*(Jo 1,1-18)*

*Início do Evangelho de Jesus Cristo segundo João*
*1  No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus; e a Palavra era Deus.  2  No princípio estava ela com Deus.  3  Tudo foi feito por ela, e sem ela nada se fez de tudo que foi feito. 4  Nela estava a vida, e a vida era a luz dos homens.  5  E a luz brilha nas trevas, e as trevas não conseguiram dominá-la.  6  Surgiu um homem enviado por Deus; seu nome era João.  7  Ele veio como testemunha, para dar testemunho da luz, para que todos chegassem à fé por meio dele.  8  Ele não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz:  9 daquele que era a luz de verdade, que, vindo ao mundo, ilumina todo ser humano.  10  A Palavra estava no mundo – e o mundo foi feito por meio dela –, mas o mundo não quis conhecê-la. 11  Veio para o que era seu, e os seus não a acolheram.  12  Mas a todos os que a receberam, deu-lhes capacidade de se tornarem filhos de Deus, isto é, aos que acreditam em seu nome,  13  pois estes não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de Deus mesmo.  14  E a Palavra se fez carne e habitou entre nós. E nós contemplamos a sua glória, glória que recebe do Pai como Filho unigênito, cheio de graça e de verdade. 15  Dele João dá testemunho, clamando: “Este é aquele de quem eu disse: ‘O que vem depois de mim passou à minha frente, porque ele existia antes de mim’”.  16  De sua plenitude todos nós recebemos graça por graça. 17  Pois por meio de Moisés foi dada a Lei, mas a graça e a verdade nos chegaram através de Jesus Cristo.  18 A Deus ninguém jamais viu. Mas o Unigênito de Deus, que está na intimidade do Pai, ele no-lo deu a conhecer.*
*Palavra da salvação.*
Glória a vós Senhor!

terça-feira, 30 de dezembro de 2025

São Ruggero Bispo

*SANTO DO DIA*

*SÃO RUGERO, BISPO*
Rugero nasceu entre 1060 e 1070, na célebre e antiga cidade italiana de Cane. O seu nome, de origem normanda, sugere que seja essa a sua origem. Além dessas poucas referências imprecisas, nada mais se sabe sobre sua vida na infância e juventude. Mas ele era respeitado, pelos habitantes da cidade, como um homem trabalhador, bom, caridoso e muito penitente. Quando o bispo de Cane morreu, os fiéis quiseram que Rugero ficasse no seu lugar de pastor. E foi o que aconteceu: aos trinta anos de idade, ele foi consagrado bispo de Cane. No século II, essa cidade havia sido destruída pelo imperador Aníbal, quando expulsou o exército romano. Depois, ela retomou sua importância no período medieval, sendo até mesmo uma sede episcopal. No século XI, mais precisamente em 1083, por causa da rivalidade entre o conde de Cane e o duque de Puglia, localidade vizinha, a cidade ficou novamente em ruínas. O bispo Rugero assumiu a direção da diocese dentro de um clima de prostração geral. Assim, depois desse desastre, seu primeiro dever era tratar da sobrevivência da população abatida pelo flagelo das epidemias do pós-guerra. Ele transformou a sua sede numa hospedaria aberta dia e noite, para abrigar viajantes, peregrinos e as viúvas com seus órfãos. Possuindo o dom da cura, socorria a todos, incansável, andando por todos os cantos, descalço. Doava tudo o que fosse possível e a sua carruagem era usada apenas para transportar os doentes e as crianças. Todavia esse século também foi um período conturbado para a história da Igreja. Com excessivo poder civil estava dividida entre religiosos corruptos e os que viviam em santidade. Rugero estava entre os que entendiam o episcopado como uma missão e não como uma posição de prestígio para ser usada em benefício próprio. Vivia para o seu rebanho, seguindo o ensinamento de são Paulo: “Tudo para todos”. Por tudo isso e por seus dons de conselho e sabedoria, no seu tempo foi estimado por dois papas: Pascoal II e Celásio II. Para ambos, executou missões delicadas e os aconselhou nas questões das rivalidades internas da Igreja, que tentava iniciar sua renovação. Entrou rico de merecimentos no Reino de Deus, no dia 30 de dezembro de 1129, em Cane, onde foi sepultado na catedral. Considerado taumaturgo em vida, pelos prodígios que promovia com a força de suas orações, logo depois de sua morte os devotos divulgaram a sua santidade. No século XVIII, a cidade de Cane praticamente já não existia. A população se transferira para outra mais próspera, Barleta. Mas eles já cultuavam o querido bispo Rugero como santo. Pediram a transferência das suas relíquias para a igreja de Santa Maria Maior, em Barleta. Depois, foi acolhido na sepultura definitiva na igreja do Mosteiro de Santo Estêvão, atual Santuário de São Rugero. Os devotos o veneram no dia de sua morte como o bispo de Cane e o padroeiro de Barleta. Em 1946, são Rugero foi canonizado pela Igreja.
*SÃO RUGERO, ROGAI A DEUS PAI POR NÓS!*

*FONTE:*
VATICANNEWS, PAULUS, BÍBLIA DE JERUSALÉM, BÍBLIA PEREGRINO, MISSAL COTIDIANO, CATÓLICO ORANTE, CIC, DEHONIANOS, FRANCISCANO, ARQUISP.

Evangelho de hoje

*30/12/2025 - TERÇA-FEIRA - 6⁰. DIA DA OITAVA DO NATAL*

*EVANGELHO DO DIA*
*(Lc 2,36-40)*

*Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas*
*Naquele tempo,  36  havia também uma profetisa, chamada Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Era de idade muito avançada; quando jovem, tinha sido casada e vivera sete anos com o marido.  37 Depois ficara viúva e agora já estava com oitenta e quatro anos. Não saía do templo, dia e noite servindo a Deus com jejuns e orações.  38  Ana chegou nesse momento e pôs-se a louvar a Deus e a falar do menino a todos os que esperavam a libertação de Jerusalém.  39  Depois de cumprirem tudo, conforme a Lei do Senhor, voltaram à Galileia, para Nazaré, sua cidade.  40  O menino crescia e tornava-se forte, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava com ele.*
*Palavra da salvação.*
Glória a vós Senhor!

segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

São Thomaz Becket

*SANTO DO DIA*

*SÃO TOMÁS BECKET, BISPO, MÁRTIR*
São Tomás de Canterbury nasceu no dia 21 de dezembro de 1118, em Londres. Era senhor de grande riqueza e considerado um dos homens de grandes capacidades no seu tempo. Foi até comparado a Richelieu, com o qual na realidade se parecia pelas qualidades de homem de Estado e grande amor às grandezas. Era filho de pai normando e cresceu na Corte ao lado do herdeiro do trono, Henrique. Era um dos jovens cortesões da comitiva do futuro rei da Inglaterra, um dos amigos íntimos com que Henrique mais tinha afinidade. Era ambicioso, audacioso, gostava das diversões com belas mulheres, das caçadas e das disputas perigosas. Compartilharam os belos anos da adolescência e da juventude antes que as responsabilidades da Coroa os afastasse. Em 1155, Henrique II, rei de Inglaterra, nomeou-o seu chanceler. Quando vagou a Sé de Canterbury, ele foi o escolhido de Henrique II. Tomás foi ordenado sacerdote a 1 Junho de 1162 e sagrado Bispo dois dias depois. Desde então, passou a ser a pessoa mais importante depois do rei e mudou inteiramente de vida, convertendo-se num dos prelados mais austeros. Convencido de que o cargo de primeiro-ministro e o de príncipe de Inglaterra eram incompatíveis, Tomás pediu demissão do cargo de chanceler, o que descontentou muito o rei. Henrique II ficou ainda mais aborrecido quando, em 1164, por ocasião dos “concílios” de Clarendon e Northampton, o Arcebispo tomou o partido do Papa contra ele. Tomás viu-se obrigado a fugir, disfarçado em irmão leigo, e foi procurar asilo em Compiegne, junto de Luis VII. Passou, a seguir, à abadia de Pontigny e depois à de Santa Comba, na região de Sens (França). Decorridos 7 anos, a pedido do Papa e do rei de França, Henrique II acabou por consentir em que Tomás regressasse à Inglaterra. O rei estava persuadido de que podia contar daí em diante com a submissão cega do Arcebispo, mas em breve reconheceu que muito se tinha enganado, pois este continuava a defender a Igreja Romana contra as pretensões régias. Desesperado, o rei exclamou um dia: “Malditos sejam os que vivem do meu pão e não me livram deste padre insolente”. Quatro cavaleiros tomaram à letra estas palavras, que não eram sem dúvida mais que uma exclamação de desespero. A 29 de Dezembro de 1170, à tarde, vieram encontrar-se com Tomás no seu palácio, exigindo-lhe que levantasse as censuras que tinha imposto. Recusou-se a isso e foi com eles tranquilamente para uma capela lateral da Sé. “Morro de boa vontade por Jesus e pela Santa Igreja”, disse-lhes; e eles abateram-no com as espadas. O próprio papa Alexandre III canonizou Tomás Becket três anos depois do seu testemunho de fé em Cristo. A sua memória é homenageada com festa litúrgica no dia de sua morte.
*SÃO TOMÁS BECKET, ROGAI A DEUS PAI POR NÓS!*

*FONTE:*
VATICANNEWS, PAULUS, BÍBLIA DE JERUSALÉM, BÍBLIA PEREGRINO, MISSAL COTIDIANO, CATÓLICO ORANTE, CIC, DEHONIANOS, FRANCISCANO, ARQUISP.

Evangelho de hoje

*29/12/2025 - SEGUNDA-FEIRA - 5º. DIA DA OITAVA DO NATAL*

*EVANGELHO DO DIA*
*(Lc 2,22-35)*

*Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas*
*22  Quando se completaram os dias para a purificação da mãe e do filho, conforme a Lei de Moisés, Maria e José levaram Jesus a Jerusalém a fim de apresentá-lo ao Senhor.  23  Conforme está escrito na Lei do Senhor: “Todo primogênito do sexo masculino deve ser consagrado ao Senhor”.  24 Foram também oferecer o sacrifício – um par de rolas ou dois pombinhos –, como está ordenado na Lei do Senhor.  25  Em Jerusalém havia um homem chamado Simeão, o qual era justo e piedoso e esperava a consolação do povo de Israel. O Espírito Santo estava com ele  26  e lhe havia anunciado que não morreria antes de ver o Messias que vem do Senhor.  27  Movido pelo Espírito, Simeão veio ao templo. Quando os pais trouxeram o menino Jesus para cumprir o que a Lei ordenava,  28  Simeão tomou o menino nos braços e bendisse a Deus:  29  “Agora, Senhor, conforme a tua promessa, podes deixar teu servo partir em paz;  30 porque meus olhos viram a tua salvação,  31  que preparaste diante de todos os povos:  32  luz para iluminar as nações e glória do teu povo Israel”.  33  O pai e a mãe de Jesus estavam admirados com o que diziam a respeito dele.  34 Simeão os abençoou e disse a Maria, a mãe de Jesus: “Este menino vai ser causa tanto de queda como de reerguimento para muitos em Israel. Ele será um sinal de contradição.  35 Assim serão revelados os pensamentos de muitos corações. Quanto a ti, uma espada te traspassará a alma”.*
*Palavra da salvação.*
Glória a vós Senhor!

sábado, 27 de dezembro de 2025

Tomás Becket - 29 de dezembro

 

Tomás Becket em um manuscrito da obra Collectio Epistolarum Sancti Thome Cantuariensis c. 1180

arcebispo e mártir

Nascimento

c. 21 de dezembro de 1128
Londres, Inglaterra

Morte

29 de dezembro de 1170 (42 anos)
Cantuária, Inglaterra

Veneração por

Igreja CatólicaIgreja Anglicana

Canonização

21 de fevereiro de 1173
Igreja de S. Pedro, Segni
por Papa Alexandre III

Principal templo

Catedral de Cantuária

Festa litúrgica

29 de dezembro

Atribuições

Espada, martírio, roupas de chanceler e corrente ao pescoço

Padroeiro

clero secular, Universidade de ExeterOxfordPortsmouthDiocese de Camaçari

 

 

 

Tomás Becket (em inglêsThomas Becket), também conhecido como Tomás de Cantuária e Tomás de Londres (Londres21 de dezembro de 1128 – Cantuária29 de dezembro de 1170),[1] foi arcebispo de Cantuária entre 1162 e 1170. É venerado como santo e mártir pela Igreja Católica e pela Igreja Anglicana. Envolvido num conflito com o rei Henrique II de Inglaterra pelos direitos e privilégios da Igreja, foi assassinado por seguidores do rei na Catedral de Cantuária. Também é conhecido como Thomas à Becket, apesar de este nome poder ter-lhe sido atribuído posteriormente, possivelmente com a intenção de o ligar à memória de Tomás de Kempis (Thomas à Kempis).

Educação

Tomás Becket nasceu, provavelmente, em 21 de dezembro de 1118, no bairro de CheapsideLondres, em uma família da classe média-alta da Normandia, filho de Gilberto de Thierceville e Rosea ou Matilda de Caen.

Richer de L'aigle, amigo de Gilberto de Thierceville, interessado nas irmãs de Tomás, convidava regularmente Tomás para a sua propriedade em Sussex. Foi lá que Tomás aprendeu a cavalgar, a caçaretiqueta, e a participar de desportos populares como as justas, ou torneios. Desde os 10 anos de idade, Becket recebeu uma excelente educação em lei canónica civil no Priorado de Merton, na Inglaterra, e depois em ParisBolonha e Auxerre.

Ao regressar à Inglaterra, por se tratar de um jovem com educação, entrou para o serviço de Teobaldo de Becarcebispo de Cantuária, que confiou-lhe várias missões importantes a Roma e por fim recompensou-o com o arquidiaconado de Cantuária e a reitoria da escola de Beverley. Distinguiu-se de tal modo pelo seu zelo e eficiência, que Teobaldo o recomendou ao rei Henrique II de Inglaterra para o importante cargo de chanceler, que manteve durante sete anos.

 

Celebramos no dia 28 de dezembro a festa litúrgica dos Santos Inocentes

 

Post de Cardeal Orani João Tempesta


Santos Inocentes
Celebramos no dia 28 de dezembro a festa litúrgica dos Santos Inocentes. Essa festa acontece dentro do período da Oitava do Natal, assim como outras que acontecem nesse período, como, por exemplo, Santo Estevão e São João Evangelista, além da Festa da Sagrada Família de Nazaré. A Oitava do Natal são oito dias em que a Igreja vive como se fosse um só, ou seja, o Natal é uma festa tão grande que não pode ser celebrada em um único dia, mas se estende por oito dias.
Após o período da Oitava do Natal, em 1° de janeiro, segue o Tempo do Natal, que vai até a festa do Batismo do Senhor, em 12 de janeiro neste ano. Na segunda-feira, dia 13, inicia a primeira parte do Tempo Comum. O calendário litúrgico da Igreja tem como centro a Páscoa de Cristo. Ao longo do ano litúrgico, temos as festas e memórias litúrgicas dos santos que movimentam a vida da Igreja. O ano litúrgico tem seu início com o Tempo do Advento e a celebração do Natal. O mistério do Natal nos aponta para o mistério da Páscoa. No Natal, nos curvamos diante do presépio e adoramos o Menino Deus; na Páscoa, nos curvamos e adoramos Cristo na cruz.
Os Santos Inocentes são todas as crianças do sexo masculino, de zero a dois anos, que Herodes mandou matar quando soube que os reis magos não voltaram para lhe dar notícias a respeito do nascimento de Jesus. Herodes disse aos magos que sua intenção era adorar o Menino Jesus, mas, pelo contrário, ele queria matar o Menino. Essa festa de hoje foi instituída pelo Papa São Pio V e ajuda a viver de maneira profunda a espiritualidade desse tempo da Oitava do Natal. Essa festa encontra seu fundamento na Sagrada Escritura. Hoje temos os Herodes que aprovam a matança de crianças como vimos acontecer nesta semana em nosso país. É um absurdo que isso ocorra bem nas festas de Natal, indo contra toda a ciência e contra o consenso do povo brasileiro.
Herodes tinha uma certa inveja de Jesus e estava muito nervoso, pois achava que Jesus veio para ocupar o seu lugar, e acreditava que somente ele seria o rei de Israel. Mas, logicamente, Jesus não estaria nem um pouco preocupado com Herodes, e seu reinado era totalmente diferente. Herodes ainda ficou revoltado, pois achou que os magos o haviam enganado. Diante disso, Herodes manda matar todos os meninos de zero a dois anos, achando que um deles seria Jesus.
Depois que os magos foram embora, o anjo aparece em sonho a José e pede para que José pegue Maria e o Menino e vá para o Egito, a fim de que Herodes não os encontre. O anjo pede que José fique lá com Maria e o Menino até que ele mande. Então, durante a noite, José pega Maria e o Menino e se retira para o Egito, onde ficam até a morte de Herodes.
A Sagrada Família fica no Egito até a morte de Herodes, para se cumprir aquilo que o Senhor havia dito pelo profeta: "Do Egito chamarei o meu filho". Depois, eles retornam a Jerusalém e conseguem continuar a vida. Por isso, Jesus sempre defendeu e acolheu todas as crianças.
Por isso, a Igreja celebra, nessa data, os "Santos Inocentes", pois são crianças indefesas, sem culpa alguma, que Herodes, por inveja e ciúmes, mandou matar. Os Santos Inocentes são padroeiros de todas as crianças abandonadas e mortas antes de nascer. Meus irmãos, rezemos nessa celebração de hoje por todas as crianças que são abandonadas e vivem em situação de vulnerabilidade social. Peçamos que o Senhor as proteja, por intercessão dos Santos Inocentes, e que sejam preservadas em sua dignidade.
Não há como calcularmos o número de crianças que foram arrancadas dos braços de suas mães e depois assassinadas sem poderem se defender ou expressar a sua fé. Como todos os mártires, elas tiveram seu sangue derramado em nome de Cristo, só que sem a oportunidade de se defenderem. O relato evangélico desse dia se encontra em Mateus. Essas crianças foram vítimas da fúria de Herodes, e nem tanto por serem cristãos ou cristãs, mas com certeza estão ao lado de Cristo no céu, pois morreram inocentemente e uniram suas dores aos sofrimentos que Jesus sofreria posteriormente na cruz.
A celebração da Festa dos Santos Inocentes nos chama a atenção para refletirmos sobre a situação de muitas crianças nos dias de hoje que também podem ser consideradas ‘Santos Inocentes’. Sobretudo aquelas que não têm o direito de nascer, ou seja, são abortadas com o consentimento do estado como foi decidido nesta semana em nosso país. Crianças que são exploradas sexualmente, ou obrigadas a trabalhar desde cedo, ou que vivem em situação de extrema vulnerabilidade. Enfim, rezemos por todas as crianças, para que sejam respeitadas em sua dignidade e possam crescer em sabedoria, estatura e graça, diante de Deus e dos homens. As crianças têm que ser livres para amar, estudar e brincar, e não para outra coisa.
Podemos dizer que os "Santos Inocentes" são os primeiros mártires da Igreja, pois celebramos logo três dias após o Natal. Na verdade, Santo Estevão é o primeiro mártir, celebrado no dia 26. Todo ser humano tem o direito de nascer, amadurecer, envelhecer e depois morrer; não podemos interromper nenhuma vida, seja qual for a idade. Vale ressaltar também que essa festa nos faz pensar que não devemos fazer justiça com as nossas próprias mãos e nem sentir inveja ou ciúmes de ninguém, como Herodes sentiu. A inveja ou o ciúme não são sentimentos cristãos, e não podemos achar que o outro vai ocupar o nosso lugar. Seja em que ambiente estivermos, temos que seguir em frente, dar o nosso melhor e continuar o nosso trabalho.
Que possamos nos unir em oração pedindo pela paz no mundo. Infelizmente, atravessamos grandes guerras e muitos inocentes morrem nelas, inclusive crianças que não têm culpa de nada. Nessa celebração, elevemos uma prece a Deus, pedindo o fim das guerras e que todas as crianças inocentes sejam protegidas. Que a Humanidade, e sobretudo os chefes das nações, tenham um coração mais humano e fraterno. Que nos dias de hoje tenhamos menos Herodes e que os governantes pensem menos em guerras e mais em ajudar o povo.
Com certeza, toda criança que morre, seja por qualquer motivo, está no céu, ao lado de Jesus, pois toda criança é inocente e indefesa. Jesus tinha carinho e apreço pelas crianças e deixava elas irem ao encontro d’Ele. Com certeza, temos no céu grandes intercessores. As crianças são puras e inocentes, e com certeza não têm culpa das brigas e confusões dos adultos. Temos que cuidar e amar todas as crianças, educá-las com fé e amor e tomar o cuidado de nunca as machucar, seja fisicamente ou interiormente.
Celebremos com esperança este dia dos Santos Inocentes, pedindo, sobretudo, que as crianças de hoje tenham paz, proteção e uma vida digna aos olhos de Deus e dos homens. Que todas as crianças tenham, em primeiro lugar, direito à vida, depois à saúde e à educação. Peçamos condições de vida melhores para todas as crianças e que nenhuma morra precocemente. Que os Santos Inocentes intercedam por nós no céu. Amém.
Oração aos Santos Inocentes:
“Meu Senhor, pelos Santos Inocentes, quero Vos rogar hoje por todos aqueles que são injustiçados, sofrem ameaças, são marginalizados e incompreendidos. Olhai pelos pequeninos, abandonados e assassinados pelas estruturas de morte de nossa sociedade. Que, convosco, eles alcancem dignidade e paz. Amém.”
Orani João, Cardeal Tempesta, O. Cist.
Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 2,22-35 - 29 de dezembro

 Luz para iluminar as nações.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 2,22-35

 

22 Quando se completaram os dias para a purificação da mãe e do filho, conforme a Lei de Moisés, Maria e José levaram Jesus a Jerusalém, a fim de apresentá-lo ao Senhor.

23 Conforme está escrito na Lei do Senhor: "Todo primogênito do sexo masculino deve ser consagrado ao Senhor".

24 Foram também oferecer o sacrifício - um par de rolas ou dois pombinhos - como está ordenado na Lei do Senhor.

25 Em Jerusalém, havia um homem chamado Simeão, o qual era justo e piedoso, e esperava a consolação do povo de Israel. O Espírito Santo estava com ele

26 e lhe havia anunciado que não morreria antes de ver o Messias que vem do Senhor.

27 Movido pelo Espírito, Simeão veio ao Templo. Quando os pais trouxeram o menino Jesus para cumprir o que a Lei ordenava,

28 Simeão tomou o menino nos braços e bendisse a Deus:

29 "Agora, Senhor, conforme a tua promessa, podes deixar teu servo partir em paz;

30 porque meus olhos viram a tua salvação,

31 que preparaste diante de todos os povos:

32 luz para iluminar as nações e glória do teu povo Israel".

33 O pai e a mãe de Jesus estavam admirados com o que diziam a respeito dele.

34 Simeão os abençoou e disse a Maria, a mãe de Jesus: "Este menino vai ser causa tanto de queda como de reerguimento para muitos em Israel. Ele será um sinal de contradição.

35 Assim serão revelados os pensamentos de muitos corações. Quanto a ti, uma espada te traspassará a alma". Palavra da Salvação.

 

Evangelho de 28 de dezembo

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 2,13-15.19-23


13 Depois que os magos partiram, o Anjo do Senhor apareceu em sonho a José e lhe disse: "Levanta-te, pega o menino e sua mãe e foge para o Egito! Fica lá até que eu te avise! Porque Herodes vai procurar o menino para matá-lo".

14 José levantou-se de noite, pegou o menino e sua mãe, e partiu para o Egito.

15 Ali ficou até à morte de Herodes, para se cumprir o que o Senhor havia dito pelo profeta: "Do Egito chamei o meu Filho".

19 Quando Herodes morreu, o anjo do Senhor apareceu em sonho a José, no Egito,

20 e lhe disse: "Levanta-te, pega o menino e sua mãe, e volta para a terra de Israel; pois aqueles que procuravam matar o menino já estão mortos".

21 José levantou-se, pegou o menino e sua mãe, entrou na terra de Israel.

22 Mas, quando soube que Arquelau reinava na Judeia, no lugar de seu pai Herodes, teve medo de ir para lá. Por isso, depois de receber um aviso em sonho, José retirou-se para a região da Galileia,

23 e foi morar numa cidade chamada Nazaré. Isso aconteceu para se cumprir o que foi dito pelos profetas: "Ele será chamado Nazareno". Palavra da Salvação.  

  

sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

EPIFANIA! - padre GILBERTO KASPER

 

 EPIFANIA!

 

 

O mês de janeiro marca o início de um Novo Ano civil. Celebra, na dinâmica das festas natalinas, no tempo de Natal, a festa da “Epifania”, palavra grega, que significa “manifestação”. Esta festa retoma o Natal de Jesus, celebrando a sua humanidade manifestada a todos os povos. Traz consigo a mística da universalidade da salvação.

            Na periferia, longe do palácio real, “os magos viram o menino com Maria, sua mãe, e, prostrando-se, o adoraram. Em seguida, abriram seus cofres e ofereceram-lhe presentes: ouro, incenso e mirra” que indicam, respectivamente, a sua realeza, divindade e humanidade (cf. Mt 2,11).

            “A Epifania é a celebração do amor de Deus, que em seu Filho quer se revelar a todos os povos, representados pelos magos que seguem a Estrela Nascente. Os magos do Oriente sentem grande alegria ao segui-la. Herodes e o centro do poder, Jerusalém, ficam perturbados. Os sumos sacerdotes e mestres da Lei, entendidos de religião, limitam-se a repetir as Escrituras sagradas. Os entendidos de religião conhecem a Escritura e sabem que de Belém sairá um pastor para Israel. Mas estão acomodados. Haviam transformado a Palavra de Deus numa doutrina que já não tocava a realidade, pois não conseguem reconhecer no brilho da estrela o caminho para o recém-nascido Pastor de Israel.

            Herodes e Jerusalém ficam perturbados, ao imaginar que o Filho de Deus lhes tomaria o poder. Querem impedir que Deus se manifeste ao mundo, eliminando o Filho recém-nascido. Mal sabem que o Menino vem para servir; vem para mostrar que o poder de Deus está no amor que se entrega e gera vida, não o ódio que divide e mata.

            Os magos, por sua vez, põem-se à procura. Vencem a escuridão, seguindo o brilho da estrela guia. Eles representam todos os povos que buscam construir, juntos, a única comunidade dos filhos de Deus. E como é grande a alegria de encontrar pessoalmente Jesus Cristo e poder entregar-lhe a própria vida, com o que ela tem de melhor! Pois Deus se revela a nós à medida que lhe entregamos o melhor de nós. Como os presentes dos magos, que indicam quem é o Menino recém-nascido. Oferecem ouro porque ele é Rei, incenso porque é Deus e mirra porque dará a vida na cruz.

            Para revelar-se ao mundo, Deus escolheu revelar-se ao coração de cada um de nós. Abrir-nos a esse amor que se revela é encontrar a Deus em nossos irmãos, sobretudo nos menores e indefesos, como o recém-nascido em Belém” (cf. Pe. Darci Luiz Marin, ssp em Liturgia Diária da Paulus, de janeiro de 2026, p. 40).

A Epifania nos traz Nova Esperança na medida em que nos tornamos servidores, promovendo a comunhão e a fraternidade entre todas as pessoas que remetem suas esperanças ao coração dos cristãos. Oxalá, os cristãos, especialmente os agentes de pastoral, saibam sentir-se Servos e não “Donos” de um Povo desencantado e carente de nova Esperança, novo Ânimo e novas Perspectivas de Vida. Saibamos acolher, compreender, perdoar e amar todos aqueles que se aproximam de nossas Comunidades. Sejamos, enfim, como a estrela do Oriente, que aponte o caminho para Jesus Cristo. Não brilhemos para nós mesmos, mas seja o nosso brilho a seta para o verdadeiro endereço, que é Jesus nascido em Belém, e que hoje procura aconchego na manjedoura de nossos corações!

Pe. Gilberto Kasper

          Teólogo

 

Santo Estêvão, o Protomártir - 26 de dezembro

 

Santo Estêvão, o Protomártir

Origens
Santo Estêvão é chamado de Protomártir, ou seja, ele foi o primeiro mártir de toda a

 história católica. Cheio do Espírito Santo, Estêvão foi um dos primeiros a seguir os 

Apóstolos de Jesus. Acredita-se que ele era grego ou judeu, educado na cultura 

helênica. Estimado entre a Comunidade de Jerusalém, seu nome aparece nos Atos

 como o primeiro, entre os sete, que foram eleitos para ajudar na missão dos Apóstolos.

Ato dos Apóstolos
Nos capítulos 6 e 7 dos Atos dos Apóstolos, encontramos um longo relato sobre o 

martírio de Estêvão, que é um dos sete primeiros Diáconos nomeados e ordenados

 pelos Apóstolos. O seu martírio ocorreu entre o ano 31 e 36 da era cristã. Eis a 

descrição, tirada do livro dos Atos dos Apóstolos:

“Estêvão, porém, cheio de graça e poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo.

 Levantaram-se então alguns da sinagoga, chamados dos Libertos e dos Cirenenses e 

dos Alexandrinos, e dos da Cicília e da Ásia e começaram a discutir com Estêvão, e 

não puderam resistir

sabedoria e ao Espírito com que ele falava. Subornaram então alguns homens que 

disseram: ‘Ouvimo-lo proferir palavras blasfematórias contra Moisés e contra Deus’. 

E amotinaram o povo e os Anciãos e Escribas e apoderaram-se dele e conduziram-no

 ao Sinédrio; e apresentaram falsas testemunhas que disseram: ‘Este homem não

 cessa de proferir palavras contra o Lugar Santo e contra a Lei; pois, ouvimo-lo dizer

que Jesus, o Nazareno, destruirá este Lugar e mudará os usos que Moisés nos legou’.

 E todos os que estavam sentados no Sinédrio, tendo fixado os olhares sobre ele, 

viram o seu rosto como o rosto de um anjo.”

São Estevão: suas palavras custaram sua vida 

Discurso
Num longo discurso, Estêvão evoca a história do povo de Israel, terminando com esta

 veemente apóstrofe:

“Homens de cerviz dura, incircuncisos de coração e de ouvidos, resistis sempre ao 

Espírito Santo, vós sois como os vossos pais. Qual dos profetas não perseguiram os

 vossos pais, e mataram os que prediziam a vinda do Justo que vós agora traístes e 

assassinastes? Vós que recebestes a Lei promulgada pelo ministério dos anjos e não 

a guardastes’. Ao ouvirem estas palavras, exasperaram-se nos seus corações e 

rangiam os dentes contra ele. Mas ele, cheio do Espírito Santo, tendo os olhos fixos

 no céu, viu a glória de Deus e Jesus que estava à direita de Deus e disse: ‘Vejo os

 céus abertos e o Filho do homem que está à direita de Deus’. E levantando um

 grande clamor, fecharam os olhos e, em conjunto, lançaram-se contra ele. E 

lançaram-no fora da cidade e apedrejaram-no. E as testemunhas depuseram os seus 

mantos aos pés de um jovem, chamado Saulo. E apedrejavam Estêvão que invocava

 Deus e dizia: ‘Senhor Jesus, recebe o meu espírito’. Depois, tendo posto os joelhos

em terra, gritou em voz alta: ‘Senhor, não lhes contes este pecado’. E dizendo isto,

 adormeceu.”

Santo Estêvão e São Paulo

Páscoa
As palavras de Santo Estêvão custaram a sua vida. Gritavam em alta voz e 

apedrejaram-no. Entre os que aprovaram a sua morte, estava Saulo, que, mais tarde,

 se tornou São Paulo, Apóstolo dos gentios. Enquanto Estêvão era apedrejado, pedia 

que Jesus perdoasse seus assassinos.

 Igreja de Saint-Étienne
O lugar de seu martírio em Jerusalém situa-se, de acordo com a Tradição, um pouco 

fora da Porta de Damasco, onde surge a igreja de Saint-Étienne.

Minha oração

“ Vós que exerceste a excelência da diaconia no serviço do Senhor e na entrega total

 de si, também nos ensine a servir o Senhor de todo o coração, como aos nossos

 irmãos com a alegria e santidade. Dai-nos o dom de servir e amar como vós o

 fizestes pois somos um dom para o outro. Amém.”

Santo Estêvão, rogai por nós!