sábado, 31 de janeiro de 2026

São João Bosco - 31 de janeiro

 

São João Bosco

São João Bosco nasceu  em 1815 próximo a Turim. Com dois anos de idade perdeu o pai, sendo assim a mãe Dona Margarida batalhou contra a pobreza para criar seus filhos. Tamanha era a luta de Dona Margarida que diante do chamado de Dom Bosco ao sacerdócio disse-lhe: « Eu nasci na pobreza, vivi sempre pobre e desejo morrer pobre. Se tu desejas tornar-te padre para ficar rico, eu nunca irei te visitar ». Providencialmente todos os desafios e durezas da vida fizeram do coração sacerdote de vinte e seis anos, Dom Bosco, um homem sensível aos problemas dos jovens abandonados ou que viviam longe de suas famílias como operários. Desta realidade começou a desabrochar o carisma que concretamente construiu os Oratórios, que eram - como ainda são - lugares de resgate das Almas dos jovens.

Mesmo diante de todas as dificuldades, Dom Bosco nunca desistiu. Durante um tempo foi obrigado a mendigar para manter os estudos. Prestou toda a espécie de serviços. Foi costureiro, sapateiro, ferreiro, carpinteiro e, ainda nos tempos livres, estudava música.

Queria vivamente ser sacerdote. Dizia: « Quando crescer quero ser sacerdote para tomar conta dos meninos. Os meninos são bons; se há meninos maus é porque não há quem cuide deles ». A Divina Providência atendeu os seus anseios. Em 1835 entrou para o seminário de Chieri.

Ordenado Sacerdote a 5 de junho de 1841, principiou logo a dar provas do seu zelo apostólico, sob a direção de São José Cafasso, seu confessor. No dia 8 de dezembro desse mesmo ano, iniciou o seu apostolado juvenil em Turim, catequizando um humilde rapaz de nome Bartolomeu Garelli. Começava assim a obra dos Oratórios Festivos, destinada, em tempos difíceis, a preservar da ignorância religiosa e da corrupção, especialmente os filhos do povo.

Em 1846 estabeleceu-se definitivamente em Valdocco, bairro de Turim, onde fundou o Oratório de São Francisco de Sales. Ao Oratório juntou uma escola profissional, depois um ginásio, um internato etc. Em 1855 deu o nome de Salesianos aos seus colaboradores. Em 1859 fundou com os seus jovens salesianos a Sociedade ou Congregação Salesiana.

Com a ajuda de Santa Maria Domingas Mazzarello, fundou em 1872 o Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora para a educação da juventude feminina. Em 1875 enviou a primeira turma de seus missionários para a América do Sul.

Foi ele quem mandou os salesianos para fundar o Colégio Santa Rosa em Niterói, primeira casa salesiana do Brasil, e o Liceu Coração de Jesus em São Paulo. Criou ainda a Associação dos Cooperadores Salesianos. Prodígio da Providência divina, a Obra de Dom Bosco é toda ela um poema de fé e caridade. Consumido pelo trabalho, fechou o ciclo de sua vida terrena aos 72 anos de idade, a 31 de janeiro de 1888, deixando a Congregação Religiosa Salesiana espalhada por diversos países da Europa e da América.

Se em vida foi honrado e admirado, muito mais o foi depois da morte. O seu nome de taumaturgo, de renovador do Sistema Preventivo na educação da juventude, de defensor intrépido da Igreja Católica e de apóstolo da Virgem Auxiliadora se espalhou pelo mundo inteiro e ganhou o coração dos povos. Pio XI, que o conheceu e gozou da sua amizade, canonizou-o na Páscoa de 1934.

Apesar dos anos que separam os dias de hoje do tempo em que viveu Dom Bosco, seu amor pelos jovens, sua dedicação e sua herança pedagógica vêm sendo transmitidos por homens e mulheres no mundo inteiro.

Hoje Dom Bosco se destaca na história como o grande santo Mestre e Pai da Juventude. Embora tenha feito repercutir pelo mundo o seu carisma e o sistema preventivo de salesiano, que é baseado na Razão, na Religião e na Bondade, Dom Bosco permaneceu durante toda a sua vida em Turim, na Itália. Dedicou-se como ninguém pelo bem-estar de muitos jovens, na maioria órfãos, que vinham do campo para a cidade em busca de emprego e acabavam sendo explorados por empregadores interessados em mão-de-obra barata ou na rua passando fome e convivendo com o crime.

Com atitudes audaciosas, pontuadas por diversas inovações, Dom Bosco revolucionou no seu tempo o modelo de ser padre, sempre contando com o apoio e a proteção de Nossa Senhora Auxiliadora. Aliás, o sacerdote sempre considerou como essencial na educação dos jovens a devoção à Maria.

Dom Bosco ficou muito famoso pelas frases que usava com os meninos do oratório e com os padres e irmãs que o ajudavam. Embora tenham sido criadas no século passado, essas frases, ainda hoje, são atuais e ricas de sabedoria. Elas demonstram o imenso carinho que Dom Bosco tinha pelos jovens.

Entre alguns exemplos« Basta que sejam jovens para que eu vos ame »« Prometi a Deus que até meu último suspiro seria para os jovens »« O que somos é presente de Deus; no que nos transformamos é o nosso presente a Ele »« Ganhai o coração dos jovens por meio do amor »« A música dos jovens se escuta com o coração, não com os ouvidos ».

O método de apostolado de Dom Bosco era o de partilhar em tudo a vida dos jovens; para isto no concreto abriu escolas de alfabetização, artesanato, casas de hospedagem, campos de diversão para os jovens com catequese e orientação profissional; foi por isso a Igreja reza: « Deus suscitou São João Bosco para dar à juventude um mestre e um pai ».

De estatura atlética, memória incomum, inclinado à música e a arte, Dom Bosco tinha uma linguagem fácil , espírito de liderança e ótimo escritor. Este grande apóstolo da juventude foi elevado para o céu em 31 de janeiro de 1888 na cidade de Turim; a causa foi o outros, já que afirmava ter sido colocado neste mundo para os outros.

São João Bosco, rogai por nós!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 4,35-41

 Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 

4,35-41

Naquele dia, ao cair da tarde,
Jesus disse a seus discípulos:
"Vamos para a outra margem!"

Eles despediram a multidão e levaram Jesus consigo,

assim como estava na barca.
Havia ainda outras barcas com ele.

Começou a soprar uma ventania muito forte
e as ondas se lançavam dentro da barca,
de modo que a barca já começava a se encher.

Jesus estava na parte de trás,
dormindo sobre um travesseiro.
Os discípulos o acordaram e disseram:
"Mestre, estamos perecendo e tu não te importas?"

Ele se levantou e ordenou ao vento e ao mar:
"Silêncio! Cala-te!"
O vento cessou e houve uma grande calmaria.

Então Jesus perguntou aos discípulos:
"Por que sois tão medrosos?
Ainda não tendes fé?"

Eles sentiram um grande medo 

e diziam uns aos outros:
"Quem é este, 

a quem até o vento e o mar obedecem?"

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Santa Jacinta Marescotti- 30 de janeiro

 

Santa Jacinta Marescotti, um exemplo de dedicação total a Deus

Origens
Santa Jacinta Marescotti, que tinha como nome de batismo Clarice, nasceu no ano 

de 1585, em Roma. Pertencia a uma família muito nobre, religiosa, com posses, mas

 que possuía, principalmente, a devoção e o amor acima de tudo. Seus pais eram o 

príncipe Marco Antônio Marescotti e Otávia Orsini, os dois faziam de tudo para que

 os filhos conhecessem Jesus e recebessem uma ótima educação.

Educação Religiosa
Ainda menina, foi enviada para um convento para a sua educação, numa escola 

franciscana. Sua irmã Inocência já era uma religiosa franciscana. Os pais desejavam

 para Clarice o mesmo caminho que a irmã seguia. No entanto, já moça, ela tinha o 

desejo de se casar e constituir sua família. Conheceu um jovem marquês por quem

 se apaixonou, mas coube-lhe o destino dele se casar com Ortênsia, sua irmã mais

 nova.

Franciscana
Decepcionada, Clarice decidiu não perdoar o pai por ter entregue à irmã o homem 

com quem ela queria se casar. Começou, então, a tomar outros caminhos para sua

 vida, entregando-se cada vez mais ao pecado. Desse modo, seu pai a enviou ao 

Mosteiro de São Bernardino, em Viterbo, onde ela havia estudado ainda pequena. 

Clarice não desanimou, recebeu o nome de Jacinta e submeteu-se ao hábito.

 Professou seu voto de castidade e tornou-se Terciária Franciscana, mas não fez os

 votos de pobreza, não abriu mão de suas roupas refinadas nem de uma moradia 

refinada.

Santa Jacinta Marescotti abandonou os luxos e as riquezas 

Reflexão
Viveu desta maneira por 15 anos, até que, com o assassinato do pai, ela começou a 

questionar a importância dos títulos, dos bens e do luxo. Em seguida, ela adoeceu

 seriamente e compreendeu que o Senhor a aguardava. Invocou ao Senhor dizendo: 

“Ó Deus, eu Vos suplico, dai sentido à minha vida, dai-me esperança, dai-me

 salvação”. Curando-se da enfermidade, pediu perdão às coirmãs,  abriu mão de

 todo o luxo e dedicou-se a uma total entrega ao Senhor.

Provações e Doação Total
Os próximos 24 anos de sua vida foram de privações e de doação ao próximo, 

especialmente aos pobres e doentes. Com o auxílio financeiro de velhos amigos,

 conseguiu dirigir obras que prestavam assistência sociais aos necessitados; fundou 

asilos e orfanatos. Tudo o que recebia, dedicava aos pobres.

Páscoa
Santa Jacinta Marescotti faleceu em 30 de janeiro de 1640, foi sepultada na igreja do 

convento onde se converteu, em Viterbo. Foi canonizada em 24 de maio de 1807 

pelo Papa Pio VII.

Minha oração

“Por teu exemplo de desapego e pobreza, nos conduza a colocar Deus em primeiro

 lugar na nossa vida. Que vivamos buscando o essencial ao invés das riquezas desse 

mundo. Rogai para os mais favorecidos que tenham a generosidade de partilhar os 

seus bens e ajudar o próximo que mais sofre. Amém.”

Santa Jacinta Marescotti, rogai por nós!

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 4,26-34

 Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 

4,26-34

Naquele tempo,

Jesus disse à multidão:
"O Reino de Deus
é como quando alguém espalha a semente na terra.

Ele vai dormir e acorda, noite e dia,
e a semente vai germinando e crescendo,
mas ele não sabe como isso acontece.

A terra, por si mesma, produz o fruto:
primeiro aparecem as folhas, depois vem a espiga
e, por fim, os grãos que enchem a espiga.

Quando as espigas estão maduras,
o homem mete logo a foice,
porque o tempo da colheita chegou".

E Jesus continuou:
"Com que mais poderemos comparar o Reino de Deus?
Que parábola usaremos para representá-lo?

O Reino de Deus é como um grão de mostarda
que, ao ser semeado na terra,
é a menor de todas as sementes da terra.

Quando é semeado, cresce
e se torna maior do que todas as hortaliças,
e estende ramos tão grandes,
que os pássaros do céu 

podem abrigar-se à sua sombra".

Jesus anunciava a Palavra
usando muitas parábolas como estas,
conforme eles podiam compreender.

E só lhes falava por meio de parábolas,
mas, quando estava sozinho com os discípulos,
explicava tudo.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Pe. Gilberto Kasper Teólogo

 

VAMOS CONVIVER EM PAZ?

 

 

A vida pode ser uma sucessão de coincidências felizes, de encontros prazerosos, de união entre as pessoas. Mas nem sempre é isso o que vemos ao nosso redor. Na correria diária, são muitos os “ruídos” que tiram o nosso sossego e atrapalham a nossa convivência.

            Por vezes nos tornamos porta-vozes da difamação ao invés de instrumentos da Paz. Como então falar de paz, se desfiguramos nossas próprias famílias por causa de ideologias tantas vezes nefastas? O Natal recentemente celebrado com tanta emoção e solidariedade, trouxe novamente à tona Jesus Cristo, o Príncipe da Paz! Como então dizer-se cristão, quando permitimos ódio em lugar de paz em nossos corações? Que tipo de paz promovemos entre nós? A paz de cemitério, que nos silencia por medo de criarmos “encrencas”, ou a verdadeira paz trazida desde a manjedoura que tanto decantamos no recente Natal celebrado? Essa última exige de nós posturas e respostas proféticas de amor, verdade, justiça e liberdade em todos os sentidos. Não somente naquilo que nos convém!

            Na era da Internet, toda e qualquer mensagem se propaga num piscar de olhos. Fatos que ocorrem num canto do planeta atravessam fronteiras, chegando a outras cidades, outros países e continentes com a rapidez de um clique. Alimentadas pela fofoca e mentiras, histórias que envolvem a intimidade das pessoas tomam proporções inimagináveis e invadem nossos lares como se fossem verdades absolutas. E essas histórias fomentam antipatias, preconceitos e desprezo. Parece-me que vivemos a “era da mentira”!

            Outro agente semeador de discórdia é a necessidade que alguns têm de impor suas idéias e sua maneira de ser. Parecem querer provar a si mesmos que são superiores aos outros. Muitas pessoas gostam de recitar a Oração de São Francisco, como um poema em homenagem à Paz. É fundamental que todos compreendam que a construção desta Paz, em nível mundial ou dentro de casa, depende de cada um de nós. Depende de uma mudança de conduta pessoal. Nas palavras de São João Paulo II num discurso que fez em Assis, a Paz é descrita como um canteiro de obras aberto a todos: “A paz é uma responsabilidade universal: passa através de milhares de pequenos atos da vida cotidiana. Por seu modo cotidiano de viver com os outros, as pessoas optam pela Paz ou a descartam”.

            E neste ano celebramos os 800 anos da morte de São Francisco de Assis, tão querido, admirado e citado por cristãos e não cristãos. O que ele diria ao mundo tão cheio de ódio, de uma “terceira guerra mundial a prestação”, como dizia o saudoso Papa Francisco? Guerras estúpidas em busca de poder, terras, prestígio; tão doentias que dificilmente se explicam por si mesmas! Governos que se endeusam e matam inocentes, como se estivessem matando insetos. Como ninguém consegue colocar um “basta” nessa dúzia de homens tão inescrupulosos e que desfiguram a humanidade em sua dignidade?

            Sempre que deparamos com a tentação da discórdia, é bom lembrar o exemplo da Família de Nazaré. Foram muitas as apreensões vividas por Maria, José e o Menino Jesus enquanto buscavam um lugar seguro para morar, mas em nenhum momento perderam o sentido da união. Mantiveram-se juntos para o que desse e viesse. O ódio contra os imigrantes se justifica? Somente aos que se julgam os donos do mundo! Isso que morrerão como qualquer pessoa!

            Não podemos nos perder uns dos outros. E, mais importante ainda, não podemos nos perder de Deus, que é a fonte de toda união. Não nos afastemos de sua Palavra em nossa vida pessoal, familiar, espiritual, social e profissional. A fé em Deus nos ensina a contribuir para a união entre os seres humanos.

            Esse discernimento nos leva a refletir antes de realizarmos toda e qualquer ação. A reflexão é o exercício dos sábios. Quando desenvolvemos o hábito de refletir, conseguimos criar um equilíbrio entre razão e emoção, atuando com mais cordialidade e gentileza. Nossas palavras serão mais adequadas, nossas conversas mais oportunas e positivas. Nossas decisões serão mais justas. Nosso comportamento dará aos outros a certeza de que precisamos urgentemente Conviver em Paz!

Pe. Gilberto Kasper

          Teólogo

 

Santo do dia 29 de janeiro: São Pedro Nolasco

 

Santo do dia 29 de janeiro: São Pedro Nolasco

Pedro Nolasco cresceu vivendo em intima comunhão com Jesus Cristo e a Virgem Maria, de quem era um devoto extremado

Além da humildade, caridade, amor ao próximo e fé irrestrita em Cristo e Maria, virtudes inerentes à alguém que é declarado Santo, Pedro Nolasco se notabilizou também pela luta em favor da libertação de cristãos tornados escravos sempre movido pelos ensinamentos do Cristianismo, num período conturbado para a humanidade, nos idos dos séculos XII e XIII.

Procedente de uma cristã e nobre família francesa, Pedro Nolasco nasceu num castelo no sul da França, próximo de Carcassone, próximo ao ano 1182. Desde pequeno demonstrou grande solidariedade com os pobres e desamparados. Todos os dias fazia os pais lhe darem dinheiro para as esmolas e até a merenda que levava quando estudante era dividida com eles. Assim cresceu, vivendo em intima comunhão com Jesus Cristo e a Virgem Maria, de quem era um devoto extremado. Aos quinze anos de idade, quando seu pai morreu, foi com a família para Barcelona, Espanha, onde se estabeleceram. E ali ingressou na vida religiosa.

Na juventude, quando acompanhou a tragédia dos cristãos que caíam nas mãos dos muçulmanos, devido à invasão dos árabes sarracenos, empregou toda sua fortuna para comprar os escravos e, então, libertá-los. E também, quando seu dinheiro acabou, arregaçou as mangas e trabalhou para conseguir fundos para esta finalidade, pedindo-os às famílias nobres e ricas que conhecia. Antes que entrasse em desespero, pois nunca teria dinheiro suficiente para garantir a liberdade dos cristãos, recebeu a graça de uma visita da Virgem Maria. Ocorreu no dia 1º de agosto de 1223. Nossa Senhora lhe apareceu, sugerindo que criasse com seu grupo de leigos, uma ordem religiosa destinada a cuidar deste tipo de situação, naquele momento e para sempre.

Pedro contou esta visão a seu superior, Raimundo de Penhaforte, seu co-fundador e também Santo, e ao rei Jaime I de Aragão, ao qual servira na infância como professor e tutor. Mas, qual não foi sua surpresa ao saber que eles também tinham recebido em sonho de Maria, a mesma missão que ele que recebera. Desta forma fundou, juntamente com eles, a Ordem de Nossa Senhora das Mercês e Redenção dos Cativos, cujos religiosos são conhecidos como padres mercedários. Foi eleito superior e dirigiu a ordem por trinta e um anos, libertando milhares de cristãos das mãos dos árabes muçulmanos. Pedro Nolasco morreu no dia de Natal de 1258, feliz e plenamente realizado com sua vida de religioso, mas amargurado porque, nos últimos anos, seu corpo alquebrado não permitia mais que trabalhasse.

Foi canonizado pelo Papa Urbano VIII, em 1628. Embora seja comumente homenageado no dia 13 de maio, festa de Nossa Senhora das Mercês, e no dia 28 de janeiro pelos padres mercedários, o calendário litúrgico romano lhe decida especialmente o dia 31 de janeiro para a sua veneração.

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 4,21-25

 Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 

4,21-25

Naquele tempo, Jesus disse à multidão:

"Quem é que traz uma lâmpada
para colocá-la debaixo de um caixote, 

ou debaixo da cama?
Ao contrário, não a coloca num candeeiro?

Assim, tudo o que está escondido

deverá tornar-se manifesto,
e tudo o que está em segredo deverá ser descoberto.

Se alguém tem ouvidos para ouvir, ouça".

Jesus dizia ainda:
"Prestai atenção no que ouvis:
com a mesma medida com que medirdes,
também vós sereis medidos;
e vos será dado ainda mais.

Ao que tem alguma coisa, será dado ainda mais;
do que não tem, será tirado até mesmo o que ele tem".
Palavra da Salvação.